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fevereiro 26, 2026


INCÊNDIO NO PAJUÇARA: VISTORIA APONTA QUE BASE DE ESTÁTUA NÃO FOI AFETADA

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A Prefeitura de Natal realizou, na tarde desta quarta-feira, uma vistoria técnica na obra da estátua de Nossa Senhora de Fátima, no bairro Pajuçara, Zona Norte da capital, após o incêndio registrado na última terça-feira (24). De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura, a estrutura de concreto da base não apresenta comprometimento visível, embora ainda passe por testes para atestar a estabilidade. O episódio ocorreu quando a obra já estava na fase final de montagem, restando acabamentos e pintura.

As chamas atingiram a parte superior da imagem, que terá 35 metros de altura, além de uma base de 8 metros. Segundo o engenheiro responsável pela fiscalização da obra, Sueldo Medeiros, o incêndio teria começado durante um serviço de solda na armação dos módulos superiores, possivelmente após um curto-circuito em uma das máquinas utilizadas por dois operários.

Apesar do susto, ninguém ficou gravemente ferido e o rosto da imagem não foi danificado.

Durante a vistoria desta quarta-feira, a secretária municipal de Infraestrutura, Shirley Cavalcanti, esteve no local ao lado do artista plástico Ranilson Viana, responsável pelo projeto. Ela explicou que, neste momento, a prioridade é avaliar tecnicamente os danos e organizar os próximos passos.

“Estamos fazendo essa vistoria, ele está apurando toda essa situação, vendo as peças que ficaram e analisando a estrutura. A partir dessa análise é que vamos traçar os próximos passos de retomada e definir o momento ideal. De imediato, vamos agir com o processo de limpeza da área”, afirmou a secretária.

Segundo ela, a parte estrutural executada pela Prefeitura não apresenta, a princípio, sinais de comprometimento. “Toda a nossa parte de estrutura está visivelmente sem comprometimento, mas essa base de concreto vai passar por testes para verificar a estabilidade. Visivelmente, não houve comprometimento”, ressaltou.

Ainda não há prazo definido para a retomada dos trabalhos nem para a inauguração, inicialmente prevista para abril. “A gente está levantando as peças que não tinham sido colocadas, organizando a fabricação das novas peças e estudando possibilidades para dar mais celeridade.

Por enquanto, não temos uma data fixa para início nem para conclusão”, disse Shirley Cavalcanti, acrescentando que a gestão municipal ficou “estarrecida e triste” com o ocorrido, mas mantém a confiança de que a estátua será erguida.

informou que a perícia está sendo finalizada, mas que já há indícios de que o fogo começou após um curto na máquina de solda. “Houve uma explosão na máquina que atingiu parte da resina. A resina é combustível e começou a pegar fogo. Os operários estavam preparados, um teve uma queimadura leve na mão, mas estão bem”, relatou.

De acordo com o escultor pernambucano Ranilson Viana, responsável pelo projeto, mais de 70% da parte atingida foi comprometida. Ele garantiu, no entanto, que a reconstrução será iniciada o mais rápido possível. “Já identifiquei que mais de 70% queimou. Vamos modelar novamente as peças atingidas, trazer para o local e iniciar a montagem. Vamos entregar mais bonita e mais segura para a população de Natal, do Brasil e do mundo”, declarou.

Ranilson também defendeu o material utilizado na obra, afirmando que trabalha com fibra de vidro e EPS antichama, tecnologia empregada em grandes esculturas ao redor do mundo. “Nada é feito para pegar fogo. Foi uma fatalidade. Já fiz mais de 200 esculturas com esse material em mais de 15 anos e nunca aconteceu isso. Vamos investigar para zerar essa possibilidade”, pontuou.

Shirley Cavalcanti: “A partir dessa análise é que vamos traçar os próximos passos. De imediato, vamos agir com o processo de limpeza da área” – Foto: Reprodução

Santuário deve impulsionar turismo religioso na região
A construção integra o Complexo do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, primeiro santuário da capital potiguar, no conjunto Pajuçara. Além da imagem principal, o projeto inclui praça temática, réplica da Capelinha das Aparições de Fátima, espelho d’água, anfiteatro, vitral de 13 metros e prédio administrativo. A estátua é executada pelo município, enquanto as demais estruturas estão sob coordenação da Arquidiocese de Natal.

Com investimento estimado em R$ 15 milhões, abrangendo pavimentação, iluminação, acessibilidade, cercamento e estacionamento, o complexo é apontado como novo vetor de desenvolvimento para a Zona Norte.

O turismólogo Sidnesio Moura avalia que o espaço pode inserir Natal na rota nacional do turismo religioso. Segundo ele, o fato de a capital ser litorânea amplia o potencial de impacto econômico, já que o visitante também busca lazer, cultura e praia. Ele ressalta, contudo, que o sucesso dependerá de gestão especializada e manutenção adequada.


