O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, conhecido pelos ataques ao movimento negro, criticou em suas redes sociais uma academia de ginástica de Natal por tocar músicas de Mano Brown, líder da banda de rap Racionais MC’s, que tem letras com críticas aos problemas sociais do país.
“A pior academia que já treinei fica em Natal/RN e toca Mano Brown o dia inteiro. Essa fase já passou faz tempo.”, postou.
A pior academia que já treinei fica em Natal/RN e toca Mano Brown o dia inteiro. Essa fase já passou faz tempo.🙌🏿🙌🏿🙌🏿
Camargo fez uma série de postagens nesta quarta-feira, 2, criticando o movimento negro e a luta contra o racismo depois da notícia de que o congolês Moïse Mugenyi, de 24 anos, foi espancado até a morte num quiosque da Praia da Barra da Tijuca, no Rio de janeiro.
Os assassinos são pretos e pardos. Vcs já imaginaram como estariam a militância racial, os direitos humanos, políticos do PT e do PSOL e branquelos ofendidinhos das redações se os assassinos fossem brancos? Três meses de matérias no JN e denúncia de racismo na Liga da Justiça!!! pic.twitter.com/63Y8vXqdwt
Camargo já morou em Natal e desde de sua posse na Fundação Cultural Palmares fez uma série de declarações tentando desqualificar o movimento negro, o qual classificou como “escória maldita”, e deturpar a história da escravidão. Entre suas falas públicas, está a de que o Brasil tem um “racismo nutella” e que a escravidão foi “benéfica” para os descendentes dos escravizados. Camargo também excluiu o nome de 27 personalidades homenageadas pela instituição como Elza Soares, Gilberto Gil e Martinho da Vila.
O mundo registrou o maior número diário de mortes pela covid-19, segundo a plataforma Our World in Data, projeto de monitoramento da doença lidado à Universidade Johns Hopkins. De acordo com os dados da plataforma, ontem o mundo registrou 14.303 óbitos causados pela doença. O número é o maior contabilizado desde 7 de maio do passado, quando foram registradas 14.418 mortes.
O novo pico registrado no período ocorre em meio à proliferação da variante ômicron do novo coronavírus. Na média móvel dos últimos sete dias registrada até ontem, de 10.094 mortes, a quantidade é a maior em cinco meses – 27 de agosto de 2021, a média estava em 10.127 óbitos.
Há nove meses, a Índia já enfrentava uma escalada de casos confirmados com a variante ômicron. No Brasil, a população ainda sentia os efeitos da gama.
Apesar da maior transmissibilidade da ômicron, no entanto, os números mostram que os casos começaram a arrefecer, embora a mesma tendência não seja observada nos óbitos. A média de novos infectados, segundo a Our World in Data, está em 3,13 milhões por dia. A quantidade representa uma queda de quase 9% em relação ao recorde de 3,43 milhões registrados em 24 de janeiro.
Veja o ranking de países com mortes por covid-19 nas últimas 24 horas:
A Justiça italiana deu o primeiro passo para pedir a extradição e a apresentação de um mandado de prisão internacional do atacante Robinho e de seu amigo Ricardo Falco, condenados a nove anos de prisão no último dia 19 por violência sexual. A Procuradoria de Milão registrou o pedido de execução da pena nesta semana.
A Constituição Brasileira, promulgada em 1988, não permite a extradição de brasileiros. Por outro lado, o pedido internacional de prisão permite que a dupla seja detida se viajar para fora do País. A Itália também pode solicitar ao governo brasileiro que os dois cumpram a pena do Brasil, mas a possibilidade é remota. O código penal limita a homologação de sentença estrangeira.
De acordo com o jornal Corriere Della Sera, os próximos passos são a coleta de documentos para confirmar a identidade dos dois condenados e a fase de execução propriamente dita, com o envio do pedido de extradição ao Ministério da Justiça. Em seguida, ele deverá ser encaminhado às autoridades brasileiras.
Robinho e Falco foram condenados pela justiça italiana por abusar sexualmente de uma mulher albanesa numa boate em Milão, em janeiro de 2013. A vítima afirmou que seis homens participaram do ato de violência. A dupla brasileira afirma que a relação foi consensual.
A sentença de primeira instância, que já previa a condenação, foi anunciada 2014. Em outubro de 2020, o jogador chegou a ser contratado pelo Santos, mas uma série de protestos fez com que o Santos suspendesse o acordo.
Após a condenação na segunda instância, em dezembro, a juíza Francesca Vitale disse que “a vítima foi humilhada e usada pelo jogador e seus amigos para satisfazer seus instintos sexuais”.
