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novembro 11, 2025


FENACAM MOVIMENTA ECONOMIA E REFORÇA A CARCINICULTURA DO RN CARCINICULTURA

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A aquicultura brasileira, que reúne o cultivo de camarões, peixes, ostras e macroalgas, atravessa uma fase de expansão. Em 2024, o país produziu 210 mil toneladas de camarão cultivado, um aumento de 20% em relação a 2023, movimentando R$ 5 bilhões. A piscicultura alcançou 968 mil toneladas e cerca de R$ 10,2 bilhões em valor de produção, com destaque para Amapá, Paraná, São Paulo e Bahia.

No cenário mundial, o cultivo de camarões deve atingir 7,8 milhões de toneladas em 2025, consolidando o setor como um dos mais dinâmicos do agronegócio global. O Brasil já figura entre os sete maiores produtores do planeta, com forte potencial de crescimento e exportação.

É nesse contexto de avanço e otimismo que será realizada, de 11 a 14 de novembro, no Centro de Convenções de Natal, a 21ª edição da FENACAM – Feira Nacional do Camarão, o maior evento de aquicultura e carcinicultura das Américas.

Para o presidente da ABCC e da FENACAM 2025, Itamar Rocha, o evento reforça o papel do Brasil no cenário global da aquicultura. “A FENACAM é uma vitrine estratégica para ampliar nossa competitividade, trocar experiências e atrair investimentos para toda a cadeia produtiva da aquicultura e da carcinicultura. É um espaço de conhecimento e fortalecimento da relação entre produtores, pesquisadores e empresas do setor”, afirmou.

Com expectativa de superar os R$ 40 milhões em negócios futuros registrados em 2024, a FENACAM reafirma seu papel como hub de conhecimento, inovação e sustentabilidade da aquicultura brasileira. Promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC), a feira deve reunir mais de 7 mil visitantes, 200 expositores e 60 palestrantes nacionais e internacionais vindos de países como França, Bélgica, Noruega, México, Vietnã, China, Singapura, Equador, Chile e Estados Unidos.

Além de uma feira de negócios, a FENACAM é uma celebração da força produtiva e cultural do Nordeste, especialmente do Rio Grande do Norte, onde o camarão é símbolo da culinária, do turismo e da identidade potiguar. A atividade gera milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta toda a cadeia produtiva, que envolve criadores, indústrias, exportadores, logística e o setor gastronômico.

Para os criadores potiguares, o encontro é um momento de visibilidade, integração e oportunidades. “A FENACAM é o momento em que o nosso trabalho ganha reconhecimento. O Rio Grande do Norte tem tradição e excelência no cultivo do camarão, e eventos como este fortalecem toda a cadeia produtiva, do pequeno produtor às grandes indústrias. É uma vitrine de negócios e tecnologia que renova nossas perspectivas, com expectativa de crescimento de até 15% no faturamento em relação a 2024”, destaca o produtor potiguar Newton Bacurau.

Um dos destaques da edição 2025 será o anúncio da Lei Complementar nº 798/2025, sancionada pela governadora Fátima Bezerra, que institui o Programa de Interiorização da Carcinicultura no Rio Grande do Norte. A nova legislação busca expandir o cultivo de camarão para o interior do estado, oferecendo isenção de taxas de outorga e licenciamento ambiental a pequenos e médios produtores. A medida pretende estimular o desenvolvimento econômico regional e gerar empregos fora do litoral.

PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA
A FENACAM 2025 trará uma programação ampla e atualizada, com simpósios técnicos, painéis internacionais e mesas-redondas voltadas aos principais temas da aquicultura moderna, como o uso da inteligência artificial, os desafios do mercado global de camarão, a sustentabilidade e as inovações em nutrição, biossegurança e genética.

A abertura oficial ocorrerá nesta terça-feira (11), às 19h, com a presença de autoridades, empresários e representantes do setor produtivo. As atividades técnicas acontecem das 8h30 às 13h, e a visitação à Feira de Aquicultura será das 14h às 22h, de quarta a sexta-feira.

O evento reunirá o XXI Simpósio Internacional de Carcinicultura, o XVIII Simpósio Internacional de Aquicultura e a III RECARCINA – Rede Nacional de Carcinicultura, com a participação de especialistas do Brasil e do Equador.