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LEI LIMITA TAXA DE PERSONAL TRAINER EM ACADEMIAS DA GRANDE NATAL

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A sanção da Lei Estadual nº 12.644/2026, em fevereiro deste ano, marca uma mudança significativa na relação entre academias, educadores físicos e alunos em Natal e na região metropolitana. A nova norma estabelece limites para a cobrança da chamada “taxa de repasse”, também conhecida como “sit-fee”, paga por personal trainers para utilizar a estrutura das academias, e reforça o direito do consumidor de escolher livremente o profissional que deseja contratar.

De autoria do deputado estadual Taveira Júnior (União Brasil), a proposta foi aprovada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e sancionada pela governadora Fátima Bezerra.

Ao apresentar o projeto, o parlamentar justificou a medida como uma forma de combater a insegurança jurídica e financeira que cercava a atividade física no estado. Segundo ele, a intenção era evitar taxas consideradas abusivas, que acabavam inviabilizando o trabalho do profissional e encarecendo o serviço para o aluno.

A principal mudança trazida pela lei é a fixação de um teto para a taxa de acesso. A partir de agora, o valor cobrado do personal trainer externo não pode ser superior ao da mensalidade básica praticada pela academia. Além disso, o entendimento jurídico consolidado é que a cobrança deve ser feita por profissional, e não multiplicada pelo número de alunos atendidos no local.

Na prática, a nova regra busca equilibrar o mercado. Antes da regulamentação, havia relatos de academias que cobravam valores superiores a R$ 400 mensais apenas para permitir que o personal atuasse no espaço. Com isso, em alguns casos, o montante superava o dobro da mensalidade paga pelo aluno.

Impacto para os profissionais
O educador físico Daniel Ferreira, que atua como personal trainer em diferentes unidades da capital, avalia que a lei traz mais segurança para quem trabalha de forma autônoma. “Para a gente, a questão da lei de repasse é muito interessante, porque normalmente nós trabalhamos em várias academias. Então, quando o repasse é muito alto, fica um valor difícil de arcar. Muitas vezes a gente até evita atender em algumas academias porque sabe que o valor vai ficar tão alto que não consegue repassar para o aluno”, afirma.

Segundo ele, a cobrança elevada acabava restringindo o mercado. “Tem academias aqui em Natal que cobram repasse de mais de 300, 400 reais. A gente tem que transferir esse valor para o aluno.

Fica injusto, porque o preço sobe muito e o aluno acaba não podendo contratar. Às vezes ele fica preso a escolher o professor da própria academia, porque aquele profissional não paga repasse e consegue cobrar um valor menor”, diz.

Daniel também aponta que, em alguns casos, o modelo de cobrança estava atrelado à política de remuneração interna das academias. “Muitas academias pagam R$ 8 ou R$ 10 a hora para o professor de salão. Em contrapartida, esse professor não paga repasse para atender ali. Já nós, que trabalhamos só como personal, sem vínculo com a academia, ficávamos prejudicados.

Cobram um valor alto para limitar nossoatendimento e favorecer os profissionais da casa”, ressalta.

Para ele, a nova lei amplia a concorrência e fortalece a liberdade de escolha. “Essa lei é interessante porque melhora nossa precificação e permite que o aluno leve o professor que ele realmente quer para aquela academia, sem ser obrigado a contratar alguém só por causa do orçamento. O mercado fica mais amplo, porque a escolha passa a ser por afinidade e qualidade”, completa.

A legislação também estabelece garantias claras para o consumidor. As academias não podem impor a contratação exclusiva de profissionais do seu quadro fixo, prática que poderia configurar venda casada. Além disso, é proibido repassar ao aluno qualquer taxa extra pelo fato de ele estar acompanhado de um personal externo. A mensalidade deve ser a mesma, independentemente dessa escolha.

Por outro lado, a lei impõe deveres aos educadores físicos. Para atuar, o profissional deve estar com registro ativo no CREF/RN (Conselho Regional de Educação Física do Rio Grande do Norte) e pode ser solicitado a apresentar o contrato de prestação de serviços firmado com o aluno, para fins de cadastro e segurança. Também é vedada a captação de clientes dentro da academia ou a interferência no treino de alunos que não sejam seus.

As academias, por sua vez, devem manter informativos visíveis sobre o direito de livre escolha do personal e podem exigir cadastro prévio do profissional, desde que isso não se torne uma barreira burocrática. O descumprimento pode gerar advertência, multa proporcional ao porte do estabelecimento e, em caso de reincidência, sanções administrativas mais severas aplicadas pelo Procon-RN.