Após a condenação na terceira e última instância, não restam mais recursos para os acusados. O processo contra os outros quatro homens envolvidos no caso está suspenso até o momento, mas pode ser reaberto com a decisão da justiça italiana.
Saiu o Ranking dos Políticos, um canal de “iniciativa da sociedade civil que avalia senadores e deputados federais em exercício, classificando-os do melhor para o pior, de acordo com os critérios que estabelecemos: combate aos privilégios, desperdício e corrupção no poder público. Não somos isentos e temos posicionamento sobre as nossas bandeiras: anticorrupção, antiprivilégios e antidesperdício”.
O senador Styvenson Valentim (Podemos) aparece na 5ª colocação com 8, 79 pontos, caracterizando o melhor posicionado entre os parlamentares do Rio Grande do Norte, seguido, porém ainda distante, pelo deputado federal do PL-RN, General Girão na 48ª 7, 92 com pontos.
Veja a colocação dos parlamentares do RN:
Senador Styvenson Valentim (Podemos) aparece na 5ª colocação com 8, 79 pontos
O deputado federal General Girão (PL) aparece na 48ª 7, 92 com pontos
A deputada federal Carla Dicson (PROS-RN) aparece em 126º, com 7, 33 pontos.
O deputado federal João Maia (PL) está na 131º colocação com 7, 31
A senadora Zenaide (PROS-RN) aparece em 323º com 6, 12 pontos
O senador Jean Paul Prates (PT) aparece na 407ª colocação com 5, 17 pontos
A deputada federal Natália Bonavides (PT) ficou em 504º com 3, 37 pontos
Styvenson postou o resultado nas redes sociais enfatizando que seu “mandato é ético”. “Atenção RN para este repost do @rankingdospoliticos. “Meu mandato é ético, transparente, sem rabo preso e, acima de tudo, comprometido em falar a verdade aos potiguares!”, escreveu.
A Coalizão Negra por Direitos enviará nesta quarta-feira, 2 uma denúncia ao Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial da ONU (Organização das Nações Unidas) pedindo providências sobre a morte do congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, no Rio de Janeiro. Serão apontados os possíveis crimes de racismo e de xenofobia.
A articulação, que reúne mais de 200 entidades, coletivos e organizações do movimento negro, abordou o caso nessa terça-feira, 1, durante uma reunião com o Subcomitê da ONU para a Prevenção da Tortura.
Douglas Belchior, um dos coordenadores da coalizão, defende que o caso ganhe repercussão mundial, como forma de denunciar a violência e pressionar as autoridades a darem respostas.
Em outra frente, a entidade organiza, ao lado de outros grupos, manifestações de rua em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo nos próximos dias.
“Ou a ONU se posiciona, ou será conivente e cúmplice. O mundo precisa saber que o Brasil é um país racista onde, em pleno 2022, é possível que se amarre pelas mãos e pés uma pessoa negra, espanque e mate a pauladas”, afirma Belchior à coluna.
“Há indícios de que milicianos tenham sido responsáveis pelo assassinato brutal de Moïse. A mesma milícia que assassinou Marielle Franco. A mesma milícia que ocupa o poder central do país e gesta a política do genocídio negro brasileiro”, segue.
Moïse foi encontrado morto próximo a um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 24. Sua família diz que ele trabalhava no local e foi espancado até a morte por cinco homens depois de cobrar salários atrasados.
O congolês chegou ao Brasil com 11 anos na condição de refugiado político e morava em Madureira, na zona norte do Rio. Em nota, a comunidade congolesa no Brasil classificou a morte dele como uma manifestação de racismo e xenofobia.
“Por isso, exigimos a justiça para Moïse e que os autores do crime junto ao dono do estabelecimento respondam pelo crime! Combater com firmeza e vencer o racismo, a xenofobia, é uma condição para que o Brasil se torne uma nação justa e democrática “, diz o documento.
Movimentos negros organizam uma manifestação para o próximo sábado, 5, com a família de Moïse em frente ao quiosque Tropicália, onde o congolês foi morto.
O pré-candidato a presidente Sergio Moro (Podemos) classificou a Petrobras como uma empresa atrasada e disse que, caso seja eleito, poderá privatizar todas as estatais, incluindo a petroleira e bancos públicos.
A declaração foi dada em uma palestra para empresários em São José do Rio Preto (415 km de São Paulo), onde o ex-juiz deu início à sua pré-campanha ao Planalto no interior paulista, reduto de seu potencial adversário e governador do estado João Doria (PSDB).
“A Petrobras teve papel importante para o país, mas é uma empresa atrasada, que ainda vive da exploração do petróleo, um combustível que o resto do mundo já não está mais usando. Hoje estamos discutindo outras formas de energias limpas, mais ambientalmente corretas, energias limpas como a energia solar”, disse.