Uma das novidades será a Cozinha Show, realizada em parceria com a ABRASEL/RN, que funcionará das 16h às 20h durante todos os dias da feira. O espaço oferecerá demonstrações culinárias ao vivo e degustações de pratos à base de camarão e peixe, valorizando os sabores e a importância econômica da produção potiguar.


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MÚLTIPLOS FATORES INFLUENCIAM NA DIMINUIÇÃO DAS FAMÍLIAS NO RIO GRANDE DO NORTE

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Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o tamanho das famílias potiguares está diminuindo. De acordo com o Censo Demográfico 2022, o Rio Grande do Norte tinha, naquele ano, 326.264 famílias formadas por apenas duas pessoas, o que corresponde a 35,87% do total de famílias residentes no estado. O percentual representa um aumento de mais de dez pontos percentuais em relação a 2010, quando era de 25,63%. Com essa variação, os lares com dois moradores ultrapassaram os formados por três pessoas, que hoje somam 34,09%, tornando-se o arranjo familiar mais comum no território potiguar.

Os dados consideram apenas famílias únicas e conviventes principais residentes em domicílios particulares. O levantamento também aponta uma queda expressiva na proporção de famílias com quatro pessoas ou mais, que passaram de 43,43% em 2010 para 30,05% em 2022. Essa tendência acompanha o cenário nacional, em que o número médio de integrantes por família vem caindo de forma contínua nas últimas décadas.

Outro recorte que chama atenção é o crescimento do número de pessoas morando sozinhas.

Embora as unidades domésticas unipessoais não sejam consideradas famílias pelo IBGE, o levantamento mostra que elas representam uma parcela cada vez maior dos lares potiguares. Em 2022, 16,1% das unidades domésticas permanentes eram formadas por apenas uma pessoa, contra 9,38% em 2010. Isso significa que mais de 183 mil pessoas viviam sozinhas no estado durante o último Censo.

A maioria dessas pessoas é formada por homens, que representam 54,14% do total. O fenômeno, porém, não é restrito ao Rio Grande do Norte. Em todo o país, 13,6 milhões de unidades domésticas foram classificadas como unipessoais, revelando uma tendência nacional de individualização dos lares.

Entre os potiguares que vivem sozinhos, um terço tem 60 anos ou mais. Ao todo, 71.310 pessoas nessa faixa etária residem em unidades unipessoais, número que reflete o envelhecimento da população e a ampliação da expectativa de vida. O Censo também detalha a distribuição por faixa etária: 38.559 têm entre 50 e 59 anos, 30.044 entre 40 e 49 anos, 23.909 entre 30 e 39 anos, 18.271 entre 20 e 29 anos e 1.369 têm menos de 20 anos. Os dados indicam que morar sozinho é mais comum entre as faixas etárias mais elevadas, embora venha crescendo também entre os mais jovens.

Aos 21 anos, a estudante Maria Clara Trigueiro, que vive sozinha há um ano em Parnamirim, representa o novo perfil de morador que busca independência e autoconhecimento. Ela descreve a experiência como libertadora e transformadora, marcando o rompimento com a dependência familiar e o início da autonomia em todos os aspectos da vida. “É quando a gente mora sozinha que corta o cordão umbilical com a mãe, a dependência extrema”, afirma. Apesar dos desafios da solidão e da necessidade de autocontrole, Maria Clara diz ter aprendido a conviver com o silêncio e valorizar sua própria companhia, dividindo o lar “com três quartos e varanda” apenas com seus dois gatos.

A dona de casa Gil da Silva, moradora do bairro Lagoa Azul, zona norte de Natal, também percebe como as transformações familiares alteraram o cotidiano. Ela recorda com saudade o tempo em que sua casa era mais movimentada. “Cheguei a ter seis pessoas morando aqui comigo”, conta.

Hoje, apenas três ainda vivem na residência, e Gil admite que sente falta da agitação dos tempos passados. “Gosto muito de ter a casa cheia. É bom ter gente por perto, embora seja sempre um desafio, porque cada um pensa de um jeito”, reflete, mostrando que, mesmo diante das mudanças, o valor do convívio familiar continua forte.

As mudanças no tamanho e na composição dos lares brasileiros refletem, não apenas fatores como a redução do número de filhos, o envelhecimento populacional, o aumento da expectativa de vida e a valorização da autonomia individual, mas também aspectos culturais, como o adiamento do casamento e a busca por independência, que impulsionam o crescimento de arranjos menores e unipessoais. Essa nova configuração familiar revela uma sociedade em transformação, em que experiências como as de Maria Clara, que associa morar sozinha à liberdade, e de Gil, que valoriza o convívio e o afeto, mostram a diversidade e a ampliação do conceito de família no Brasil.

