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TURISMO COMEMORA SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM NATAL

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O primeiro santuário de Natal está sendo construído no conjunto Pajuçara, na Zona Norte, em homenagem a Nossa Senhora de Fátima, e já é comemorado pelo setor turístico. O Complexo do Santuário de Nossa Senhora de Fátima terá uma imagem da santa com 35 metros de altura e base de 8 metros, que foi recebida na capital potiguar nesta quinta-feira (26).

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), Abdon Gosson, a iniciativa de instalação do equipamento religioso e turístico em Natal é digna da gratidão do setor pelo potencial de fazer os turistas ficarem mais um dia no destino e gerar empregos e renda para a população. No entanto, o gestor ressalta que um fator determinante para o sucesso é a qualidade da estrutura e a manutenção do espaço.

“Natal nunca teve um santuário. Esse vai ser o primeiro assim, imponente, grande, bem estruturado. Se, ao término dele, estiver muito organizado, com certeza, a cidade de Natal será também um destino para o turismo religioso. Indiscutivelmente, o turista deverá ficar mais um dia no destino. Que coisa boa, né? Se o turista, normalmente, fica quatro a cinco dias; agora, vai ficar cinco a seis dias. Pelo menos, mais um dia, mais dinheiro na nossa economia, gerando mais emprego e renda para nossa população”, afirmou.

Gosson afirmou, ainda, que um novo atrativo turístico para a capital era necessário, já que há quase 15 anos não havia uma novidade para atrair visitantes a Natal. “Precisávamos de mais opções para incrementar a qualidade do turismo no nosso destino. O nosso destino vem há pelo menos 12, 15 anos sem opções diferentes; em especial, a cidade de Natal. Então, é extremamente louvável. O turismo agradece essa iniciativa e vamos torcer para que continue bonito, organizado, estruturado e respeitoso àqueles que aqui chegarem. O que é ‘respeitoso’? Não podemos permitir que os ambulantes invadam, que não tenha segurança”, afirmou.

Para o presidente, essa manutenção adequada garantirá “sucesso absoluto” para o novo equipamento. “Se for preservado, tiver respeito àqueles que aqui chegarem, for seguro, limpo, se tudo funcionar direitinho, indiscutivelmente, será sucesso absoluto e o turismo haverá de agradecer, e o turista, mais ainda”, reafirmou.

NATAL ENTRA NA ROTA DO TURISMO RELIGIOSO
O turismólogo especialista em turismo religioso, Sidnesio Moura, afirma que o novo espaço vai colocar Natal em evidência no cenário desse tipo de viagem no país e que o fato da cidade ser litorânea soma ainda mais ao potencial de geração de impacto econômico.

“Natal acaba ganhando por ser uma cidade que está no litoral. Se torna bastante importante o turismo religioso porque o turista não vai vir apenas pelo turismo religioso. O turista religioso também gosta de lazer. Costumo dizer que quem faz turismo religioso, é possível fazer outros segmentos de turismo, como sol e praia, cultural, histórico. Natal tem tudo isso. Isso aí vai potencializar mais e colocar oEstado, a partir da capital, em evidência, e em evidência no turismo religioso nacional. Principalmente porque a imagem e a devoção a Nossa Senhora de Fátima são mundiais”, disse.

Moura também ressaltou a necessidade de uma gestão adequada, especializada no segmento de turismo religioso para alavancar os resultados do santuário para a economia local. “Não depende só da construção. Tem que ter técnicos, pessoas que entendam de turismo religioso, para que a coisa aconteça como deve acontecer, ordenadamente. Então, não é a imagem que vai impactar, mas algo bem trabalhado dentro do espaço sagrado”, afirmou.

O COMPLEXO
De acordo com informações da Prefeitura de Natal, além da estátua, o Complexo do Santuário de Nossa Senhora de Fátima será composto por uma praça em forma do Espírito Santo, dedicada aos Mártires de Cunhaú e Uruaçu; uma réplica exata da Capelinha das Aparições, que segue as mesmas dimensões da original no Santuário de Fátima, em Portugal; um espelho d’água; uma imagem do Anjo, simbolizando as aparições de Nossa Senhora e um vitral de 13 metros, além de um anfiteatro para apresentações culturais e um prédio administrativo, em que serão ofertados cursos de formação para crianças. Enquanto a construção da estátua é de responsabilidade do município, as demais obras estão sob a coordenação da Arquidiocese de Natal.


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“NATAL LUZES DO SERTÃO”

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Nem só de scheelita e ouro reluz Currais Novos. As luzes do Natal neste fim de ano encantam e destacam a cidade “Princesa do Seridó” e a consolidaram como um dos destinos turísticos mais procurados no interior do Rio Grande do Norte neste período de festividades natalinas.

Criado em 2019 para estimular o comércio e resgatar a essência das festividades de fim de ano, o “Natal Luzes do Sertão” teve como um dos idealizadores o artista plástico Assis Costa, com experiência em grandes eventos de mesmo formato em municípios gaúchos como Gramado e Canela, planejou junto à CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas e Prefeitura de Currais Novos, um modelo de evento que reunisse arte, cultura, autos natalinos, e o “Pavilhão Natalino” com shows de artistas nacionais que atraem grande público.

Para este ano, o evento tornou-se ainda maior. Além da decoração na Praça Cristo Rei com a grande árvore e luzes em diversos pontos da cidade com elementos natalinos, o “Natal Luzes” contou com uma extensa programação desde o dia 29 de novembro (aniversário da cidade), com apresentações artísticas e musicais das escolas, o “Auto do Belo Amor” entre as praças Cristo Rei e Tomaz Salustino, e os shows de Diogo Nogueira, Batista Lima e Giullian Monte no último sábado, 21, que atraiu grande público no largo da Avenida Cel. José Bezerra


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NATAL NAS RUAS: TRANSFORMANDO A CEIA DE NATAL EM SOLIDARIEDADE E ACOLHIMENTO

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A ceia de Natal é, para muitos, um dos momentos mais aguardados durante as festividades de final de ano. Em muitas casas ao redor do mundo, ela simboliza não apenas a celebração do nascimento de Jesus Cristo, mas também o reencontro com familiares e amigos, em torno de uma mesa farta.

Mas, afinal, como essa tradição nasceu? O que ela representa e como ela é celebrada em diferentes culturas?

O Natal, como celebração religiosa, começou a ser festejado oficialmente apenas no século IV, quando o Papa Júlio I, após um minucioso estudo sobre o nascimento de Jesus, escolheu o dia 25 de dezembro como data para a comemoração.

A ceia de Natal, tradicionalmente realizada na noite de 24 de dezembro, é um momento de celebração do nascimento de Cristo, mas também de acolhimento e união. Nos primeiros tempos, era comum que as portas das casas ficassem abertas para receber peregrinos e viajantes. Esse espírito de acolhimento permanece até hoje, em muitas partes do mundo, onde as famílias se reúnem para compartilhar uma grande refeição, marcada por abundância e diversidade de pratos.

CEIAS PELO MUNDO
A ceia natalina varia significativamente ao redor do globo. Em países como os Estados Unidos e Canadá, o peru assado é o prato principal, acompanhado por purê de batatas e molhos.

Na Europa, as tradições também são distintas: na Itália, o “cenone di Natale” pode incluir peixe e uma variedade de pratos regionais; enquanto na França, a “Réveillon de Noël” é marcada por iguarias como o “foie gras” e o “bûche de Noël”, um bolo em forma de tronco.

No Brasil, a ceia de Natal adquire características muito especiais, refletindo a diversidade cultural do país. Por aqui, os pratos servidos variam conforme as preferências regionais, mas alguns alimentos são praticamente obrigatórios em qualquer mesa natalina.

A estrela principal é o peru, mas outras aves festivas também ganham espaço. Os acompanhamentos mais comuns são o arroz – que nesse dia ganha ingredientes especiais, como o arroz à grega – as saladas, farofas e uma grande variedade de doces, incluindo alguns típicos desta época, como rabanada e panetone.

A RESSIGNIFICAÇÃO DO NATAL
Ao longo dos séculos, a mesa farta e outras tradições como, por exemplo, o ato de presentear, deram ao Natal uma característica peculiar quando o consumismo aflora nas pessoas e, algumas vezes, chega até a desconectá-las do verdadeiro significado Natal.

Por muitos anos, observar tanta fartura trazia também muita inquietação para a servidora pública Ilane Virgílio. Ela conta que sempre se sentiu desconfortável ao ver a abundância de alimentos nas festas de Natal em sua família: “Eu sempre ficava olhando e achava meio sem sentido ter tanta comida para a gente e tanta gente na rua sem comida. Sempre achei contraditório as pessoas comemorarem o Natal com um banquete só para sua família, quando Jesus nos ensinou que o amor e a solidariedade são para todos, principalmente para os mais necessitados. O Natal não deveria ser uma festa egoísta. É essa reflexão que tento provocar no projeto, para que mais pessoas se sensibilizem”, reflete Ilane.

Foi a partir dessa reflexão que, junto com as irmãs, ela decidiu transformar o Natal em um momento de solidariedade. Assim nasceu, em 2021, o projeto “Natal nas ruas”, com a ideia de levar a solidariedade e o cuidado com o próximo para aqueles que mais precisavam. Dali em diante, o Natal ganhou um novo significado para Ilane e sua família, além de mostrar um potencial multiplicador. “Na primeira edição, éramos apenas minha família – meus pais, minhas irmãs e eu. No ano passado, já envolvemos cerca de 15 pessoas, com três carros para a entrega.