Entre 2014 e 2018, Moro foi o responsável por julgar processos por suspeitas de corrupção na Petrobras e apresenta sua atuação como juiz como trunfo eleitoral. Das suas 45 sentenças, contudo, 8 foram anuladas em instâncias superiores. Ele deixou o cargo e a magistratura em 2018 para assumir o posto de ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro (PL).
Moro ainda fez referência aos bancos públicos como o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, indicando que os privatizaria caso seja eleito presidente da República no pleito de outubro.
“Cada privatização precisa avaliar o momento, mas meu viés é positivo. O assunto não pode ser um tabu, o Brasil precisa quebrar esses tabus. Outro exemplo são os bancos, a Caixa e o Banco do Brasil. Hoje temos os bancos digitais que é [sic] um modelo que deu certo. E estamos presos ao passado. Se for possível privatizar tudo, que se privatize tudo”, afirmou.
Moro cumpre agenda de três dias no interior paulista, tradicional reduto do PSDB, e priorizou encontros com empresários e pastores evangélicos, setores que em 2018 apoiaram majoritariamente o então candidato Jair Bolsonaro.
Acompanha nas agendas no interior o ex-juiz o deputado estadual Arthur do Val (Podemos), pré-candidato ao governo de São Paulo.
Nessa segunda-feira, 31, em sabatina ao jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto, disse prever um cenário catastrófico em caso de um segundo turno entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT).
“Eu votaria em qualquer pessoa que não fosse Lula ou Bolsonaro. Votaria numa cabra se fosse o caso. Mas jamais em um ou outro. Nosso projeto tem melhores chances de vitória”, disse.
Na manhã dessa terça-feira, 1, o pré-candidato participou de um café da manhã no Hospital de Base de São José do Rio Preto, se encontrou com um grupo de cerca de 40 pastores e participou com um grupo de 150 empresários do Lide Noroeste Paulista (Grupo de Líderes Empresariais).
O Lide foi fundado em 2003 pelo hoje governador e presidenciável João Doria, que liderou a entidade nos anos seguintes até afastar-se para a assumir a prefeitura de São Paulo em 2017.
Questionado sobre a visita em redutos de João Doria, Moro não citou o governador paulista, mas disse que vai trabalhar para conquistar o eleitorado do estado de São Paulo.
“São Paulo é muito parecido com o meu estado, o Paraná. Tem muitas similitudes. Nós vamos fazer a mesma coisa que vamos fazer no restante do país: conversar com as pessoas, falar a verdade e ouvir as demandas”, disse.
Nesta quarta-feira, 2, Moro segue em agenda pelo interior paulista e visita a cidade de Bebedouro (384 km de São Paulo). Lá, ele vai participar de um encontro com líderes do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).
O Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, do Sistema Fecomércio RN, pelo terceiro ano seguido, está entre os estabelecimentos consagrados com o Traveller Review Awards, programa realizado anualmente pelo site de buscas e reservas de hospedagens Booking a fim de reconhecer os hotéis mais bem avaliados nas notas de avaliação deixadas por viajantes após a estadia.
O Barreira Roxa recebeu 685 avaliações e com isso atingiu a nota média de 9,3, pontuação que o classificou como estabelecimento que proporciona “experiências incríveis” aos viajantes e o colocou entre os únicos cinco hotéis do estado com nota média acima de 9,0.
“O Traveller Review Awards 2022 se soma aos prêmios que recebemos ao longo de 2021, um ano desafiador para atividade turística, mas que nos provocou um esforço maior para executarmos um serviço ainda mais excelente. Recebemos os ISO de sustentabilidade da ABNT, inédito na América Latina e o Good Travel Seal e Virus-Aware, concedidos pela primeira vez no Brasil pela fundação internacional Green Destinations aos estabelecimentos atestados nas áreas de sustentabilidade e combate à transmissão de doenças virais. E agora começamos 2022 com mais uma premiação que, não tenho dúvidas será a primeira de muitas, pois contamos com uma equipe de colaboradores comprometida em oferecer o melhor atendimento”, comemorou o gerente do hotel, Celso Paiva.
Administrado pelo Sistema Fecomércio RN, por meio do Senac, o Hotel-Escola Barreira Roxa se destaca no segmento turístico local pelo alto nível de excelência desempenhado pela equipe de profissionais, em grande parte formada no Centro de Educação Profissional Barreira Roxa. O hotel pode acomodar até 150 leitos e dispõe de salão de jogos, academia de ginástica, espaço infantil, baby copa e área de lazer. A estrutura ainda oferece o Restaurante Navarro, Bar Teófilo e Café Dorian Gray, espaços abertos ao público e que privilegiam a cultura local desde o cardápio até arquitetura e decoração.
