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março 11, 2026


“NOVA PONTA NEGRA”: TERCEIRA AUDIÊNCIA PÚBLICA CONSOLIDA PROPOSTAS PARA PROJETO

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A Prefeitura do Natal realizou na manhã desta terça-feira (10) a terceira e última audiência pública do projeto “Nova Ponta Negra”, que prevê a requalificação da orla de Ponta Negra, encerrando o ciclo inicial de encontros destinados à escuta da população e à consolidação de contribuições para o futuro projeto de urbanização da orla. O evento ocorreu na sede da Associação dos Moradores dos Parques Residenciais Alagamar e Ponta Negra (AMPA) e reuniu representantes do poder público, do setor turístico e da sociedade civil.

Participaram da audiência secretários municipais, representantes do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes e Similares do Rio Grande do Norte (SHBRS/RN) e da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), além de comerciantes, moradores e outras entidades representativas da região. O vereador Irapoã Nóbrega, vice-presidente da Comissão de Indústria, Turismo, Comércio e Empreendedorismo da Câmara Municipal de Natal, também esteve presente representando o Legislativo.

Durante o encontro, foi apresentado o diagnóstico consolidado a partir das oficinas e audiências públicas realizadas desde fevereiro deste ano. Ao todo, quase 200 contribuições foram registradas ao longo do processo participativo, reunindo sugestões encaminhadas por moradores, entidades, profissionais do setor turístico e representantes da sociedade civil. As propostas foram coletadas tanto em encontros presenciais quanto por meio de canais de participação abertos pelo Grupo de Trabalho Nova Ponta Negra.

Durante a audiência, o secretário municipal de Concessões, Parcerias, Empreendedorismo e Inovações (Sepae), Arthur Dutra, destacou que a participação popular foi determinante para fortalecer o planejamento do projeto. “Recebemos quase 200 contribuições pelos canais que os grupos de trabalho abriram, que enriqueceram o projeto. Esse processo foi intensificado pela participação popular. Essa é a fase final do projeto para o lançamento do edital do concurso, que vai ser impregnado de muitas contribuições que a cidade trouxe”, afirmou.

Segundo o secretário, o envolvimento de diferentes setores da sociedade ampliou o debate sobre o futuro de Ponta Negra, um dos principais cartões-postais da capital potiguar. “Agradeço o empenho das entidades e da população durante todo esse processo. Sem essa participação o projeto não teria o mesmo valor e a mesma qualidade que estamos conseguindo construir.

Estamos todos em prol de Ponta Negra, que é o nosso principal cartão postal”, acrescentou.

A audiência desta terça-feira encerrou o ciclo de três encontros públicos promovidos pela Prefeitura para discutir as diretrizes do projeto. A primeira oficina foi realizada no dia 23 de fevereiro e marcou o início do processo de escuta com moradores, comerciantes e representantes do trade turístico.

Durante a programação, o diretor de Planejamento Urbanístico e Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), Luiz Augusto Correia, apresentou os principais dados ambientais já existentes sobre a área de intervenção na orla de Ponta Negra.

Segundo ele, as informações utilizadas no diagnóstico foram reunidas a partir de estudos técnicos já realizados por diferentes órgãos da administração municipal.

“Esses dados foram reunidos a partir de levantamentos já existentes na Semurb, na Secretaria Municipal de Infraestrutura e em outros estudos técnicos relacionados ao território. Esse conjunto de informações foi organizado para subsidiar tecnicamente o concurso público e orientar os profissionais que irão apresentar propostas para a intervenção na orla”, explicou.

Para o vereador Irapoã Nóbrega, o debate sobre o futuro de Ponta Negra precisa envolver não apenas os profissionais do setor turístico, mas toda a população. Segundo ele, o desenvolvimento da região deve estar associado à preservação ambiental e à valorização do patrimônio natural.

“Não só quem trabalha diretamente com o turismo, mas toda a população merece um turismo de meio ambiente e sustentável para a nossa cidade. A gente precisa unir essas duas ideias, porque Natal precisa se desenvolver bem mais do que vemos hoje”, afirmou.

O vereador também ressaltou que as críticas e sugestões apresentadas durante o processo participativo podem contribuir para fortalecer o planejamento da nova orla e o desenvolvimento turístico da cidade. “A gente vê as pessoas comparando a nossa orla com a de outros estados, mas precisamos somar esforços, unir o setor formal e o informal, hotéis, guias e comerciantes, para que Natal se desenvolva mais e consiga manter o turista dentro da cidade”, disse.

A audiência pública também contou com espaço para manifestações da sociedade civil, mediante inscrição prévia e dentro do tempo estabelecido no regimento do encontro. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal oficial da Prefeitura do Natal no YouTube, garantindo transparência e acesso público às discussões.

Sobre o “Nova Ponta Negra”
O projeto Nova Ponta Negra prevê a requalificação urbanística e paisagística da orla, com diretrizes voltadas à melhoria da infraestrutura, ampliação de áreas verdes, criação de espaços de convivência, conforto térmico, iluminação pública e ampliação da acessibilidade. A proposta também busca reorganizar o uso dos espaços públicos e fortalecer o potencial turístico da região.