Além do impacto financeiro, Daniel observa que a regulamentação pode trazer efeitos indiretos para o próprio funcionamento das academias. Segundo ele, muitos profissionais passaram a optar por treinos em condomínios ou praças públicas para evitar a taxa. “Muitas academias estavam perdendo alunos porque os professores levavam o atendimento para outros espaços, onde não há repasse. Se o valor for mais justo, todo mundo ganha”, conclui.

Alunos aprovam mudanças
Do ponto de vista do aluno, a mudança representa maior autonomia. A dona de casa Diene Castro Melo relata que a ausência de repasse faz diferença direta no orçamento. “Eu, como aluna, vejo essa questão do repasse de forma muito clara na minha realidade. Hoje, a academia onde treino com meu personal não cobra repasse, e isso faz toda a diferença para mim. Já treino com ele há alguns anos e valorizo poder continuar com o profissional que eu escolhi”, afirma.

Ela conta que já considerou mudar de academia, mas recuou ao descobrir o valor da taxa. “Quando vi que o repasse era muito alto, ficou inviável. Esse custo normalmente é repassado nós, alunos, e pesa no orçamento. Então, conversei com meu personal e decidimos permanecer onde estamos justamente porque não há cobrança. Isso nos dá mais liberdade e torna o acompanhamento mais acessível”, diz.


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AUXILIAR DE ALLYSON RECEBEU QUASE R$ 500 MIL DE CONTA PARA LAVAGEM DE DINHEIRO

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A Polícia Federal ampliou o alcance da investigação da Operação Mederi, que apura suspeita de fraude e corrupção em compras de medicamentos pela Prefeitura de Mossoró com a empresa DISMED, ao incluir novas servidoras municipais em sua análise financeira. Um dos pontos centrais do relatório aponta que Clívia Corina Lima Lobo Maia, cadastrada, segundo a PF, como servidora do Gabinete do Prefeito, recebeu R$ 430 mil em transferências feitas pela conta de Rayca Fernandes, filha adolescente do proprietário da farmacêutica investigada, de uma conta que serviria, segundo a PF, para lavagem de dinheiro e distribuição de propina.

Segundo trecho literal do documento da PF, anexado aos autos: “Clivia Corina também está cadastrada como servidora do Gabinete do Prefeito de Mossoró. Clivia recebeu R$ 430.000,00, em quatro transferências, de Rayca Fernandes”.

As informações constam em relatório que cruza dados de pessoas que receberam recursos de investigados com bases de servidores públicos, método usado pela PF para identificar possíveis vínculos entre o esquema e representantes da administração municipal. Foi nesse cruzamento que surgiram os nomes de Clívia e Inez Martins de Medeiros Viana, conforme revelou o jornalista Dinarte Assunção, do Blog do Dina.

Relatório da Polícia Federal cruza dados de pessoas que receberam recursos de investigados com bases de servidores públicos – Foto: Reprodução

No caso de Clívia, a PF identificou que ela foi a segunda maior destinatária de recursos oriundos da conta de Rayca Fernandes, apontada pelos investigadores como instrumento de lavagem de dinheiro. As quatro transferências ocorreram entre 11 e 17 de março de 2022 e somam R$ 430 mil.

De acordo com reportagem do Estadão, a investigação detalha que a conta de Rayca Fernandes, menor de idade, foi usada para armazenar e distribuir recursos com o objetivo de burlar a fiscalização. Em apenas um ano, após contratos da DISMED com municípios, a conta movimentou cerca de R$ 427 mil, reforçando a suspeita de lavagem de dinheiro no esquema.

Em contato com o Blog do Dina, a servidora afirmou que o montante se referia à venda de um imóvel ao empresário Oseas Monthalggan Fernandes Costa, um dos proprietários da DISMED. No entanto, documentação do COAF anexada ao inquérito revela inconsistências relevantes: o bem negociado foi um terreno urbano de 360 m², registrado em cartório pelo valor de R$ 100 mil, em 18 de março de 2022, tendo como compradores Oseas e sua esposa, Roberta Ferreira Praxedes Costa.

A diferença de R$ 330 mil entre o valor declarado oficialmente e o montante efetivamente transferido chamou a atenção dos investigadores. Questionada pelo jornalista sobre a discrepância e sobre o fato de o pagamento ter sido feito a partir da conta da filha do empresário, Clívia disse inicialmente que apresentaria documentos comprobatórios. Horas depois, mudou de posição e informou que só exibiria a documentação se fosse intimada pela Polícia Federal, recusando-se a apresentá-la à imprensa.

A investigação também identificou vínculo acadêmico entre Clívia e Almir Mariano, atual secretário municipal de Saúde e um dos alvos centrais da Operação Mederi. Ambos aparecem como coautores de um estudo científico de 2014. Ao jornalista Dinarte Assução, Clívia afirmou que Almir foi seu professor e negou relação de proximidade.