O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca o compromisso da entidade em oferecer serviços de excelência e que favorecem a atividade turística regional. “Os últimos dois anos foram desafiadores para o turismo do RN, com a retomada da atividade em meio ao cenário da pandemia Covid, mas contamos com uma equipe focada em oferecer o serviço excelente. Todos os reconhecimentos que obtivemos nesses últimos dois anos ratificam essa dedicação. A premiação do Booking, em especial, pelo terceiro ano consecutivo revela a opinião dos próprios usuários dos nossos serviços e comprova o cuidado com que fazemos nosso trabalho”, disse Marcelo Queiroz.
O mesmo Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou, com base no princípio da insignificância, denúncia contra o então deputado federal Jair Bolsonaro (PL) por pescar em local proibido, hoje encaminha para manter a condenação de dois pescadores flagrados com equipamentos proibidos e 1,5 kg de lagostas vermelhas em um mar no litoral do Rio Grande do Norte.
O ministro Ricardo Lewandowski negou, em decisão monocrática, provimento a habeas corpus impetrado pela Defensoria Pública da União (DPU) contra a condenação da dupla. O caso foi então levado ao plenário virtual da 2ª Turma da Corte. O ministro Gilmar Mendes já acompanhou o relator, fazendo dois votos a zero para manter a condenação dos pescadores. Mais um voto, e a pena é mantida. Os outros três ministros têm até o próximo dia 7 de fevereiro para divulgarem suas posições.
Os dois pescadores foram condenados a um ano de detenção e multa. Depois, a pena foi substituída por uma restritiva de direitos.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, ao qual o Metrópoles teve acesso, os trabalhadores foram presos em flagrante, na manhã do dia 17 de junho de 2010, nas proximidades da praia de Ponta do Mel, em Areia Branca, no Rio Grande do Norte.
Eles foram flagrados com uma mangueira de compressor de ar para mergulho, uma válvula, um pé de nadadeira, duas máscaras, um GPS, um bicheiro, além de 1,5 kg de lagosta. Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) relatam ainda que os pescadores atrapalharam a ação, uma vez que teriam jogado lagostas e apetrechos de pesca no mar.
Em depoimento prestado na delegacia, a dupla afirmou que sobrevive da pesca, de onde tira o sustento da família, e confessou que o produto é comercializado na cidade.
No pedido de habeas corpus, a DPU explica que inexistem provas de que a conduta dos pescadores tenha prejudicado o meio ambiente significativamente. Ressaltou ainda que a quantidade de crustáceo apreendida foi de apenas 1,5 kg, “quantidade ínfima, o que demonstra a inexpressividade da conduta imputada aos pacientes, reduzido grau de reprovabilidade do comportamento, bem como nenhuma periculosidade social da ação”.
Ao Metrópoles, o autor do agravo regimental em favor dos dois pescadores, o defensor público Gustavo de Almeida Ribeiro, rejeita o discurso de que a não punibilidade da dupla pode abrir margem para que outros pescadores sigam com a pesca ilegal. “Esse mesmo argumento é muito utilizado quando acontece um pequeno furto. A questão é se essa prisão se justifica”, afirma.
No início deste ano, o próprio ministro Gilmar Mendes absolveu um homem condenado pelo furto de uma peça de picanha de R$ 52.
Ribeiro compara a situação com o julgamento da 2ª Turma do STF sobre denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro por pesca ilegal. O atual presidente da República foi flagrado em 2012 pescando na Ilha de Samambaia, em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro. A pesca é proibida no local. Os ministros aplicaram o princípio da insignificância no caso.
O DPU explica ainda que crimes ambientais e seu tratamento são excelentes indicadores de seletividade penal para comparação.
“O desastre de Mariana, por exemplo. Há quantos anos isso aconteceu e ninguém foi condenado? E aí o pequeno pescador vai ser condenado?”, provoca o defensor público. O rompimento da barragem em Mariana (MG) liberou mais ou menos 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, formados, principalmente, por óxido de ferro, água e lama.
Procurado, o STF informou que não irá se manifestar.
DOIS SUSPEITOS PRESOS E A ARMA DO CRIME. FOTO: MONTAGEM/REPRODUÇÃO
Fábio Silva, Alisson Cristiano Alves de Oliveira, de 27 anos, e mais um terceiro que não foi identificado foram presos nessa terça-feira, 1, pelas agressões que levaram à morte do congolês Moïse Kabamgabe no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
Os três presos deverão responder por homicídio duplamente qualificado, impossibilidade de defesa e meio cruel.