SOBRE A PESQUISA
O “Censo Demográfico 2022: Nupcialidade e Família – Resultados preliminares da amostra” apresenta informações detalhadas sobre a estrutura familiar no país. O levantamento reúne dados sobre o número de integrantes, composição familiar, nupcialidade, estado conjugal e natureza das uniões, desagregados por idade, sexo, cor ou raça, religião, nível de instrução e classe de rendimento per capita. Os resultados estão disponíveis para o Brasil, grandes regiões, estados e municípios, oferecendo um retrato atualizado das transformações que moldam as famílias brasileiras.

Em todo o Brasil, o percentual de famílias pequenas, compostas por dois membros, aumentou de 28,19% para 38,98% entre 2010 e 2022. Já os lares com quatro pessoas ou mais, que antes representavam 41,08% das famílias brasileiras, hoje correspondem a apenas 29,46%. Os números refletem mudanças profundas nas dinâmicas sociais, econômicas e demográficas do país, como o envelhecimento populacional, a redução da fecundidade e a crescente independência individual, que vêm alterando o perfil dos lares brasileiros.


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AUSÊNCIAS DE FÁTIMA, PAULINHO E ALLYSON MARCAM REUNIÃO DA BANCADA

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A reunião da bancada federal do Rio Grande do Norte, realizada nesta segunda-feira (10) em Natal, foi marcada tanto pela ampla participação de entidades públicas e filantrópicas quanto pela ausência de figuras políticas centrais, como a governadora Fátima Bezerra (PT) e os prefeitos das duas maiores cidades do Estado, Paulinho Freire (Natal) e Allyson Bezerra (Mossoró).

Também não compareceram os senadores Styvenson Valentim (PSDB) e Rogério Marinho (PL), que permaneceu em Brasília para acompanhar a CPMI do INSS.

O encontro, conduzido pelo coordenador da bancada, deputado federal Robinson Faria (PP), teve como objetivo discutir a destinação de R$ 959,8 milhões em emendas coletivas e individuais ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) da União para 2026. A governadora foi representada pela secretária estadual de Planejamento, Virgínia Ferreira, enquanto o prefeito de Natal enviou a vice-prefeita Joanna Guerra para representá-lo.

Robinson Faria destacou ao Diário do RN que o principal desafio da bancada tem sido lidar com os cortes e contingenciamentos orçamentários aplicados pelo governo federal. Segundo ele, o bloqueio de quase 50% das emendas de bancada no último ano prejudicou obras e convênios importantes com os municípios.

“Uma parte foi contingenciada e outra parte foi corte definitivo. Isso prejudicou muitos pleitos de entidades e municípios que já estavam encaminhados. Tivemos que reduzir essas parcerias, que são fundamentais para a governança local”, afirmou.

O coordenador acrescentou que a reunião teve uma das maiores participações já registradas e ressaltou o caráter suprapartidário do encontro: “Foi uma reunião muito produtiva. Nunca vi tantas entidades aqui. E o mais importante: essa é uma reunião que não é de partido político nem de ideologia, é pelo Rio Grande do Norte”.

Prioridades e críticas
Entre os deputados de centro e da ala conservadora, as falas revelaram divergências de tom político e de avaliação sobre o papel das emendas e o comportamento do governo federal.

O deputado Benes Leocádio (União Brasil) reforçou a importância do orçamento impositivo e destacou que metade dos recursos da bancada deve obrigatoriamente ser aplicada em investimentos na área da saúde. Ele citou como prioridades o Hospital de Natal, a Estrada da Produção (São Tomé – Cerro Corá) e parte da BR-104, que liga Macau à divisa com a Paraíba.

“O Estado recebe anualmente uma monta de recursos que nem o governo estadual nem as prefeituras alcançam, graças ao orçamento impositivo. São investimentos que mudam a realidade das regiões”, disse.

A deputada Carla Dickson (UB) criticou o governo federal pelo contingenciamento das emendas e afirmou que o atraso nos repasses compromete áreas essenciais. “O maior desafio é o governo atual pagar o que está contingenciado. Se não consegue pagar num ano não eleitoral, imagine em ano de eleição. É vergonhoso o RN ainda decretar calamidade por seca e depender de carro-pipa depois de tantos anos de governos de esquerda”, disparou.