A iniciativa ganhou impulso após a conclusão da obra de engorda da praia, finalizada em janeiro de 2025, que ampliou a faixa de areia em até 100 metros. A partir dessa nova configuração, a Prefeitura iniciou o processo de discussão sobre o planejamento urbanístico e paisagístico da área.

O processo participativo integra a fase preparatória do Concurso Nacional de Arquitetura e Urbanismo que será promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), com apoio técnico da Prefeitura e acompanhamento do Grupo de Trabalho Nova Ponta Negra. A expectativa é que as propostas apresentadas no certame reflitam as demandas levantadas ao longo das audiências e oficinas.

Com a conclusão das audiências públicas, o Grupo de Trabalho Nova Ponta Negra dará continuidade às próximas etapas do processo, que incluem a elaboração e o lançamento do edital do concurso nacional de arquitetura. A iniciativa deverá selecionar a melhor proposta de urbanização e paisagismo para a orla da Praia de Ponta Negra, avançando no projeto de requalificação de um dos principais cartões-postais de Natal.


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“PARA MIM É PÁGINA VIRADA E VAMOS EMBORA”, DIZ NINA SOBRE UNIÃO BRASIL

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A vereadora licenciada de Natal e secretária municipal de Assistência Social, Nina Souza (União Brasil), afirmou que recebe “com tranquilidade” a nota divulgada nesta terça-feira (10) pela direção nacional e estadual do partido que nega a concessão de carta de anuência para mandatários no Rio Grande do Norte. A manifestação foi publicada após reportagem do Diário do RN revelar articulações políticas que indicavam a possibilidade de liberação de vereadores da legenda para disputar as eleições de 2026 por outras siglas sem risco de perda de mandato.

Assinada pelo presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, e pelo presidente estadual da sigla, José Agripino Maia, a nota afirma que, conforme o estatuto do partido, a concessão de carta de anuência depende de decisão colegiada da comissão executiva competente e da convergência de três quintos dos votos de seus membros. O documento afirma que “não houve e não haverá a expedição de carta de anuência para nenhum mandatário no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte”.

A resposta do partido confronta informações publicadas pelo Diário do RN nesta terça-feira, segundo as quais articulações do prefeito de Natal, Paulinho Freire (UB), junto à direção nacional da legenda teriam garantido a anuência para vereadores do partido migrarem para outras siglas dentro do projeto político da direita potiguar para 2026.

Entre os nomes citados nas articulações estava Nina Souza, que já anunciou que disputará uma vaga na Câmara dos Deputados na nominata do PL. Diante da nota divulgada pela direção do União Brasil, a vereadora afirmou à 98 FM que seguirá seu caminho político sem confrontos com o partido.

“Olha, eu recebo com tranquilidade essa nota, porque num passado bem remoto, o União Brasil aqui no município foi um partido que nós acolhemos, que nós resolvemos ingressar nele.

Fizemos o nosso trabalho, o nosso papel, trabalhamos juntos para que ele fosse erguido. Então hoje ele é um partido que criou envergadura, tem vereadores, deputados estaduais e tem também deputado federal. A questão de dar ou não a carta é discricionária. Eu sei das consequências. E os mandatos que eu tive, quem me deu foi o povo. E só o povo pode tirar”, afirmou.

A vereadora ressaltou que pretende seguir com o projeto político já anunciado e que não pretende entrar em embates com a legenda. Para Nina, mesmo correndo risco de perda do mandato, há potencial de se eleger deputada federal, e mesmo assim, ela tem espaço garantido à frente da pasta de assistência social do município.

“Vou para a minha missão. Minha missão será na legenda e vou entregar ao povo do Rio Grande do Norte o meu destino político, com muita tranquilidade. Sem brigas, sem embates com ninguém. Não quero brigas nem embates com ninguém. Recebo tranquilo e vou seguir a minha vida e o meu trabalho como sempre fiz. Então é isso. Para mim é página virada e vamos embora”, completou.

Além de Nina, outros vereadores do União Brasil em Natal são citados nas articulações políticas que envolvem a reorganização das nominatas para 2026. Entre eles estão Camila Araújo e Robson Carvalho, mencionados como possíveis reforços em chapas proporcionais de partidos aliados ao grupo político que reúne o senador Rogério Marinho (PL), o prefeito Paulinho Freire, o senador Styvenson Valentim (PSDB) e o ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos).

Procurada pelo Diário do RN, Camila Araújo confirmou apenas que pretende deixar o União Brasil para se filiar ao PL, mas não respondeu se aceitaria fazer a mudança sem a carta de anuência do partido. Já o vereador Robson Carvalho não respondeu aos contatos da reportagem.