Fábio Silva é vendedor de caipirinhas na praia e foi preso em Paciência, também na Zona Oeste. A polícia informou que ele confessou aos agentes que deu pauladas no congolês. Ele estava escondido na casa de parentes.
Alisson, que foi preso na tarde dessa terça, admitiu ter cometido as agressões que resultaram na morte do congolês. Ele se apresentou na 34ª DP (Bangu) e foi levado para a Delegacia de Homicídios do Rio.
Alisson afirmou em um vídeo que “ninguém queria tirar a vida dele”[Moïse] e que o grupo foi “defender o senhor” do quiosque do lado, com quem Moïse teria tido “um problema”, segundo Alisson.
O dono do quiosque onde Moïse trabalhava prestou depoimento à polícia nessa terça e afirmou que o homem não conhece os agressores. Ele negou que havia dívidas com Moïse. Segundo sua defesa, ele estava em casa quando o congolês foi espancado e apenas um funcionário do estabelecimento estava no local no momento das agressões.
A família de Moïse afirma que ele foi morto após cobrar uma dívida atrasada relativa a duas diárias.
Uma barra de madeira, que tinha sido descartada em um mato perto do local do crime, foi apreendida. O delegado também afirmou que as pessoas que agrediram o congolês não trabalham no quiosque. A polícia divulgou imagens das câmeras do quiosque onde o congolês foi espancado até a morte. O vídeo mostra que Moïse Kabamgabe recebeu ao menos 30 pauladas dos agressores — parte delas enquanto estava imobilizado no chão, sem chance de defesa.
Veja abaixo:
🚨 IMAGENS FORTES 🚨 Câmera flagrou três homens agredindo Moïse Mugenyi Kabagambe com socos, chutes e até pedaços de pau e depois tentando reanimar o rapaz #JusticaParaMoïsepic.twitter.com/bIbX0Ah1cT
Com alta de casos e aumento de mortes por Covid-19 em janeiro, em relação a dezembro, o Estado do Rio Grande do Norte registra a maior taxa de transmissibilidade desde o início da pandemia. O índice, segundo dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS/UFRN) é de 1,96.
O aumento de casos de covid 19 e o surto de gripe com o novo vírus da Influenza (H3N3) em todo o Estado provocou vários afastamentos de profissionais de saúde na rede pública do RN em janeiro. No último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública, consolidado até o dia 12 de janeiro, foram 180 licenças médicas temporárias concedidas.
No boletim, são citados os hospitais da Polícia Militar, Tarcísio Maia, Santa Catarina, Rafael Fernandes, Maria Alice e João Machado, além do Hemonorte e do Núcleo de Atenção à Saúde do Trabalhador da Sesap.
O Hospital da PM foi o que registrou mais afastamentos (44, ao todo), sendo 16 por Covid e outros 28 por síndrome gripal. O Hospital João Machado aparece em seguida, com 28 afastamentos, sendo 18 por sintomas gripais.
Só em janeiro, foram registrados 38.644 casos. O número de óbitos foi 134. Já em dezembro, o número de casos foi 5.499 e de óbitos 75.
EX-VEREADOR DE NATAL, O ADVOGADO JÚLIO PROTÁSIO. FOTO: REPRODUÇÃO
O ex-vereador de Natal, o advogado Júlio Protásio, marido da vereadora Ana Paula (PSDC, questionou nas redes sociais nesta quarta-feira, 2, a falta de punição para os Shoppings da cidade por não atenderem ao Decreto do Governo Estadual e exigirem o passaporte vacinal.
O advogado lembrou ainda do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn), que também descumpriu determinação judicial durante paralisação em Natal.
“O RN vai construindo uma nova abrangência para os “inimputáveis”. O Seturn não atende determinação judicial e não recebe punição. Agora, os shoppings estão desobedecendo a determinação judicial do passaporte vacinal. Quem tem poder econômico é inimputável agora no RN?”, postou ele no Twitter.
O RN vai construindo uma nova abrangência para os “inimputáveis”. O Seturn não atende determinação judicial e não recebe punição. Agora, os shoppings estão desobedecendo a determinação judicial do passaporte vacinal. Quem tem poder econômico é inimputável agora no Rn?
Durante o último final de semana, mesmo com decisão da Justiça sobre exigência do passaporte vacinal para restaurantes, bares e shoppings, alguns centros comerciais de Natal estavam permitindo a entrada de pessoas sem a devida comprovação.
A decisão judicial foi publicada na quinta-feira, 27. O juiz Airton Pinheiro determinou a suspensão do artigo 3º do decreto da Prefeitura de Natal que libera shoppings, bares, restaurantes e galerias comerciais de cobrar o passaporte vacinal.