Na mesma linha, o deputado General Girão (PL) apontou desorganização na execução orçamentária e disse que os bloqueios sucessivos estão atrasando obras importantes.

“Já tivemos corte, depois bloqueio, e agora outro bloqueio. Alguma coisa está errada nessa máquina administrativa. É claro que obras são prejudicadas. Por exemplo, a estrada que sobe a Serra de Santana acabou ficando para trás. E a gente sabe que também faltou aqui, e deve estar faltando dinheiro para tocar a reta Tabajara. E me preocupa quando a gente, no meio dessa confusão toda, a gente tem mais uma política de anunciar a duplicação da BR-304”, afirmou.

Defesa da estrutura e equilíbrio orçamentário

Parlamentares divergem sobre cortes e uso dos recursos. Bancada tem até dezembro para chegar a um consenso sobre destino das emendas – Foto: Reprodução

Do outro lado, os parlamentares da base governista defenderam equilíbrio fiscal e responsabilidade no uso das emendas. O deputado Fernando Mineiro (PT) afirmou que os recursos devem ter foco em infraestrutura e serviços públicos essenciais. “Não podemos ter emendas picotadas. Devem fortalecer as cidades, a saúde, a educação e a agricultura familiar. É preciso concentrar esforços em projetos que melhorem a vida da população”, disse.

A deputada Natália Bonavides (PT) foi mais crítica à atual estrutura de distribuição de emendas e apontou desequilíbrio na relação entre o Legislativo e o Executivo.

“As mudanças feitas nos governos Temer e Bolsonaro deram ao Congresso um volume de recursos incompatível com o que a Constituição prevê. Hoje o governo federal tem discricionariedade sobre apenas 3% do orçamento, o que engessa políticas públicas e compromete a gestão nacional”, avaliou.

A senadora Zenaide Maia (PSD) também defendeu a priorização de áreas essenciais como saúde, educação e segurança, e chamou atenção para os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Quase metade do orçamento do país é comprometido com juros e serviços da dívida. Precisamos repensar esse modelo e garantir o financiamento de políticas públicas que salvam vidas.

Educação, saúde e segurança não podem ser tratadas como gastos”, afirmou.

Ao final da reunião, Robinson Faria reiterou que a bancada deve chegar a um consenso até dezembro sobre o destino das emendas. Cada um dos oito deputados federais do Estado vai dispor de R$ 40.252.007,31, totalizando R$ 322 milhões e cada um dos três senadores, o valor de R$ 74 milhões, no total de R$ 222 milhões. Portanto, as emendas individuais somam R$ 544 milhões. Já o valor da emenda de bancada (coletiva) previsto é de R$ 415,75 milhões.

“As divergências existem, mas o objetivo é único: garantir que esses recursos cheguem à população e fortaleçam o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, concluiu.


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BENES DEFENDE CONSENSO NA DIREITA: “É UM PLEITO PARA PRIMEIRO TURNO”

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O deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) declarou que o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, é hoje o único nome com consenso definido dentro de um bloco, a Federação União Progressista, que reúne o União Brasil e o Progressistas, para a disputa ao Governo do Estado em 2026. Segundo Benes, a federação já está “torcendo, trabalhando e esperando” que o gestor mossoroense confirme sua candidatura, por entender que ela nasce “do anseio popular” e não de um arranjo de lideranças políticas.

“Hoje a União Progressista é o único bloco já definido, torcendo, trabalhando e esperando que realmente ele concretize sua candidatura para se somar a essa vontade popular que a gente tem percebido no dia a dia”, afirmou o parlamentar.

Benes destacou que Allyson desponta com ampla vantagem nas pesquisas divulgadas até o momento, reflexo de uma aprovação popular que, segundo ele, extrapola os limites de Mossoró. O deputado avalia que o desempenho de Allyson como gestor municipal e sua recondução à Prefeitura, com votação expressiva, são indicativos da força de seu nome em nível estadual.

“O nome do prefeito de Mossoró, nosso colega de União Brasil, tem despontado hoje em todas as pesquisas, com uma expressão popular muito significativa. É uma candidatura que nasce do anseio popular, da opinião pública, sem o direcionamento das lideranças, que até o momento, têm sido muito tímidas em relação à candidatura dele”, observou.

Benes Leocádio também defendeu a necessidade de unidade entre os grupos da direita e centro-direita para fortalecer o projeto de oposição ao governo estadual. Segundo ele, o momento é de convergência, e a consolidação do apoio a Allyson poderia garantir a vitória ainda no primeiro turno.