Agora, a cada ano, mais pessoas se juntam a nós, e a gente espera crescer ainda mais”, conta Ilane, acrescentando que “alguns vêm pelo desejo de ajudar, outros por estarem sozinhos no Natal e verem no projeto uma forma de contribuir para um fim maior”.

O projeto prepara entre 300 e 350 marmitas com refeição completa, sobremesa, refrigerante e kits de higiene, que são distribuídos nas ruas da capital potiguar, na noite do dia 24 de dezembro. Além disso, o grupo também promove um momento de acolhimento e reflexão com as pessoas em vulnerabilidade que encontram pelas ruas.

Tudo isso é possível com a ajuda de uma rede de amigos, familiares e voluntários; afinal, como todo projeto social, o “Natal nas Ruas” tem um custo elevado. A produção das marmitas, a compra dos alimentos e a logística envolvem um investimento significativo. A arrecadação sempre é feita de maneira simples e intimista, por meio de campanhas entre amigos, familiares e com recursos próprios. “Nós sempre nos organizamos durante o ano e, quando falta algo, complementamos com nossos próprios recursos. Mas o principal vem de doações de amigos e familiares”, explica.

Além das doações financeiras, também é possível se juntar de outras formas. “Quem não puder ajudar com dinheiro, pode vir ajudar na cozinha, na organização e montagem das marmitas ou na entrega. Toda ajuda é bem-vinda”, afirma Ilane que finaliza a conversa com um convite “Quem quiser ajudar, pode entrar em contato pelo WhatsApp ou fazer uma doação via PIX. O importante é que todo apoio é bem-vindo.”

Contatos:

  • WhatsApp: (84) 98833-8833
  • PIX: ilanevirgilio@gmail.com

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CAJUEIRO DE PIRANGI, O MAIOR DO MUNDO, CELEBRA 136 ANOS COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

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O Maior Cajueiro do Mundo, localizado em Pirangi do Norte, município de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, celebra nesta sexta-feira (20), seus 136 anos. A árvore é uma das principais atrações turísticas do RN e, para marcar esta data, recebe uma programação repleta de atividades culturais, educativas e ambientais, a partir das 8 horas da manhã. Organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) – órgão responsável pela gestão do Cajueiro – o evento homenageia esse gigante da natureza e promove ainda mais a interação com a comunidade e os milhares de turistas que visitam o local.

De acordo com o IDEMA, o enorme cajueiro possui uma área de cerca de 9.100 metros quadrados, com perímetro de aproximadamente 500 metros. O Cajueiro de Pirangi entrou para o Guinness Book como o Maior Cajueiro do Mundo, em 1994. Seu formato único, com galhos que crescem horizontalmente e criam raízes ao tocarem o solo, transforma a árvore em um espetáculo da natureza.

Além de seu tamanho impressionante, o Cajueiro de Pirangi também é notável pela produção de caju. Cada fruto pesa, em média, 150 gramas. A safra acontece de dezembro a fevereiro, sendo janeiro o mês de maior produção, com cerca de 2,5 toneladas de caju. “Agora, estamos realizando a contagem da atual safra”, explicou Iracy.

A origem do cajueiro é envolta em mistério: enquanto algumas versões atribuem o plantio ao pescador Luiz Inácio de Oliveira, outras apontam o ex-prefeito de Natal, Sylvio Pedroza, como responsável.

Outras Curiosidades
O Cajueiro de Pirangi possui alguns desvios genéticos, permitindo que seus galhos se espalhem para os lados e, ao entrarem em contato com o solo, formam novas raízes, tornando a árvore cada vez maior. Este crescimento expansivo continua a impressionar visitantes do mundo inteiro, transformando o Cajueiro em um dos maiores símbolos naturais do Rio Grande do Norte, importante ponto turístico que impulsiona o turismo sustentável na região.

Ao longo de todo o ano, o local atrai vários turistas, que participam de atividades culturais e educativas promovidas no espaço. De acordo com a gestora Iracy Wanderley, são “cerca de 5 mil visitantes por semana em baixa estação. No verão e outros períodos de alta estação, esse número chega a triplicar.”

A poda e a gestão do Cajueiro de Pirangi
A poda do Cajueiro de Pirangi é um tema frequentemente, especialmente no que diz respeito à manutenção da árvore dentro dos limites estabelecidos. De acordo com Iracy Wanderley, a poda é realizada anualmente, após a frutificação, de maio a junho, com foco na limpeza e manutenção.

“Temos uma equipe de 40 pessoas que cuidam do gigante”, explicou a gestora. As podas incluem a remoção de galhos secos, doentes ou danificados, com o objetivo de garantir a saúde da árvore e a segurança dos visitantes.

Contudo, a poda no Cajueiro de Pirangi é um processo delicado. De acordo com especialistas, podas severas podem gerar danos irreversíveis à árvore devido ao desequilíbrio bioquímico que causam. A poda de segurança, por exemplo, é realizada para evitar que galhos caiam sobre as pessoas, mas qualquer poda fora de época ou sem a técnica adequada pode resultar em estresse e enfraquecimento da planta.

Outras intervenções, como a suspensão de galhos, também foram tomadas para manter a árvore fora das vias públicas. Embora tenha sido construída uma estrutura, o Caramanchão, em 2012, para suspender os galhos que invadiam a RN 063, o impacto da obra gerou estresse na árvore, com a remoção de galhos e alteração no seu crescimento.


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ALECRIM PODE TER FATURAMENTO RECORDE: “NOSSA META É SUPERAR OS R$ 5 MILHÕES”

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O bairro do Alecrim, conhecido como um dos maiores polos comerciais de Natal, está vivendo um fim de ano de vendas aquecidas. De acordo com Matheus Feitosa, presidente da Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim (AEBA), a expectativa para o comércio local é bastante positiva, com um aumento nas vendas em comparação ao ano passado.

Feitosa explica que o 13º salário representa uma “injeção” de dinheiro para o comércio de rua do Alecrim, sendo um dos períodos mais aguardados por empresários, camelôs e ambulantes. “A expectativa é de um crescimento de vendas entre 10% a 15% em relação a 2023. E, no mês de dezembro, esse aumento pode ultrapassar 50% quando comparado aos meses anteriores de 2024”, afirmou.

O presidente da AEBA também destaca que o setor tem se preparado para este crescimento desde junho, com uma série de cursos, palestras e workshops para capacitar tanto empresário quanto colaborador.

Outro fator positivo, apontado por Feitosa, é o aumento nas contratações desde setembro, o que fortaleceu ainda mais as expectativas para o mês de dezembro. Ele também elogiou as campanhas promovidas pela Fecomércio e pela CDL Natal, como o “Brilha Natal” e o “Natal Luz de Prêmios”, que impulsionam a movimentação no comércio local.

“Além das promoções, os consumidores estão concorrendo a prêmios, o que cria um ecossistema muito positivo e contribui para o aumento das vendas”, destacou o presidente da AEBA.

O empresário também apontou os setores que mais têm se destacado no comércio do Alecrim neste fim de ano. “Os segmentos de vestuário, presentes, bebidas, eletrônicos, eletrodomésticos, perfumes, sapataria, acessórios, peças para veículos, artigos e acessórios para festas, descartáveis, tecidos, decoração de Natal, cosméticos, joias e bijuterias, cestas e embalagens para presente estão entre os que mais movimentam as vendas”, afirmou Feitosa. Esses setores, com sua vasta gama de produtos, atendem às necessidades e desejos do consumidor durante as festas de fim de ano, especialmente com a proximidade do Natal.

Para a reta final do ano, as expectativas de Matheus Feitosa são bastante otimistas. O presidente da AEBA acredita que o comércio de rua no Alecrim está bem preparado para alcançar resultados ainda melhores que os de 2023. “Nossa meta é superar os 5 milhões de reais em vendas no mês de dezembro, o que seria um recorde de faturamento”, declarou.

“2025 será um ano ainda mais promissor”
O presidente da AEBA também conversou com a reportagem do Diário do RN sobre a revitalização da Cidade Alta e as obras na rua João Pessoa. Matheus Feitosa vê essas melhorias de forma muito positiva, pois acredita que a boa movimentação comercial da Cidade Alta impacta diretamente no Alecrim, já que os bairros, além de serem vizinhos, são centros comerciais de grande importância para a economia do Estado. “Quando a Cidade Alta fatura mais, o Alecrim também segue essa boa tendência”, observou.

No entanto, ele apontou que além de obras é preciso pensar o ordenamento urbano e fiscalizar. “A Cidade Alta já está recebendo ambulantes de forma desordenada, e isso precisa de uma fiscalização e orientação permanente para garantir que o comércio seja bem organizado, sem prejuízo para os consumidores e para os empresários”, afirmou. Feitosa também enfatizou a importância da manutenção da iluminação pública, que teve melhorias com a instalação de iluminação LED, proporcionando mais segurança e conforto para quem frequenta os bairros comerciais de Natal.

Finalizando, o presidente da AEBA mostrou um olhar otimista para o futuro: “Nossa expectativa para os próximos meses é das melhores possíveis. Acreditamos que 2025 será um ano ainda mais promissor, com grandes oportunidades para o comércio de rua, especialmente com a chegada de uma nova gestão municipal”.