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), utilizou as redes sociais para falar sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19. Na ocasião, ele argumentou sobre a utilização da imagem dos menores de idade para campanhas políticas e ideológicas.
“Fico impressionado com a capacidade de algumas pessoas de jogarem baixo e usarem a imagem de crianças para fazer ataques políticos e ideológicos. Aviso que estou processando todos”, disse.
Como pai, o governador frisou que suas filhas serão vacinadas, mas que não irá expor as crianças “para satisfazer vontade de gente inescrupulosa”. Ele lembrou ainda que apenas ele tem vida pública, não elas.
“Minhas filhas serão sim vacinadas contra a Covid-19! Mas isso não se tornará um ato político, como querem alguns. Sempre defendi a ciência e a vacina, mas não vou expor minhas filhas pra satisfazer vontade de gente inescrupulosa. Quem tem vida pública e política sou eu, não elas”, concluiu.
Fico impressionado com a capacidade de algumas pessoas de jogarem baixo e usarem a imagem de crianças para fazer ataques políticos e ideológicos. Aviso que estou processando todos.
A segurança pública do Rio Grande do Norte iniciou o ano de 2022 com a manutenção de índices positivos no planejamento de redução das mortes violentas. Terminado o mês de janeiro, as estatísticas apontam diminuição de 20% nas ocorrências de Condutas Violentas Letais e Intencionais, os chamados CVLIs, em relação ao mês de janeiro do ano passado.
De acordo com os dados fornecidos pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), em janeiro de 2021 foram registrados 118 homicídios no Rio Grande do Norte, contra 94 casos no ano primeiro mês de 2022. Essa redução de 20% representa, em números absolutos, 24 vidas poupadas no estado.
Ele era ‘apenas’ um rapaz vindo da República Democrática do Congo, país do continente africano com quase todos os índices que estabelecem os parâmetros de uma vida digna, invertidos e repelentes naturais para quem busca o mínimo que se espera da dignidade humana.
Moïse Mugenyi Kabagambe estava no Brasil desde 2014 como refugiado. Apesar de não trabalhar formalmente, buscava o sustento atendendo aos clientes de um quiosque chamado Tropicália, em plena Tijuca, no sempre alegre, bonito e afetuoso Rio de Janeiro, que violentou a música composta pelo negro Gilberto Gil em 1969, e deu um freio para negar que ‘continua lindo’. O Rio pode continuar lindo. Mas uma parte dele foi cenário de horror.
Foi feio. Horrível. Terrível. Uma cena de terror que contrasta com a perene alegria do Rio, do sorriso contagiante dos cariocas.
Um jovem de apenas 24 anos de idade foi brutalmente espancado até a morte. Selvagens que usam nomes de humanos desferiram dezenas de golpes covardes diante de um ser indefeso.
Não há motivo que justifique tamanha brutalidade. Afinal, um ser humano foi espancado por golpes de tacapes até não resistir; e olhe que o africano é resistente a praticamente todas as intempéries e agressividades humanas ou animais. Mas foi demais. Passou da conta.
Tropicália. Quanta ironia. Um movimento musical que surgiu na década de 60 com os rebeldes Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e tantos outros, que ousaram ‘arejar’ a atmosfera nacional com música, cultura, arte. O tropicalismo era a essência da alegria, da diversão. Nunca da violência, do racismo, do preconceito.
Mas foi justamente na barraca Tropicália que o congolês foi espancado até a morte.
Alguns até tentam negar o explícito e irracional racismo que vivenciamos no Brasil. Mas esse é apenas mais um caso em que a cor da pele foi fundamental para decretação de sua morte.
Inevitável afirmar que o fato ocorrido no Rio não teria tido o mesmo desfecho se Moïse fosse branco. Se a melanina que tintura de resistência a pele negra, tivesse tingido a pele daquele jovem sensível ao sol, protegida por filtro solar fator 80, o Tropicália não teria sido palco de um assassinato à sangue frio, em plena luz natural que iluminou essa barbárie.
A cor da pele daquele jovem fez toda a diferença entre viver e morrer.
E isso é inaceitável sob todo e qualquer aspecto que se observe os atos dignos do primitivismo primata de nossa civilização, carente de empatia e abundante em selvageria covarde.
A cor da pele ainda permanece como requisito fundamental para diferenciar o tratamento que recebemos na sociedade, tão fútil quanto estéril e hipócrita, falsa no sorriso aos negros de sucesso raro e grosseira sincera diante dos negros da senzala moderna com carteira assinada.
A dor física sofrida pelo jovem congolês assassinado no Rio, pode ser comparada à dor da impotência de tantos negros que sofrem violência permanente sem reação, humilhados pelos que se acham superiores por ter uma pele com cor diferente, como se a epiderme estabelecesse a personalidade; e a melanina, o caráter.