Para a PF, porém, Almir teve papel relevante ao assumir a Secretaria de Saúde em 2025, garantindo, segundo os autos, a continuidade administrativa que permitiu o funcionamento do esquema, incluindo a homologação de licitações milionárias vencidas pela DISMED e a manutenção de gestores apontados como responsáveis por atestar o recebimento falso de medicamentos.

Inez Martins
O relatório também aponta que Inez Martins de Medeiros Viana recebeu R$ 100 mil diretamente da DISMED em 23 de junho de 2023. A PF a classifica como destinatária de transferência “que não aparenta ser parceira ou fornecedora” da empresa e registra vínculos dela com o Gabinete do Prefeito de Mossoró e com a Secretaria de Estado da Administração do RN.

Procurada, Inez respondeu inicialmente: “Eu??? Acho que você pegou a pessoa errada”. Após nova tentativa de contato, não voltou a se manifestar.


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GUILHERME SALDANHA NEGA TESE DE QUE O RN SEJA “INGOVERNÁVEL”

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O secretário estadual da Agricultura, Guilherme Saldanha (PSDB), voltou a se manifestar sobre as especulações que o colocam como possível nome para um eventual governo temporário no Rio Grande do Norte, caso se confirme a renúncia da governadora Fátima Bezerra para disputar o Senado. Em entrevista ao Diário do RN, Saldanha negou qualquer convite formal e afirmou que, até o momento, não houve conversa com o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), sobre o assunto.

“Isso não existe. O presidente Ezequiel não chegou para mim, em momento algum, em todo esse tempo, amigo, você topa ser governador? Zero, não chegou”, declarou. Segundo ele, o que há é um ambiente de especulação alimentado pelas dificuldades políticas em torno da construção de um nome de consenso para uma eventual eleição indireta. “De concreto mesmo, assim, de sentar com a governadora, vamos sentar aqui Guilherme, você topa, as condições são essas, a gente lhe apoia, isso realmente não tem, não existe. Tem muita especulação”, reforçou.

Nesse contexto, o secretário fez questão de rebater um dos principais argumentos usados pela oposição ao governo estadual. “O Estado é ingovernável como a oposição diz? Não. Isso não existe, não. Eu tiro pela minha secretaria, que não é diferente das outras. Não tem atraso de dois meses, três meses. Se você trabalha um mês, fatura 30 dias, o Estado tem 30 dias para pagar”, declarou, acrescentando que não compartilha da avaliação de colapso administrativo. “Não vejo isso”, completou.

Ao ser provocado diretamente se considera o Rio Grande do Norte ingovernável, reiterou: “Sobre hipótese alguma. Tanto não é que tem uma disputa de três candidatos querendo governar ele a partir de janeiro”.

Questionado diretamente sobre a hipótese de disputar um mandato-tampão, Saldanha afirmou que não pretende entrar em uma disputa eleitoral indireta. “Eu não vou disputar. Não é que eu não mereça participar de uma disputa. É porque eu acho que esse mandato tampão precisa sair de um consenso, que, obviamente, as pessoas respeitem a próxima eleição”, disse.

Para ele, a resistência ao nome do secretário da Fazenda, Cadu Xavier, no âmbito da Assembleia passa diretamente pelo fato de Cadu ser candidato ao governo em outubro. “A dificuldade que a governadora está encontrando com o nome de Cadu é só por causa da eleição de outubro, que Cadu é candidato. E um bom candidato e certamente estará no segundo turno”, avaliou.

Apesar de negar qualquer articulação em curso, Saldanha admitiu que, se for oficialmente procurado pela governadora e pelo presidente da Assembleia, analisará o cenário. “Se chegar, eu vou analisar. Sinceramente, vou analisar com muito carinho e muita responsabilidade, saber o que é possível fazer”, afirmou.

Saldanha também fez uma leitura do cenário eleitoral para outubro e voltou a defender a viabilidade do nome de Cadu Xavier. Segundo ele, a força do presidente Lula como cabo eleitoral e o desempenho recente da esquerda em Natal indicam um patamar competitivo. “Eu acho que Cadu tem fácil 35%. Se Cadu tiver 35%, só sobra 75% para dois candidatos. Ele estará no segundo turno. Simples assim”, disse.

As declarações de Guilherme Saldanha ocorrem em meio à incerteza sobre a realização de uma eleição indireta para o governo do Estado entre abril e maio. Caso Fátima Bezerra confirme a renúncia, o PT defende a manutenção do comando do Executivo até o fim do ano, enquanto setores da direita chegaram a falar em um “nome técnico”.

Nesse cenário, além de sugestões como Zeca Melo e Roberto Serquiz, que circularam em janeiro, o nome de Saldanha passou a circular nos bastidores como alternativa de consenso, dada sua ligação com o PSDB, sua relação com o governo petista e o trânsito com parlamentares ligados ao grupo do senador Rogério Marinho.


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