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CARAVANA NATAL FELIZ LEVA A MAGIA DO NATAL PARA PELO INTERIOR DO RN

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À medida que as luzes brilham nas ruas, o Natal se aproxima trazendo um espírito de esperança e união. Este período, considerado por muitos como “mágico”, não é apenas uma oportunidade para trocar presentes, mas também um momento para refletir sobre o amor e a solidariedade.

O projeto Caravana Natal Feliz tem a missão de levar essa magia do Natal para comunidades carentes do interior do RN, arrecadando e transportando doações para as famílias que necessitam de ajuda não apenas financeira, como também espiritual. Este ano, a Caravana acontecerá neste sábado (21) e 850 famílias irão receber mais de 10 toneladas de alimentos, além de roupas, lençóis, toalhas, produtos de higiene e imagens de Nossa Senhora com o Menino Jesus.

O projeto começou há 27 anos, em 1998, na igreja Nossa Senhora das Graças Santa Terezinha, com o Monsenhor Lucas Batista, quando em um encontro de jovens, Aminadabe e Cristiane Vilar participantes movidos pela alegria do que vivenciaram naquele final de semana, resolveram convidar um casal, Vieira e Ivana, e apresentar o projeto.

Paulo Lima é caravaneiro e está no projeto desde sua fundação. Ele conta que durante o encontro, os jovens perceberam que eles tinham tudo, enquanto os “irmãos interioranos” não tinham acesso aos bens materiais e, principalmente, à palavra de Deus. “Então, ficou decidido que nós faríamos essa ação no Natal. A gente buscava com essa ação que esses nossos irmãos, até então não conhecidos tivessem um Natal feliz”, relembra Paulo.

Mas apenas seis pessoas não conseguiriam realizar tudo sozinhos, então, foram chamados novos adeptos, e foram feitas as caravanas. No início, apenas 35 pessoas viajaram, já na edição deste ano, 190 voluntários irão viajar para levar a magia do Natal adiante. José Avelino também é trilheiro, e entrou no projeto em 1999, um ano depois de sua fundação, e relata sua experiência com as viagens: “Algumas das pessoas mais felizes que já conheci na vida tinham pouco mais de quatro paredes e um teto sobre a cabeça. Os exemplos de fé e confiança em Deus que vemos a cada ano fazem com que sempre voltemos muito mais cheios de Deus que quando saímos”. José também ressalta que a caravana se inspirou na visita que os três reis magos fizeram a Jesus no seu nascimento “Eles levaram presentes ao menino-Deus e voltaram muito mais ricos para suas casas. Assim como voltamos a cada ano no Natal da Caravana”.

Segundo Luciene Keyla, uma das coordenadoras gerais do projeto, as expectativas para esse ano são as melhores possíveis “Sempre falo que meu Natal começa nesse final de semana, onde vivemos o verdadeiro sentido. Aquelas pessoas que visitamos nos ensinam tanto, que elas nem imaginam, e com isso eu tento vivenciar esse sentimento ao lado da minha família“.

PREPARATIVOS
Apesar da caravana acontecer somente no mês de dezembro, a preparação começa desde o início do ano, com o cadastramento de novos caravaneiros, logo após o carnaval. Infelizmente, nem todos os inscritos podem entrar no projeto, mas é feita uma lista de suplência para entrar no lugar de eventuais desistências.

Para que a Caravana possa acontecer, cerca de 200 voluntários se reúnem e trabalham ao longo do ano, organizados em equipes com diferentes funções: Coordenação Geral, Roupas, Alimentos, Espiritualização, Integração, Trilhas, Comunicação, Projetos, Eventos, Higiene e Saúde. São realizados diversos eventos durante o ano, como campanhas de arrecadação em supermercados, festas beneficentes, ações sociais em bairros carentes, entre outros.

Além das atividades específicas de cada equipe, é dever de todo caravaneiro conseguir a doação de cestas básicas, roupas, toalhas e lençóis, vender ingressos para as festas organizadas pela equipe de eventos, participar das campanhas de arrecadação de leite e dos momentos de espiritualização.

DIFICULDADES
Como coordenadora, Luciene conta que a maior dificuldade é lidar com um grande número de caravaneiros que pensam totalmente diferente e tem ideais e desejos diferentes para a nossa Caravana, mas o maior desafio, para ela, é conseguir evangelizar o maior número de pessoas possíveis: “A caravana pode acontecer em qualquer local, perto ou longe da capital. Pode chegar a casas muito necessitadas e outras nem tanto, mas o que ficará de forma igual para todos é a mensagem de esperança, de que Ele renasce no Natal em nossos corações. Então nosso maior desafio é conseguir comunicar essa boa nova ao maior número de pessoas em nosso estado”.

“Além das doações, nós deixamos na casa também redes, cada família recebe uma rede nova e uma imagem de Nossa Senhora com o menino Jesus em gesso. Então, tudo isso são custos, são despesas. Além disso, ainda temos as despesas operacionais: as cestas são transportadas em dois caminhões e lá é que é feita a distribuição para os carros nas trilhas. O custo é muito elevado”, relatou Paulo Lima.

COMO AJUDAR
Para ajudar, não precisa ser necessariamente caravaneiro. Durante todo o ano, são feitas diversas campanhas para arrecadação de doações e, para ajudar, basta entrar em contato com um caravaneiro ou com a coordenação geral da caravana Natal Feliz e doar aquilo que tiver à sua disposição. Além das doações via Pix (14.525.417/0001-82), existem os canais de comunicação por instagram (@caravananatal) e também o site caravananatalfeliz.com.br

Números da Caravana em 2024

  • 54 carros;
  • 02 caminhões;
  • 190 voluntários;
  • 850 casas visitadas;
  • 2475 pessoas
  • Mais de 10 toneladas de alimentos distribuídas
  • 600 Brinquedos;
  • Mais de 500 lancheiras;
  • Lençóis, toalhas , produtos de higiene e saúde;
  • Roupas para todos os habitantes da casa (quase 8.000 peças de roupas);
  • 900 bandejas de ovos;
  • <ais de 1000 kits de produtos de higiene pessoal e de casa (sabão, sabonete, pasta e escova de dentes);
  • 900 imagens de Nossa Senhora com o Menino Jesus;

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XXI TROFÉU CULTURA: UMA CELEBRAÇÃO À ARTE NO PALCO DO TEATRO RIACHUELO

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A noite desta quinta-feira (19), promete entrar para a história cultural do Rio Grande do Norte com a realização da 21ª edição do consagrado “Troféu Cultura”. O evento idealizado pelo colunista Toinho Silveira, um entusiasta pela rica cultura do nosso RN, será realizado no icônico palco do Teatro Riachuelo, a partir das 18 horas, reunindo artistas, produtores e personalidades que se destacaram ao longo do ano de 2024 em diversas áreas da cultura potiguar.

Toinho tem quase 50 anos de atuação no jornalismo e colunismo social, mas somente neste segmento cultural, Silveira se orgulha de contar com uma trajetória de 21 anos, e dessa forma o “Troféu Cultura” consagrou-se como a mais importante premiação do setor cultural do Rio Grande do Norte. O evento é mais do que uma simples entrega de troféus; é um momento de reconhecimento e valorização de quem faz a cultura acontecer, promovendo a arte e inspirando novas gerações a seguirem seus passos.

Toinho Silveira, um dos nomes mais respeitados do colunismo potiguar, se destaca pela dedicação e paixão à cultura. Desde a primeira edição, em 2002, ele tem como missão reconhecer talentos locais que brilham nas mais diversas linguagens artísticas, do teatro à música, passando pela literatura, artes visuais, cinema, dança e produções culturais.

A celebração de 2024
Este ano, o Teatro Riachuelo, com sua atmosfera glamourosa e sofisticada, será palco para uma noite de emoção, aplausos e encontros memoráveis. Serão premiados os destaques culturais do ano em categorias que englobam a vastidão e a diversidade da produção artística local. A festividade é aguardada com grande expectativa pela sociedade potiguar, que tem no Troféu Cultura uma verdadeira vitrine dos talentos e das conquistas do estado.

Nomes consagrados e novos talentos dividirão o protagonismo dessa noite, em um verdadeiro mosaico de expressões artísticas. Além das premiações, a programação contará com apresentações culturais, emocionando a plateia com performances que prometem deixar sua marca no coração do público.

“O Troféu Cultura é a minha maneira de agradecer e reconhecer aqueles que, com dedicação e talento, transformam sonhos em arte. São 21 anos celebrando o que há de mais belo na cultura potiguar, valorizando artistas e produtores que nos inspiram. Esta edição, mais do que nunca, é um brinde à resistência, à criatividade e ao amor pela arte. A cultura é a nossa identidade, o nosso legado. Palmas a todos os que fazem dela a essência do nosso estado!”, diz orgulhoso.

A comemoração será conduzida pela influencer Fernanda Guimarães e contará com apresentações culturais que prometem encantar o público presente, destacando a força e o talento dos artistas locais, como “Caboclos de Major Sales – Amigos do Mestre Tiquinho”, o Ballet e o encerramento que ficará por conta de ninguém menos que a nossa estrela, Deusa do Forró.

Além disso, será uma oportunidade para promover o diálogo e fortalecer os laços entre os diversos agentes que movimentam o cenário cultural potiguar. Na ocasião, Dona Militana, Antônio Fco e Guaraci Gabriel serão homenageados pelas suas ricas histórias.