O grito de dor de Moïse foi sufocado pelos brutamontes covardes do Tropicália. Mas o grito de indignação de todos que repudiam esse tipo de atitude jurássica, tem que ecoar mundo afora para dizer que no Brasil, bárbaros racistas não representam nossa essência.
Que o Rio de Janeiro continue lindo, sob o repúdio coletivo que veste preto, a cor que matou Moïse; mas que vai pintar de indignação e revolta, os palácios que devem fazer Justiça e pintar um arco-íris de uma cor só, nos céus da empatia, para dizer que o preto pode até ser luto momentâneo; mas é definitivamente luz, alegria, resistência… é cor de pele de gente boa e do bem.
O congolês Moïse Kabamgabe foi espancado até a morte depois de cobrar R$ 200 por duas diárias de trabalho não pagas no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Testemunhas afirmaram que Moïse pediu para não ser morto enquanto era espancado. Uma das linhas de investigação averiguadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que apura o caso, é que os homens que o espancaram eram seguranças do quiosque.
Logo após o fato, a internet se mobilizou pedindo “Justiça para Moise”. Parentes do congolês deram depoimentos emocionados a emissoras de TV, pedindo justiça e afirmando que ele amava o Brasil e que havia escolhido viver no país.
Famíliares e amigos do congolês Moïse Kabamgabe pedem justiça. O jovem foi amarrado e morto em um quiosque na Barra da Tijuca, após cobrar os salários atrasados. pic.twitter.com/8pBnac9YP0
Nesta terça-feira (1), a #justicaparaMoise estava entre os assuntos mais comentados do Twitter. O cantor Caetano Veloso se manifestou através de sua conta no Instagram, afirmando que chorou lendo sobre o assassinato do congolês. “Que o nome do Quiosque seja Tropicália aprofunda, para mim, a dor de constatar que um refugiado da violência encontra violência no Brasil. “, publicou Caetano, em referência ao movimento musical dos anos 1960 do qual fez parte juntamente com Gilberto Gil, Rita Lee, Gal Costa, Tom Zé e outros nomes da música brasileira.
O site Ranking dos Políticos elegeu o senador Styvenson Valentim (Podemos) como o melhor parlamentar do Rio Grande do Norte em 2021. Na outra ponta está a deputada federal Natália Bonavides (PT), eleita como a pior.
Entre todos os parlamentares do Brasil, Styvenson é votado como o quinto melhor e Natália aparece na 502º posição, num total de 582 parlamentares.
O site se classifica como “uma iniciativa da sociedade civil que avalia senadores e deputados federais em exercício, classificando-os do melhor para o pior, de acordo com os critérios que estabelecemos: combate aos privilégios, desperdício e corrupção no poder público.”
A pontuação dos parlamentares é calculada de acordo com dados sobre presenças nas sessões, economia de verbas, processos judiciais e votações dos parlamentares nas decisões mais importantes do Congresso.
O Brasil registrou nesta terça-feira 929 óbitos causados pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados neste dia 1º de fevereiro. É o maior número de mortos pela doença desde 19 de agosto de 2021.
Com os registros, o país acumula 628.067 mortes para a doença. A média móvel de óbitos em sete dias avançou para 603, a maior desde 6 de setembro de 2021, quando foram 605 óbitos de média. A média móvel de casos saltou para 186.985, novo recorde da pandemia.
Jean fortalecido com o apoio do PT na base estadual e na cúpula nacional. Foto: Agência Senado
Fazer política é uma arte. Consolidando espaços, mas nem todos conquistam isso com sutileza.
Um exemplo a ser visto é a situação do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, de um lado; e o senador Jean-Paul Prates, de outro.
Carlos Eduardo, sem mandato, bem avaliado eleitoralmente em todas as pesquisas quer seja para disputar o Governo do Estado ou o Senado Federal. Jean, com mandato, mas aparentemente sem densidade eleitoral.
Carlos Eduardo, sem grupo político, sem empatia com a classe política, surfou ao longo desses últimos meses com o aparecimento de seu nome na preferência do eleitorado para disputar a cadeira do senado que hoje é ocupada por Jean ou para ocupar a cadeira da professora Fátima Bezerra, no governo do estado.
Surfa nos resultados das pesquisas, mas perde o foco nas definições. Foto: Elpídio Junior/CMN
Carlos Eduardo surfou e abusou. Um dia, abria conversações com os opositores a Fátima; outro dia, se jogava nos braços de interlocutores ligados a Fátima. Sempre buscando o que lhe seria mais conveniente. Sempre indefinido, confiante no seu aparente capital eleitoral.