“O sistema governista já é combatido por toda a opinião pública. Um governo que tem desaprovação nas alturas faz com que qualquer nome, qualquer postulante, já saia forte nesse enfrentamento. Ademais, é torcer para que o grupo do espectro político de centro-direita possa se juntar, se reunir e levar uma candidatura única. Tenho a impressão e expectativa de que é um pleito para decisão em primeiro turno, se Deus quiser”, afirmou.

O parlamentar ponderou, contudo, que caso a unidade não se concretize, o campo oposicionista deve respeitar a disputa democrática e deixar que o eleitorado potiguar defina os rumos no segundo turno.

Ao comentar o cenário para o Senado em 2026, Benes citou nomes que considera competitivos e com reconhecimento popular. Ele destacou o desempenho do senador Styvenson Valentim, com quem mantém boa relação política, e também o nome da senadora Zenaide Maia, que, segundo as pesquisas, surge como forte candidata à reeleição.

“O senador Styvenson Valentim faz um excelente trabalho, tem uma parceria muito forte com os gestores municipais e também uma avaliação positiva junto à opinião pública. A senadora Zenaide, pelo que sinalizam os números, também é uma forte candidata à sua recondução e poderá contar, se Deus quiser, com a simpatia e o entendimento do bloco que tem a pré-candidatura do prefeito Allyson Bezerra ao Governo”, finalizou o deputado.


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CARLA CONFIRMA FILIAÇÃO AO PL E DIZ QUE DECISÃO INDEPENDE DE NINA

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A deputada federal Carla Dickson (UB) confirmou que será pré-candidata à reeleição pelo Partido Liberal (PL), reforçando seu alinhamento ideológico com a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Rogério Marinho, que preside a sigla no Rio Grande do Norte. A parlamentar afirmou que sua escolha se baseia em princípios e na coerência com o discurso político que defende, e não na composição da nominata, mesmo com a possível presença de nomes como Nina Souza (UB), atual secretária municipal de Assistência Social de Natal.

“Sou pré-candidata a deputada federal e vou concorrer pelo PL. A minha decisão em relação ao PL independe de quem for fazer a nominata. Eu não estou presa em quem for compor a nominata.

Eu estou presa ao discurso, à ideologia, ao que eu acredito, aos meus princípios”, declarou Carla.

Anteriormente, a deputada destacou que, ao avaliar uma mudança partidária, considerou tanto a afinidade ideológica quanto os cálculos de proporcionalidade eleitoral. No início das discussões, Carla havia dito que a permanência na federação União Progressista seria inviável em uma nominata que reunisse lideranças como Benes Leocádio, João Maia, Robinson Faria e Nina Souza.

Agora, com a definição de que seu projeto político será pelo PL, a parlamentar afirma que está convicta da escolha.

“A decisão foi amadurecida. O PL é o partido com o qual eu mais me identifico. Tenho uma trajetória pautada por princípios cristãos, pela defesa da família e por uma atuação coerente com o que o partido representa hoje”, pontuou.

Carla Dickson reafirmou apoio ao senador Rogério Marinho, nome do PL que deve liderar a chapa majoritária de oposição ao governo estadual em 2026. Em relação à disputa para o Senado, a deputada disse que ainda está em diálogo com possíveis candidatos, incluindo o presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Pereira, e os senadores Styvenson Valentim e Coronel Hélio Oliveira.

“A majoritária hoje é o senador Rogério Marinho, que faz parte do meu partido. Para o Senado, eu ainda estou conversando. Eu conversei com o Babá Pereira, mas não sei se ele vai manter a candidatura. Eu sou mulher de palavra e disse a ele que, se for candidato, um dos meus votos será dele. O outro voto ainda estou conversando com o Styvenson e o Coronel Hélio”, explicou.

A deputada também confirmou que seu grupo político no Rio Grande do Norte é composto por ela própria e pela deputada estadual Camila Araújo, ambas alinhadas ao campo conservador.

“Na majoritária, estamos com Rogério Marinho. Na proporcional, seguimos com Camila Araújo e nosso grupo, sempre com o mesmo propósito: representar o eleitor conservador potiguar”, afirmou.

Questionada sobre a eleição presidencial de 2026, Carla foi direta: “Para presidente da República, quem for concorrer contra Lula”, resumiu.


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