“É um momento de reafirmar nosso compromisso com a valorização da cultura do Rio Grande do Norte e convidamos toda a sociedade a prestigiar esse momento tão especial. A entrada é gratuita.”, declara Toinho.

O legado de Toinho Silveira
Toinho Silveira, com sua visão apurada e compromisso inabalável com a cultura, se tornou sinônimo de incentivo e reconhecimento. Ao longo de mais de duas décadas de Troféu Cultura, ele tem sido uma figura essencial na valorização do artista potiguar, abrindo espaço para que suas vozes, talentos e histórias ecoem dentro e fora do Rio Grande do Norte.

O Troféu Cultura não apenas homenageia os talentos individuais, mas também reforça o papel da cultura como elo essencial para o desenvolvimento social, econômico e identitário do estado.

Como costumam dizer os admiradores de Toinho: “o Troféu Cultura é um prêmio que pertence a todo o povo potiguar”.

Uma noite imperdível, onde a cultura e a arte potiguar serão celebradas com a grandiosidade que merecem. Palmas para o talento, a dedicação e a beleza da arte do nosso Rio Grande do Norte.


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IBAMA RN PROMOVE REUNIÃO CONJUNTA SOBRE REGRAS PARA PESCA NO RIO POTENGI

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Em uma reunião conjunta, na manhã desta quarta-feira (18), Ibama, Federação de Pescadores do RN, Colônia de Pescadores de Natal, IDEMA, Polícia ambiental e Secretaria da pesca discutiram a questão da pesca no Rio Potengi. O debate foi coordenado pelo Superintendente do Ibama no RN, Prof. Rivaldo Fernandes, na sala da SUPES-RN.

Participaram do encontro os analistas ambientais Robson Lopes de Santana, Jean Schmitt e Cláudia Zagaglia pelo Ibama. Dois oficiais da Polícia Ambiental do Estado do RN, Wellington Junior, e Israel de Santana, e do IDEMA Carlos Junior e Denise Torres. Da Secretaria da Pesca do RN, Maria Medeiros e da Federação dos Pescadores a pescadora e presidente da Federação Rosangela Nascimento.

Rosangela denunciou que a fiscalização da polícia ambiental realizada, na semana passada, prejudicou dezenas de pescadores que sobrevivem da pesca no Rio Potengi. Rosa – como é conhecida entre os pescadores – disse ainda que ficou surpresa com a ação, pois, em quarenta anos os pescadores nunca foram abordados sobre a proibição de uso de rede no local.

A chefe de fiscalização do IBAMA, Cláudia Zagaglia, explicou que a instrução normativa nº 209, de 25 de novembro de 2008, em seu artigo 02, estabelece que é proibido o uso de quaisquer tipos de redes na atividade pesqueira e que só é permitido o uso de linha de mão ou vara, linha de anzol, enquanto perdurar o período previsto no art. 1 da instrução normativa. Esta instrução proíbe que a partir de 00h do dia 1º de dezembro até às 23h59 min do dia 28 de fevereiro não poderão pescar curimatã, piau, sardinha e branquinha.

A largada das canoas para o reinício das atividades pesqueiras será permitida somente a partir do dia 1º de março. Os policiais presentes na reunião justificaram que a ação seguiu a norma nacional.

A subsecretária de pesca do Governo do RN, Luiza Medeiros, sugeriu que o IDEMA – órgão responsável pela execução da política ambiental no RN – pudesse emitir uma nova norma que possa responder aos anseios dos pescadores do Rio Potengi.

O analista Jean Schmitt destacou que, para uma mudança na norma, é imprescindível ouvir a comunidade acadêmica para um embasamento técnico científico ouvindo todas as partes.


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FIM DE ANO COM ALTA PROCURA POR BUFFETS DE CHURRASCO

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A esperança da renovação faz o período de fim de ano ser de muita união e motivos para confraternizar. E quando celebração e reunião de pessoas queridas remetem a uma mesa farta, é aí que uma das maiores paixões do brasileiro entra em cena: o churrasco. É nessa época que os serviços de churrasqueiros costumam ser mais requisitados, como conta o empresário Alexandre Vieira, proprietário da Magão na Brasa, empresa sediada em Natal.

De acordo com o empreendedor – que atua no segmento há doze anos -, entre dezembro e janeiro, são raros os dias em que não há eventos para realizar. “Sem dúvidas a demanda aumenta exponencialmente [nesses meses]. Graças a Deus, é um período de muito trabalho, com eventos em praticamente todos os dias da semana”, afirma.

Em 2024, a demanda e o prestígio junto aos clientes têm sido especialmente gratificantes. “Graças a Deus, está sendo um bom ano, de muita luta, alguns ajustes e bastante reconhecimento da clientela”, revela Magão.

A Magão na Brasa oferece serviço de buffet de churrasco, incluindo cutelaria, garçons e bebidas. “Brinco, mas é bem verdade, que levamos a churrascaria até sua casa, ao seu evento, à sua confraternização. Levamos tudo, desde a cutelaria até o principal, os cortes de carne – que variam conforme o estilo de buffet contratado”, diz o proprietário.

O corte que faz mais sucesso entre os clientes da empresa é a picanha, “a rainha do churrasco”, nas palavras de Alexandre. Mas o que ganha os pequenos é o coração de galinha. “A criançada adora”, conta.

No entanto, é usual serem servidos nos eventos realizados pela empresa bife ancho, maminha, alcatra, linguiças, coxinha de frango e pão de alho. Outras opções oferecidas são: costelinha suína, fraldinha, coxão mole de sol, coxinha da asa e queijo de coalho. “Mas também temos demanda para cortes nobres”, afirma Vieira.

E não para por aí. Ao final de boas rodadas de carnes e acompanhamentos, o serviço continua com os churrascos doces: queijo de coalho regado com mel de engenho, e abacaxi com canela, mel e açúcar.

De acordo com o empresário, o maior diferencial da Magão na Brasa é o serviço de excelência, aliado à qualidade dos produtos. “Trabalhamos sem enfado com cortes de qualidade, frescos e somos generosos no servir”, ressalta.

Entre os tipos de eventos com os quais a empresa mais trabalha, estão aniversários, casamentos, festas de aprovação e confraternizações, além dos almoços em família. “Somos contratados para os mais diversos tipos de eventos; afinal, sempre cabe um bom churrasco”, diz.

Apesar da alta demanda e do reconhecimento já alcançado no mercado, o proprietário tem expectativas ainda melhores para o próximo ano, no qual aumentará o rol de serviços, oferecendo opções mais requintadas.

“Para 2025, queremos ainda mais. Vamos trazer algumas novidades, por exemplo, os eventos Prime, com quantidade mínima de clientes; um petit comité, com serviço oferecido em tábua de corte em chapa de ferro fundido e cortes especiais – os mais nobres do mercado”, adianta Alexandre.

A Magão na Brasa realiza orçamentos por WhatsApp e por ligação através do número (84) 99865 5674. No Instagram, o perfil é @magaonabrasa.


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IRMÃOS CONTAM “60 ANOS DO GOLPE CIVIL-MILITAR NO RIO GRANDE DO NORTE”

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Nesta quinta-feira (19), será lançado o livro 60 Anos do Golpe Civil-Militar no Rio Grande do Norte, uma obra que revisita a história do golpe de 1964 sob uma perspectiva local, trazendo à tona os acontecimentos que marcaram o período antes, durante e após o golpe no país. O evento acontecerá às 9h, no Auditório Zila Mamede da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com organização de Maria da Conceição Fraga, João Maria de Souza Fraga, Aipê Editora e Caravela Selo Cultural.

Em entrevista ao Diário do RN, João Maria de Souza Fraga explicou a importância do livro ao destacar o foco na história do Rio Grande do Norte, uma área muitas vezes negligenciada nas análises do golpe. “Esse tema, quando tratado, geralmente é centrado em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, criando a impressão de que o golpe se limitou a essas regiões. Mas a realidade é outra: o golpe aconteceu em todo o Brasil, e não poderia ser diferente aqui no Rio Grande do Norte”, afirmou.

A obra é composta por seis partes que discutem, com profundidade, desde a historiografia sobre o golpe até os impactos na resistência local. O primeiro bloco trata das produções acadêmicas sobre o golpe na região, com capítulos que abordam desde a repressão à campanha de alfabetização “Pé no chão também se aprende a ler” até as perseguições a militantes, como os trabalhadores da extração de sal em Macau, um dos focos do movimento sindical no estado.
Outro destaque é a parte que revisita a trajetória de militantes perseguidos, como Luiz Maranhão Filho, Glênio Sá e Luciano de Almeida, figuras emblemáticas na luta contra a ditadura no Rio Grande do Norte. O livro também aborda a postura da Igreja Católica e da OAB diante da ditadura, além da resistência estudantil, com ênfase no protagonismo das mulheres na luta pela democracia dentro das universidades potiguares.

A obra conta com a colaboração de 17 pesquisadores, incluindo mestres e doutores, e é organizada pelos professores Maria da Conceição Fraga e João Maria de Souza Fraga. Em suas palavras, João Maria destacou o valor dessa coletânea de conhecimentos acadêmicos sobre a ditadura no Brasil: “Este livro é um retrato do esforço coletivo de acadêmicos que, por meio de dissertações, teses e artigos, buscam apresentar os diversos recortes da história do golpe e da resistência, uma memória que deve ser preservada e entendida para que possamos refletir sobre os desafios atuais à democracia.”