Jean só tinha um caminho e sendo assim procurou pavimentar. O caminho de Jean era o de contar com o apoio do seu partido, o PT. E criou essa liga, se portando como fiel integrante petista. Na cúpula e na base. Tem exercido um trabalho parlamentar de destaque que o credencia para que o PT nacional o tenha como membro no Senado Federal antevendo um possível retorno de Lula ao Palácio da Alvorada. Consolidou seu nome na base do PT quando se dispôs e a servir ao partido em qualquer esfera. Seu nome, associado ao de Lula, cresce e muito. Foi altivo, mas com humildade.
Tudo é possível, mas dificilmente o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores irá substituir Jean por Carlos Eduardo na chapa para disputar a vaga do Senado Federal.
Primeiramente, porque já tem um Alves consolidado na chapa de Fátima que é Walter Alves, como candidato a vice-governador e que conta com o respaldo de 40 prefeitos emedebistas e a popularidade de Garibaldi. Segundo, porque o PT sabe que ajudando a eleger Carlos Eduardo ao Senado, dificilmente contará com a reciprocidade no futuro. Terceiro e mais forte motivo: Carlos Eduardo está peremptoriamente descartado pela oposição e conta apenas com um partido sem capilaridade estadual.
Assim é feita a política partidária. Feita de oportunidades, ocupando espaços, mas sem querer todos os espaços.
Em entrevista ao programa 12 em Ponto 98, da 98 FM, nesta terça-feira (1), o deputado federal Benes Leocádio afirmou que desconhece que tenha herdado bases políticas de Henrique Alves em seu favor.
“Amigos sim, herança não tenho conhecimento de ter recebido nenhuma”. afirmou Benes. Ao ser questionado sobre o fato de Henrique ter pedido voto a várias lideranças, inclusive motivo que teria causado o rompimento político com seu primo, Garibaldi Alves, o deputado afirma que isso teria acontecido por uma declaração de voto de Henrique, em 2018.
“Se eu votei uns 30 anos nesse povo (Alves)… qual seria a dificuldade de alguém compreender que em 2018 em que Benes colocava o nome dele a deputado federal de ter o voto de alguém. Será que Benes só serve para apoiar, não para ser votado”, afirma o deputado.
Com relação ao rompimento político entre Henrique e Garibaldi, Benes afirma que não acredita ser ele o causador, que isso “vem de longas datas”.
Em outro momento da entrevista Benes afirma que a candidatura de Henrique é “problema do MDB”.
A visita do ministro do Superior Tribunal Federal (STF) à casa de praia do ministro das Comunicações Fábio Faria, na praia de Pirangi, litoral Sul do RN, no último final de semana, tem repercutido negativamente na mídia.
Toffoli é ministro relator de casos que envolvem diretamente o presidente Jair Bolsonaro. Esse fato, ponto de vista ético está sendo mal visto tanto pelo mundo jurídico como por parte da mídia nacional.
A Revista Veja, repercutiu em matéria do dia 31 de janeiro:
“Chegou ao STF nestasemana de início de trabalho um desses episódios que costumam aborrecer integrantes mais conservadores da Corte. Amigo do ministro das Comunicações Fábio Faria, o ministro Dias Toffoli aceitou passar uns dias na casa de praia de Faria em Natal, no Rio Grande do Norte. Na Corte, a repercussão da visita se deve ao fato de Toffoli ser relator de casos no governo de Jair Bolsonaro. ´Não é que uma coisa tenha ligação com a outra, mas a proximidade poderia ser evitada”, diz um colega do magistrado.
Toffoli, que não é o único ministro da Corte a ter amigos no governo, não pretende comentar o caso.
O blog O Antagonista também destacou o caso usando de ironia: Com a manchete “Descanso merecido”, o texto diz:
“Dias Toffoli passou o fim de semana na casa de praia de Fábio Faria, cujo pai foi beneficiado no ano passado por decisão do ministro”.
Outros veículos também repercutiram o assunto.
O site O Bastidor fez questão de ressaltar que em junho do ano passado Toffoli “suspendeu o andamento de uma ação contra o ex-governador do Rio Grande do Norte Robinson Faria”, dentro da Operação Anteros. “O passeio de Toffoli na casa de praia de Fábio Faria, portanto, deu-se seis meses após a decisão que suspendeu a ação contra o pai do ministro de Bolsonaro”, contou a publicação.
A Operação Anteros apurava possíveis desvios envolvendo a Assembleia Legislativa do RN e o suposto crime de obstrução de Justiça praticado pelo ex-governador Robinson Faria ao tentar comprar o silêncio de uma testemunha.