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RAFAEL MOTTA FALA SOBRE CANDIDATURA AO SENADO E AFIRMA: “QUEM DIZ ISSO É O POVO DO RIO GRANDE DO NORTE”

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FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE/JOVEM PAN NEWS NATAL

O deputado federal Rafael Motta (PSB), cotado para disputar uma vaga ao Senado no pleito de outubro, falou, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal (93,5 FM), sobre sua candidatura e afirmou que “quem diz isso é o povo do Rio Grande do Norte”.

“Esse projeto nasce em um momento em que eu percorro muito o estado do Rio Grande do Norte, ando todo fim de semana conversando com prefeitos, lideranças e pessoas sem mandato. As pessoas não querem votar nos nomes que estão aí a postos. Não querem votar em ambos (Rogério Marinho e Carlos Eduardo). Desde a classe política, até os não mandatários. Isso é sintomático”, disse Rafael Motta. Questionado se sua pré-candidatura ao Senado não teria volta, ele disse que “quem diz isso é o povo do Rio Grande do Norte”. “Ninguém age somente na paixão e no amor. Tem que ter uma análise técnica. Nosso projeto é de Senado. Temos tido pesquisas informais que é o apontamento espontâneo da população para nosso nome”, afirmou.

Motta falou ainda sobre seus adversários na corrida ao Senado. Sobre o ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), chamando-o de “pai das reformas”, ele afirmou que Marinho não vai concorrer ao Governo do Estado por medo.

“É curioso ele fazer essa crítica porque não colocou o nome à disposição para o Governo do Estado. Já que tem tanto conhecimento de causa e já que o potiguar apela por reconstrução, por que não disponibilizou o nome? O mais importante é ter a governabilidade. Faltou um pouco de coragem pela pouca viabilidade e pouco apreço do povo do Rio Grande do Norte tem por ele. Ele sabe que foi rechaçado desde a época de deputado federal, não conseguiu a reeleição, porque a gente colhe o que a gente planta”, disparou Rafael Motta.

Já sobre Carlos Eduardo, ele disse que o ex-prefeito de Natal não demonstra coerência na política e relembrou apoio do pedetista a Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição de 2018.

“É uma incógnita. Dependendo do momento, ninguém sabe como vai caminhar. Três anos e meio atrás estava pedindo voto para Bolsonaro e hoje é Lulista de carteirinha. Essa falta de coerência a política não aceita mais”, afirmou o deputado.


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