O livro, mais do que um registro histórico, ganha relevância diante do cenário atual, como ressaltou João Maria: “O estudo do golpe de 1964, ocorrido há 60 anos, se torna ainda mais crucial hoje, em um momento de crise da democracia e de ameaças ao estado democrático de direito, como vimos no 8 de janeiro de 2023, quando a sede dos três poderes foi invadida.” A obra busca não só recordar o passado, mas também fornecer elementos para compreender os desafios políticos e sociais do presente.

A colaboração entre os organizadores e autores tem raízes profundas na trajetória acadêmica e de pesquisa, principalmente na UFRN, onde muitos dos envolvidos desenvolvem seus estudos sobre o impacto da ditadura na história local. A parceria entre Maria da Conceição e João Maria Fraga, promove uma análise detalhada e comprometida com a memória do estado.

O lançamento do livro será um momento para refletir sobre as cicatrizes deixadas pelo golpe civil-militar no Rio Grande do Norte e para lembrar a importância da preservação da memória histórica, essencial para a construção de uma sociedade mais democrática.


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AUTORIDADES PRESTIGIAM LANÇAMENTO DE LIVRO DO JUIZ FEDERAL WALTER NUNES

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O lançamento do livro “Código do Processo Penal do Estado do RN – Uma análise crítica”, do juiz federal e professor Walter Nunes, marcou, nesta segunda-feira (16), um importante resgate histórico e jurídico. O evento ocorreu no novo Memorial do Legislativo Potiguar, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e reuniu autoridades, juristas e acadêmicos para celebrar a obra que revela o pioneirismo do Rio Grande do Norte ao promulgar seu próprio Código de Processo Penal em 1918.

A obra analisa o contexto histórico do período, no qual o pensamento jurídico brasileiro era fortemente influenciado pelo positivismo penal europeu, especialmente pelos teóricos Cesare Lombroso, Enrico Ferri e Raffaele Garofalo. Em meio a essa influência, o estado do Rio Grande do Norte tomou a dianteira ao criar sua própria legislação processual penal, algo raro e significativo no Brasil federativo daquela época.

“Este código representou uma afirmação de autonomia e modernidade do direito potiguar, servindo, inclusive, como um importante indicador para o Código Brasileiro que viria a ser adotado posteriormente”, destacou Walter Nunes.

O Código do Processo Penal do RN consolidou a capacidade dos estados brasileiros em legislar sobre matérias processuais, refletindo os princípios de descentralização trazidos pela Constituição de 1891. A iniciativa potiguar demonstrou o compromisso do estado em acompanhar os avanços jurídicos e sociais da época, servindo como modelo inovador para a legislação nacional.

Na solenidade, importantes juristas potiguares marcaram presença como o juiz federal Marco Bruno e o desembargador aposentado Francisco Barros Dias. Para Walter Nunes, que assinou a obra ao lado do jurista Olavo Hamilton, o Rio Grande do Norte teve uma forte influência no atual Código do Processo Penal brasileiro.

“A análise revela a profundidade do conhecimento de Teotônio Freire. Foi uma personalidade ímpar, um homem extremamente culto e foi o autor intelectual do Código. Foi desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e presidente por 13 anos, o que evidencia uma clara liderança”, explicou Walter Nunes.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), reforçou a importância da obra e do evento. “Esta análise crítica traz à tona o protagonismo e a importância do Rio Grande do Norte no cenário jurídico brasileiro. É uma obra que faz um resgate histórico e coloca nosso estado como um ator fundamental na evolução do direito processual brasileiro”, afirmou.

O evento é o primeiro a acontecer no Memorial do Legislativo Potiguar, espaço dedicado à preservação da memória e cultura do estado. Localizado em um imóvel centenário, o memorial homenageia figuras históricas e reúne acervos legislativos, consolidando-se como um ambiente de reflexão sobre a trajetória política e jurídica do Rio Grande do Norte.


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ÁLVARO DOBROU O VALOR PAGO EM 2023 E QUEIMA DE FOGOS ESTE ANO VAI CUSTAR MAIS DE R$ 6 MILHÕES

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A Prefeitura de Natal vai pagar R$ 6.276.000,00 pelo show pirotécnico do réveillon 2025. Pelo tempo da atração, que será de 15 minutos – segundo informação prestada pela secretária Municipal de Cultura, Danielle Mafra -, serão gastos R$ 418.400,00 por minuto, ou mais de R$ 400 por segundo.

Para comparação, em 2023, o gasto da Prefeitura de Natal com fogos de artifício para a virada de ano e os serviços e aparatos necessários foi de R$ 2.908.639,34, o que significa um aumento 115,77% ou R$ 3.367.360,66.

Além disso, o valor a ser pago pela gestão da capital potiguar é muito mais elevado do que o de cidades como Salvador, que gastará 4.820.000,00; Florianópolis, onde o custo será de R$ 2.843.695,00. Muitas capitais ainda não tiveram a contratação de serviços para o réveillon publicados no Diário Oficial.

A empresa responsável pelo show realizado em Natal este ano é a Guaray Pirotecnia Ltda., que tem sede em Recife. O contrato firmado entre a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e a companhia pernambucana prevê fornecimento de fogos de artifício; balsas; mão de obra especializada e serviços de execução de reboque de balsas, montagem e desmontagem.

Procurada pela equipe do Diário do RN para que explicasse a diferença de valor entre 2023 e 2024, a secretária Danielle Mafra informou que os custos de R$ 2.908.639,34 referentes ao ano passado não incluem os valores das balsas. No entanto, isso não é o que aponta o Extrato de Contrato nº 53/202, enviado à gestora pela reportagem.

Após o recebimento do documento, Mafra informou que ainda assim precisaria verificar a informação. “Vou checar. Há uma diferença sobre isso. Mas vou verificar”, disse. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.

As queimas de fogos estão previstas para ocorrer nas praias da Redinha, Zona Norte da Capital, e de Ponta Negra, na Zona Sul, exatamente na área da engorda, cuja obra deve ser finalizada no mês de janeiro.

Além dos shows pirotécnicos, a prefeitura anunciou atrações musicais na virada de ano. Na Redinha, tocarão Banda Pretta e Cheiro de Amor, e em Ponta Negra, se apresentam Beto Barbosa, Iguinho e Lulinha e Efraim Lima.


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CORDELISTA POTIGUAR UNE BIOLOGIA E VERSOS EM DISCURSO DE FORMATURA

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Um momento solene ganhou um toque especial de cultura nordestina e marcou uma cerimônia de colação de grau da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Ana Beatriz da Costa, agora formada em Ciências Biológicas, não só foi escolhida como oradora de sua turma, mas também surpreendeu a todos ao apresentar seu discurso de forma uma diferente: em cordel.

A inspiração para essa escolha vem de muito antes da universidade. Desde os 12 anos, Ana Beatriz teve contato com a literatura de cordel, e aos 15 anos começou a escrever suas próprias poesias. “O cordel sempre teve presente na minha vida, inclusive na universidade. Hoje eu já tenho mais de 10 cordéis publicados sobre vários temas: religião, educação, política. Desde que eu entrei na faculdade, eu consegui um projeto com a professora, que era de utilizar o cordel como forma de ensino para a própria biologia, onde a gente trabalhou usando animais da Caatinga com os alunos, que foram motivados a escrever um cordel sobre esses animais. Esse projeto foi inclusive o tema do meu TCC” , explica Ana Beatriz.

O discurso de formatura, 100% autoral, foi preparado com muita dedicação de quem sabe que a arte de declamar e rimar já faz parte de sua vida, mas Ana não esconde que teve receio de seu discurso não ser aceito por conta do formato. “Eu tinha receio de que o formato não fosse aceito, pois as regras falavam de um texto discursivo mais formal. Mas decidi arriscar e enviei meu cordel. A surpresa foi imensa quando a comissão aprovou”, conta a oradora.

O discurso foi uma verdadeira homenagem aos colegas de turma e à universidade, com versos que abordaram desde a importância do campus da faculdade até o convívio cotidiano entre os estudantes. “Comecei falando da UFCG, dei um destaque para o campus de CUTEC, que é o do meu curso, falei dos sete cursos, cada curso eu coloquei uma estrofe em homenagem, de forma meio que parafraseando, em um sentido motivacional, os cursos de farmácia, nutrição, enfermagem, química e física, matemática e biologia. Antes de chegar no final, falei um pouquinho sobre o nosso convívio [dos alunos], que é viver nas escadas, o compartilhamento de estudantes de biblioteca, o lanche, que é bem comum lá uma mulher que vem de frente que tem um barraquinho. Por fim, eu fechei trazendo uma mensagem motivacional”, relata Ana Beatriz.

A emoção tomou conta da cerimônia, com muitos professores e familiares visivelmente tocados pela sinceridade e sensibilidade do discurso. “Foi muito gratificante, primeiramente por ter sido escolhida, pensei que devido às regras o cordel não pudesse ser encaixado, mas o pessoal da comissão gostou bastante. Depois que eu terminei de declamar, muita gente aplaudindo, de certa forma, me tocou bastante, muitos professores, muitos pais ali presentes que choraram, porque eu consegui retratar um pouquinho da história. Então para mim foi muito gratificante poder, através do cordel, tocar um pouco as pessoas e ressignificar o quanto elas são importantes ali para o centro acadêmico, para as nossas vidas enquanto estudantes. Não só os professores, mas os familiares, funcionários, todo mundo que trabalha ali presente”, afirma Ana Beatriz.

A relação de Ana Beatriz com o cordel foi inspirada por professores e poetas locais, como Maria Gomes e Cláudio Faustino, em sua cidade natal, Currais Novos. “Esses poetas foram fundamentais para o meu crescimento na literatura de cordel. Eles me ajudaram a perceber a força e a beleza dessa arte”, revela.

O uso do cordel como ferramenta de ensino e expressão cultural está profundamente enraizado na vida de Ana Beatriz, e seu discurso de formatura não foi apenas uma forma de celebrar sua conquista acadêmica, mas também uma maneira de compartilhar a riqueza da cultura nordestina com todos os presentes.

Cordel: a voz da cultura popular nordestina
O cordel, uma forma vibrante de literatura popular, tem suas raízes fincadas na rica cultura do nordeste brasileiro. Originado no século XIX, esse gênero literário é caracterizado por folhetos impressos em papel e ilustrados com xilogravuras, que são vendidos em feiras e mercados. Os temas abordados variam desde histórias de amor e aventuras até críticas sociais e relatos históricos, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.

Os poetas cordelistas, muitas vezes autodidatas, desempenham um papel crucial na preservação das tradições orais da região. Com suas rimas e métricas marcantes, eles conseguem cativar o público, levando a cultura nordestina a diferentes cantos do Brasil. Além disso, o cordel tem se modernizado, incorporando temas contemporâneos e utilizando novas mídias para alcançar um público ainda mais amplo.

Em 2018, o cordel ganhou reconhecimento considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Essa valorização destaca a importância do cordel como um meio de expressão cultural que ressoa com a identidade e as tradições do povo nordestino.


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MÃES DE CRIANÇAS COM TRISSOMIA DO 21 SE UNEM POR UM OLHAR MAIS ACOLHEDOR

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O Grupo Mães T21 surgiu no final de 2021 e se tornou um verdadeiro porto seguro para mães de crianças com Trissomia do Cromossomo 21, popularmente conhecida como Síndrome de Down.

A iniciativa começou com um pequeno grupo de mães que sentiram a necessidade de trocar experiências e oferecer apoio umas as outras, algo essencial para lidar com os desafios que surgem após o diagnóstico. Atualmente, já são mais de 200 mulheres que se uniram em busca de um olhar mais acolhedor e inclusivo para seus filhos.

A coordenadora do grupo, Larissa Almeida, explica como o trabalho começou: “O momento do diagnóstico de um quadro que implica em deficiência é, geralmente, vivenciado como um luto. A família ‘perde’ aquele filho idealizado e precisa conviver com uma série de incertezas, medos, angústias, pressões e, principalmente, preconceitos. Percebemos que, neste primeiro momento, a mãe precisava ser acolhida em suas dores e ser apresentada a um olhar diferente sobre a T21, longe das estatísticas e informações técnicas”, disse.

Foi a partir dessa percepção que o grupo começou a oferecer um acolhimento mais sensível às mães e seus bebês. Inicialmente, cestas de boas-vindas, com mimos e materiais informativos, eram distribuídas por meio de uma colaboração entre as mães mais antigas. No entanto, o aumento da demanda tornou esse modelo insustentável, o que levou à criação de uma estratégia inovadora: a venda de calendários anuais, cuja arrecadação sustenta as atividades do grupo.

Sobre o calendário
Este ano, o calendário traz um tema empoderador: “Profissões”, destacando carreiras que já são ocupadas por pessoas com T21 no Brasil e no mundo. “O único limite para que nossas crianças alcancem seus sonhos é aquele imposto pelo capacitismo e pela falta de apoio”, afirma Larissa, ressaltando a importância de mostrar que a inclusão no mercado de trabalho é possível e necessária.

Com o valor arrecadado pela venda dos calendários, ao preço de R$ 20,00, o grupo consegue continuar suas ações de acolhimento, além de ampliar suas atividades. Além das cestas de boas-vindas, o grupo realiza encontros periódicos para promover o desenvolvimento das crianças e momentos de confraternização entre as famílias. Também prestam suporte a mães que enfrentam dificuldades financeiras, ajudando com custos médicos, exames e alimentação especial, que muitas vezes são inacessíveis para muitas famílias.

Larissa também destaca que o grupo promove encontros quinzenais, de forma virtual, com profissionais e mães experientes, para compartilhar conhecimentos e fortalecer o apoio. O trabalho do grupo também foi reconhecido pelo Governo do Estado. “Ano passado, o grupo recebeu uma comenda do governo do estado, pelo reconhecimento do trabalho realizado na defesa dos direitos das pessoas com deficiência”, disse.

Ainda sem sede própria, o grupo mantém um canal ativo no Instagram (@maest21rn), onde as pessoas podem adquirir os calendários e acompanhar as atividades realizadas. “Através do nosso Instagram, as pessoas podem nos contatar para comprar o calendário e ajudar a manter nosso trabalho”, explica Larissa.

O calendário do grupo T21 é um símbolo de luta, de inclusão e da determinação de famílias que não aceitam os limites impostos pela sociedade. Por meio dele, o grupo continua quebrando barreiras e mostrando que, para as crianças com T21, existe apoio.


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ENGORDA DE PONTA NEGRA DARÁ RETORNO PARA A HOTELARIA JÁ NESTE VERÃO

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Natal costuma figurar em rankings de destinos turísticos mais procurados no país. No entanto, esse resultado nem sempre se reverte em vendas. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), Abdon Gosson, apesar dessa realidade provavelmente não mudar nesta alta temporada, é esperado, sim, um incremento na ocupação hoteleira não só da capital, mas de todo o estado, que deve ficar em torno de 5 a 6% em relação ao ano passado. Para o gestor, esse resultado está relacionado à fase final da obra da engorda da praia de Ponta Negra.

“A gente sente que há uma procura maior e, além dessa procura, está havendo mais vendas; ou seja, provavelmente, teremos uma ocupação média melhor do que a do ano passado. Então, a gente espera para este verão uma ocupação média acima de 70%. A gente não está falando só de Natal, é o destino RN, a nível de Pipa, Natal, Gostoso, até Galinhos. A gente espera que tenha um incremento aí de 5, 6% [em relação ao ano passado]. Se chegar aos 10, será maravilhoso”, afirmou Gosson.

Para o hoteleiro, o provável aumento das vendas será “indiscutivelmente” um fruto do avanço da obra da engorda da praia de Ponta Negra. Ele celebra ainda a realização do Festival Vem Verão – parte da programação do Natal em Natal, realizado pela prefeitura – na área da engorda. “Até a programação do réveillon, que já vai ser na beira da praia [vai trazer um reflexo positivo]. A hotelaria está divulgando junto as agências, operadoras de turismo, que são os grandes vendedores do nosso destino”, disse.

Ele lamenta, no entanto, que a programação do Natal em Natal não seja divulgada com mais antecedência – apesar de já comemorar o avanço na antecipação com que foi anunciada este ano – e a falta de uma divulgação maciça do evento.

“Se ela fosse divulgada 4, 5, 6 meses antes, melhor ainda seria. A gente precisa que a prefeitura divulgue com muita antecedência. Não precisa que já tenha os shows, os eventos programados, o que precisa é uma divulgação maciça a nível de rede social, de imprensa, das grandes agências e operadoras para atrairmos mais turistas para esse evento, especificamente”, pontuou.

Abdon Gosson ressaltou ainda que espera uma gestão firme do Executivo Municipal quanto ao ordenamento da praia de Ponta Negra, para aumentar ainda mais a atratividade a ser conquistada com a engorda. “A gente precisa, na verdade, é que a praia tenha um ordenamento, tenha uma respeitabilidade maior, a cada dia, ao turista que aqui chegar. Se ela for respeitosa, ou seja, for organizada, com as barracas direitinhas, não deixar que aqueles ambulantes invadam a praia, [tiver] limpeza, segurança, [se houver] tudo isso, com certeza absoluta, teremos um retorno significativo e positivo nos próximos anos”.

Festival Vem Verão
O grande destaque da programação do Natal em Natal 2024 é o Festival Vem Verão, que será realizado no trecho da engorda da praia de Ponta Negra e na praia da Redinha, de 27 a 31 de dezembro. Entre as atrações confirmadas estão Pedro Sampaio, Olodum, Cavaleiros do Forró e Grafith. No réveillon, a atração principal será a dupla Iguinho e Lulinha.


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SEMURB DEFINE ZONEAMENTO E TAXA PARA COMERCIANTES DE PONTA NEGRA

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Banhistas, vendedores ambulantes e quiosqueiros da praia de Ponta Negra terão que seguir regras de zoneamento estabelecidas pela Prefeitura de Natal. A região foi dividida em faixas exclusivas para infraestrutura comercial, para práticas esportivas e para o público que deseja levar os próprios guarda-sóis e coolers, as quais receberão as devidas sinalizações.

Neste primeiro momento, a prefeitura está trabalhando para realizar a sinalização visual e a comunicação social para definir essas áreas. De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), Thiago Mesquita, as decisões foram tomadas usando parâmetro internacionais.

“Nós pegamos os quatro quilômetros, pegamos a referência internacional de zoneamento e capacidade de suporte em áreas costeiras, em área de deserto, área de areia; pegamos o formato de Ponta Negra e lá tem índices que a gente estabeleceu e definiu metragem área a área. O que nós estamos fazendo agora é apenas a sinalização visual e as comunicações sociais explicando e definindo, com as próprias pessoas que irão usufruir, que áreas seriam essas”, declarou o gestor.

A prefeitura ainda está realizando uma fiscalização dos comerciantes e demais trabalhadores que atuam na praia de Ponta Negra, os quais precisam utilizar uniforme de acordo com a categoria de trabalho na qual se encaixa. Segundo Mesquita, a inspeção tem sido feita sem dificuldades.

“Em relação à fiscalização, é sempre um trabalho muito controverso. Há sempre uma má interpretação da atividade. Agora, por incrível que pareça, não. Estamos fazendo uma comunicação social adequada, chamamos setor por setor, explicamos e mostramos que é de forma justa que estamos fazendo essa distribuição”, disse.

“Nós temos uma grande vantagem: há um processo judicial em relação a essa questão do ordenamento de Ponta Negra com a participação do Ministério Público, com a Justiça estadual, então, tudo isso a gente também coloca nesse processo, alimenta esse processo e acaba dando mais respaldo a essas ações municipais, inclusive de fiscalização”, completou o gestor.

Cobrança de taxa e licenciamento
Ainda de acordo com Thiago Mesquita, será cobrada uma taxa para quem faz uso comercial da praia de Ponta Negra. O valor será definido de acordo com a metragem do espaço ocupado e conforme a legislação municipal que dispõe sobre regras para o uso e ocupação de espaços públicos.

“Você está ocupando uma área pública, tem que retornar, de alguma forma, para a população. E retorna através dos fundos da secretaria, que são aplicados também em projetos relacionados à infraestrutura do Município etc”, afirmou.

O secretário explicou que a permissão para ocupação de áreas públicas no país deve ser realizada mediante licitação ou concessão com chamamento público, mas que, devido ao impacto social de adotar um desses instrumentos de maneira imediata, a Prefeitura de Natal obteve judicialmente a permissão para adotar uma fase de transição em que será exigido apenas um licenciamento simplificado. Esse estágio deverá durar três anos, podendo ser renovado por igual período.
“Nesse período transitório, a gente vai exigir o licenciamento – simplificado, mas vamos exigir -, alguns parâmetros de acessibilidade, alguns parâmetros de controle adequado de poluição ambiental – se existir. Algumas áreas precisam ter algumas adaptações relacionadas a algumas prescrições urbanísticas. Então, nós iremos exigir e até auxiliar para realmente garantir o mínimo da questão ambiental e urbanística e assinar um termo de compromisso, ter esse registro, fazer a cobrança”, pontuou.

Cobrança municipal para área de Marinha
Questionado sobre a legalidade dessa cobrança monetária para utilização de uma área de Marinha, Mesquita afirmou que o Executivo Municipal aderiu, por meio da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), a um Termo de Adesão à Gestão das Praias (TAGP), o qual transfere ao Município a gestão patrimonial de todas as praias marítimas de seu território, sendo assim, possível a aplicação de taxas por parte da Prefeitura.

“Vários Municípios, várias capitais estão fazendo isso, e nós assumimos essa gestão. Então, podemos, sim [realizar a cobrança para o Município]. Dentro do TAGP está estabelecido o regramento e vamos fazer conforme o termo celebrado com a União”, garantiu.

Urbanização
O secretário afirmou que o início dos serviços relativos à urbanização da praia de Ponta Negra, como a realização dos acessos do calçadão para a faixa de areia, depende do fim do período necessário para a estabilização da obra da engorda.

“Em relação a essa parte da descida do calçadão para areia, a parte da urbanização da nova Ponta Negra, primeiro, nós temos que terminar a engorda, não tem como fazer de forma concomitante. Segundo, nós vamos, depois disso, fazer um acompanhamento e monitoramento por, pelo menos, doze meses”, explicou.

“Nós já temos um conceito, já temos um modelo do que nós queremos fazer para Ponta Negra, mas nós vamos saber exatamente qual é o tempo necessário para estabilizar o talude e a gente poder fazer algo em cima dele (…) Os especialistas falam que [demora] pelo menos dois anos para essa estabilidade”, concluiu o Secretário, titular da Semurb, Thiago Mesquita.


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DOCES NATALINOS E EMPREENDEDORISMO: FEIRA MARCA ENCERRAMENTO DE PROJETO SOCIAL NESTA QUARTA (11)

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Sabores natalinos e empreendedorismo se encontram na Feirinha do Empreendedorismo Social nesta quarta-feira (11), das 9h às 12h, na Agência Sebrae Grande Natal. Na ação, estarão expostos à venda bolotones, bolos de pote, trufas e outros quitutes produzidos por mulheres em situação de vulnerabilidade social. O evento marca o encerramento do projeto “Transformando Açúcar em Oportunidade”, uma iniciativa apoiada pelo Sebrae-RN, validando o aprendizado adquirido pelas participantes ao longo do projeto.

Ao longo de 2024, 120 mulheres participaram de oficinas que ofereceram capacitação em confeitaria, incluindo a produção de ovos de Páscoa, trufas, bolos caseiros e bolotones. Além disso, foram orientadas sobre precificação, divulgação, organização financeira e estratégias de vendas. Todas receberam um “kit semente”, composto por materiais e insumos necessários para a primeira produção, incentivando-as a darem início às vendas e colocarem em prática o conhecimento adquirido.

Como parte da experiência, as participantes também tiveram acesso gratuito ao evento “Papo de Confeiteiras”, onde puderam conhecer o mercado e fortalecer sua confiança em transformar suas vidas por meio da confeitaria.

As ações do projeto contemplaram mulheres das comunidades de Ponta Negra, Favela do Japão e Felipe Camarão. Para a Feirinha, 20 participantes estarão expondo e comercializando suas produções, como bolos caseiros, bolotones, bolos de pote e trufas, fortalecendo a prática empreendedora e gerando renda.

Com o objetivo de promover igualdade de oportunidades, resgatar a autoestima e proporcionar realização financeira, a iniciativa busca criar autonomia para suas participantes. “O principal resultado é oferecer autonomia financeira às mulheres por meio da geração de renda e inclusão produtiva. Isso permite que elas se tornem independentes e alcancem um futuro mais sustentável”, reforça Elisete Lopes, gestora do programa RN Plural.

Neste sentido, a proposta do projeto vai além da capacitação técnica, funcionando como uma jornada de transformação pessoal e profissional. “Ao capacitar essas mulheres na arte da confeitaria e fornecer ferramentas para a gestão de negócios, visamos não apenas transformar a maneira como veem a si mesmas, mas também abrir portas para um futuro mais promissor”, destacou Vivi Costa, confeiteira profissional e ministrante das oficinas.


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FESTIVAL HALLELUYA REÚNE MILHARES DE PESSOAS NO ANFITEATRO DA UFRN

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O Festival Halleluya Natal 2024, um dos maiores eventos de fé e cultura do Rio Grande do Norte, foi realizado entre os dias 6 e 8 de dezembro no Anfiteatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), reunindo cerca de 100 mil pessoas nos três dias de festa, em uma programação repleta de música, momentos de oração e iniciativas solidárias.

A Comunidade Católica Shalom, responsável pela realização do evento, proporcionou aos participantes uma vivência única, onde a fé, a música e a arte se entrelaçaram em uma experiência coletiva. O palco principal recebeu grandes nomes da música católica, como Irmã Kelly Patrícia, Thiago Brado, Adoração e Vida, Cosme, Missionário Shalom, Banda Ecoar, Forró Obra Nova, entre outros. Mas o que realmente marcou o festival foi o clima de celebração, de acolhimento e, principalmente, a conexão com o público que, apesar da diversidade, compartilhou uma experiência comum de alegria e fé.

“O Festival Halleluya Natal 2024 foi um sucesso, porque foi cheio da Graça de Deus. Um público que aderiu A Festa que Nunca Acaba e pôde nos revelar a grandiosidade das promessas de Deus”, comentou Rodielson Bispo, responsável local da Comunidade Shalom.

Além dos shows e apresentações, o festival se destacou por sua forte dimensão solidária. A Campanha Solidária arrecadou uma tonelada e meia de alimentos, que serão destinados a instituições como o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC) e o Espaço de Paz. Para Geysla, representante do GACC, a parceria com o Halleluya tem um impacto profundo na visibilidade e no apoio à instituição. “É superimportante para nós, unir forças junto com a Comunidade Shalom e o Festival Halleluya, esse festival tão importante para toda a sociedade. As doações que recebemos e a divulgação que a instituição recebe, contribui para que mais pessoas conheçam ainda mais a instituição”, afirmou.

Em termos de experiência, o Halleluya 2024 foi muito além do palco. O evento contou com espaços dedicados a diferentes formas de expressão e acolhimento. O Espaço da Misericórdia, por exemplo, foi um local de reconciliação, onde centenas de pessoas participaram de confissões, buscando renovar sua fé. Já o Halleluya Street se tornou um ponto de encontro para os jovens, com batalhas de rimas, apresentações artísticas e um ambiente descontraído, mas também de reflexão e espiritualidade. O festival também não esqueceu das famílias com crianças, com uma programação especial para as crianças no Halleluya Kids, proporcionando aos pequenos uma vivência de fé com missas, louvores e momentos de adoração.

Outro ponto importante foi a movimentação economica promovida pelo evento. “O Halleluya tem impacto direto na economia local. Todos os fornecedores contratados para a estrutura do Festival são da cidade do Natal, além do evento trazer um número elevado de pessoas para a capital potiguar visando a participação na programação e trazendo, em consequência, mais dinheiro para circular na cidade”, disse a Aline Rodrigues, assessora da comunidade. A interação entre a fé e a economia foi um reflexo do crescimento do evento, que se tornou um dos maiores festivais gratuitos da cidade, acessível a todos os públicos.

O Halleluya já tem data marcada para 2025: de 5 a 7 de dezembro. “Halleluya 2025 já está bem aí, e o povo de Natal pode esperar que em dezembro de 2025, o Halleluya Natal voltará, trazendo muita esperança e com muitas outras novidades”, destacou Rodielson Bispo. A expectativa é de que o evento traga novas atrações e amplie ainda mais seu impacto cultural e social, mantendo-se como um espaço de celebração, encontro e transformação para todos.

Conheça a História do Halleluya
O Halleluya Shalom tem suas raízes fincadas em Fortaleza, no Ceará, quando jovens da Comunidade Shalom decidiram criar uma alternativa ao Carnaval fora de época da cidade, buscando dar uma resposta espiritual ao agito do Fortal, nome dado àquela micareta. Foi assim que, nos anos 90, surgiu o Trifast, evento que, com o passar dos anos, se transformaria no que hoje conhecemos como Festival Halleluya.

Em Natal, o evento começou em 2009, e desde então, tem sido uma tradição para os católicos da cidade e de todo o Brasil. “Estamos há 15 anos realizando o Halleluya em Natal, com muito carinho e esforço, sempre com o apoio da iniciativa privada, leis de incentivo e, claro, do trabalho voluntário da nossa comunidade local”, comenta o Bispo Rodielson, responsável pela Comunidade Shalom local. “Este evento traz a esperança de um novo tempo, de renovação espiritual, especialmente nesse período de Advento, quando nos preparamos para receber o menino Deus”, completa.


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COMERCIANTES JÁ RELATAM IMPACTO POSITIVO DA ENGORDA NAS VENDAS

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Com a agitação do verão batendo à porta, a Praia de Ponta Negra, um dos principais cartões-postais do RN, vivencia uma transformação radical. A obra da engorda que visa recuperar a faixa de areia da praia, está a todo vapor e já oferecendo um novo cenário para turistas, moradores e também comerciantes da região.

Wellington da Silva – mais conhecido como Eltinho, o Rei da Ostra – trabalha na praia há 50 anos e conta que a mudança trouxe melhorias significativas. Ele vê a engorda como uma solução para problemas históricos: “Antes, com a maré cheia, ninguém conseguia trabalhar. O mar invadia tudo, atingindo as barracas e indo até as pedras”. Para ele, as obras trouxeram mais estabilidade tanto para o comércio quanto para a segurança dos banhistas. A expectativa para o futuro é otimista: “Agora, com o verão chegando, vai ser casa cheia, e os turistas vão adorar a praia”, diz.

Marco Fuga, paulista que já visitou várias praias do Brasil e fã de carteirinha da Praia de Ponta Negra, também nota as diferenças após a engorda. “Antes, a água chegava até bem perto do calçadão. Agora, com a obra, o mar está mais afastado e isso permite que as pessoas aproveitem melhor, sem a preocupação com a maré alta”, afirma o paulista observando ainda que a engorda faz com que a praia se torne mais acessível o dia todo, permitindo que os turistas aproveitem o local sem limitações. Marco, que veio para curtir o Carnatal, já planeja voltar para a capital potiguar após a conclusão da engorda: “Planejo vir novamente, gosto de vir para cá, é a quarta vez que eu tô vindo aqui em Natal. E agora, melhora com a engorda da praia poruqe não precisa ficar só naquele horário que a maré tá mais baixa”, relatou Marco.

A engorda da praia de Ponta Negra começou efetivamente em 21 de setembro de 2024. A intervenção ocorre ao longo de quatro quilômetros, sendo que, até agora, mais de 2 km já foram concluídos. Com um custo de R$ 73 milhões, a obra está prevista para ser finalizada no trecho que se estende até a altura do Morro do Careca nas próximas semanas.

Expectativas para o Verão
A poucos dias de completar 100% da obra, a engorda de Ponta Negra se prepara para ser a principal atração turística da cidade neste verão. A obra, que caminha a passos largos e está mais da metade concluída, promete transformar a experiência dos turistas e já dá sinais do quanto é importante para fortalecer a economia local. Nildo Santos, comerciante da região há 21 anos, não esconde sua empolgação com o impacto positivo. “Melhorou 100%. Agora, temos espaço para trabalhar tranquilamente, sem as interferências da maré”, afirma. Ele tem grandes expectativas para o aumento nas vendas com o crescimento do número de turistas que visitam a praia.

Anderson Taveira, que trabalha há 15 anos em Ponta Negra, compartilha a sua experiência e as transformações que o projeto trouxe para o seu dia a dia. “Antes da engorda, o nosso trabalho terminava cedo, por volta das 14 ou 15 horas. Agora, com a obra, conseguimos trabalhar até às 17 horas, sem os mesmos problemas que enfrentávamos antes, como o impacto da maré cheia”, explica Anderson.

O ambulante destaca também as expectativas para a conclusão total da obra, que deve ocorrer antes do final do ano. “Agora, com a engorda, esperamos um aumento no movimento, especialmente com a chegada do verão e o aumento do fluxo de turistas. Estamos nos preparando para esse período de alta temporada, que vai ser bom para todos nós”, comenta, referindo-se ao impacto positivo esperado para o comércio local.

Sobre as vendas, Anderson afirma que já percebe um aumento desde o início da obra. “Com a praia mais ampla e o turismo crescendo, as vendas melhoraram. Ficamos mais tempo na praia, e isso tem sido bom para todos. O faturamento já aumentou, com certeza, e esperamos que continue assim”, revela.

Festival “Vem Verão” e Reveillon de Natal
É nesse cenário transformado com a engorda que a cidade de Natal prepara um dos seus maiores eventos de fim de ano: o festival “Vem Verão”. Entre os dias 27 e 31 de dezembro, a Praia de Ponta Negra será palco de shows e atrações imperdíveis, com grandes nomes da música nacional, como Cavaleiros do Forró, Olodum, Grafith e Pedro Sampaio.

O evento, que ocorre no trecho da engorda da praia, celebrará não apenas a chegada do verão, mas também a conclusão dessa parte importante das obras que estão revitalizando o local.

O ponto alto do festival será o show da virada, no dia 31 de dezembro, com a dupla Iguinho e Lulinha, que promete animar a noite e dar as boas-vindas a 2025 com muita festa. O evento promete ser uma verdadeira celebração da cultura, da música e do turismo de Natal, reunindo tanto moradores quanto turistas para aproveitar a animação e o novo visual da praia.


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SER POTIGUAR: NOVA EXPOSIÇÃO DA ARTISTA FERNANDA MEDEIROS REÚNE 21 OBRAS

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Uma exposição de artes vai expressar a essência potiguar em telas, esculturas e desenhos. Trata-se da “Ser Potiguar”, que contempla um conjunto de obras da jovem artista Fernanda Medeiros, de 24 anos, que poderá ser apreciado a partir das 18h da próxima segunda-feira (9), no Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Inspirada, a princípio, pelas belezas naturais de Natal, Fernanda buscou, em seus trabalhos, mostrar os símbolos da estética potiguar e a conexão do povo do Rio Grande do Norte com a natureza. “Sempre acreditei muito na nossa conexão com os outros seres vivos”, contou a estudante de Design.

De acordo com a expositora, a escolha pelo tema das obras veio do seu gosto por retratar a relação com o meio ambiente. “Eu sempre gostei de falar sobre a nossa conexão com a natureza e eu queria mostrar esses diferentes momentos que a gente tem com ela, tanto de uma visão realista, como mais imaginativa. Esses tipos de abordagem diferentes unidas por um fio condutor são evidenciadas nas obras”, contou.

“Além da nossa conexão com a natureza, eu gosto de falar sobre uma maneira diferente de viver, uma vida mais calma, menos corrida. Digo isso porque o nosso ritmo acelerado não nos permite uma vivência plena”, completou.

Amor pela arte
De acordo com Fernanda, a conexão com as expressões artísticas surgiram ainda na infância. “Desde pequena minha mãe dava para mim e para minha irmã um caderninho para a gente se ocupar quando estivéssemos fora de casa, e eu, desde então, levo um caderno para todo lugar”, disse.

Hoje, o processo de construção das obras é uma verdadeira paixão para a futura Designer. “Não tem nada que me faça mais feliz do que fazer arte, é muito gratificante poder construir uma obra que você idealizou”, ressaltou.

Currículo

Mesmo com apenas 24 anos, Fernanda já tem um longo histórico de participações em exposições, iniciado há 7 anos. São exemplos, a Africores, no Encontro Nacional de Graffiti (2019) e a MAR – Movimento Arte de Rua (2021). Fernanda também já foi premiada duas vezes em exposições no Salão Dorian Gray de Arte Potiguar, em 2021.

Ser Potiguar

A exposição terá a abertura às 18h do dia 9, segunda-feira, e continuará aberta à visitação entre os dias 10 e 19, das 9 às 22h, na Galeria do DEART, localizada na Avenida Senador Salgado Filho, 3000 – Lagoa Nova.


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