As articulações fazem parte de um movimento mais amplo de reorganização partidária do grupo político de direita no Estado, que também envolve conversas para que o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, assuma o comando do Republicanos no Rio Grande do Norte e conduza a formação das nominatas do partido para a disputa proporcional de 2026.


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EMPRESÁRIO FLÁVIO ROCHA PODE SER CANDIDATO AO SENADO NO PLEITO 2026

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O nome do empresário potiguar Flávio Rocha passou a circular com mais intensidade nos bastidores da política do Rio Grande do Norte como possível integrante de uma chapa majoritária nas eleições de 2026. O empresário tem sido sondado por lideranças ligadas aos principais grupos de oposição no Estado para disputar uma vaga no Senado Federal.

Nos últimos dias, interlocutores de diferentes correntes políticas iniciaram conversas informais para avaliar a viabilidade de uma eventual candidatura do ex-deputado federal, que atualmente se dedica às atividades empresariais.

De um lado, aliados do senador Rogério Marinho avaliam que Flávio Rocha possui perfil competitivo e poderia fortalecer uma chapa majoritária encabeçada pelo ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Nesse cenário, o empresário seria um dos nomes cotados para disputar o Senado, ao lado do atual senador Styvenson Valentim, que vai em busca da reeleição.

Em outra frente política, o ex-senador José Agripino Maia também tenta atrair o empresário para o campo político que se articula em torno do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, buscando reforçar o palanque oposicionista para o pleito estadual.

Procurado pela reportagem do Diário do RN nesta terça-feira (10), Flávio Rocha confirmou que tem acompanhado as movimentações, mas afirmou que, por enquanto, há mais especulação do que definições concretas sobre o tema.

O empresário fez questão de enfatizar que não está trabalhando candidatura ou postulação em relação ao pleito de 2026, mas não se negaria a participar de uma chapa majoritária na condição de candidato ao Senado, desde que houvesse interesse do grupo político ligado ao senador Rogério Marinho “Existe muita especulação em torno do assunto. Fico honrado por ter meu nome lembrado. Seria uma grande honra representar o Rio Grande do Norte no Senado da República”, afirmou o empresário, mantendo cautela sobre definição concreta.

Nos bastidores, há informações de que o grupo ligado ao senador Rogério Marinho já externou interesse em ter Flávio Rocha na chapa ao lado de Styvenson. O prefeito Paulinho Freire, o ex-prefeito Álvaro Dias, o pré-candidato a vice de Álvaro, Babá Pereira e até mesmo Styvenson, torcem que Flávio Rocha seja o candidato ao Senado na chapa de oposição. O impasse está no senador Rogério Marinho, que já havia dado a palavra que o espaço seria ocupado pelo militante bolsonarista Coronel Hélio e teria dificuldades em contornar a situação. Emissários dos aliados de Rogério tentam convencer Coronel Hélio que Flávio Rocha somaria mais ao grupo, ajudando inclusive em relação à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, pela representatividade nacional que ostenta atualmente o empresário potiguar.

Empresário, formado em Administração, Flávio Rocha já teve passagem pela Câmara dos Deputados por dois mandatos consecutivos (1987-1991 pelo PL e 1991-1995 pelo PRN) e mantém forte inserção no debate econômico nacional, além de relações políticas construídas ao longo de décadas de atuação pública e empresarial. Nos bastidores, analistas políticos avaliam que, caso aceite entrar na disputa, seu nome pode alterar o equilíbrio das articulações da oposição para 2026.

Enquanto as conversas seguem em estágio inicial, lideranças políticas continuam avaliando cenários e buscando composições capazes de unificar diferentes grupos oposicionistas no Estado. A definição sobre eventuais candidaturas, no entanto, ainda deve passar por um longo processo de negociações até o período pré-eleitoral.


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MINEIRO SOBRE ESCALA 6×1: “EXTREMA DIREITA TRABALHA CONTRA O POVO”

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A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias por semana e tem apenas um dia de descanso, começou a tramitar na Câmara dos Deputados em meio a uma forte disputa política e econômica. O tema ganhou tração no Congresso e nas redes sociais e deve se tornar uma das principais bandeiras do debate eleitoral de 2026.

Para o deputado federal Fernando Mineiro (PT), a reação contrária à proposta é parte de uma campanha política liderada por setores conservadores.

“A campanha pelo fim da jornada 6×1 está cada vez mais forte nas ruas e nas redes. Por outro lado, há uma ofensiva contra o projeto liderada por um segmento do setor empresarial ultraconservador, resistente aos avanços sociais, com o apoio da mídia e de parte da classe política conservadora”, afirmou o parlamentar ao Diário do RN.

Mineiro direcionou críticas especialmente ao campo político ligado ao bolsonarismo e citou o senador potiguar Rogério Marinho (PL) como um dos opositores da proposta.

“Os representantes da extrema direita no Congresso Nacional, como sempre, trabalham contra o povo. Líder do bolsonarismo no Rio Grande do Norte, o senador Rogério Marinho é um dos adeptos da política do medo”, disse.

O deputado também relembrou debates históricos sobre direitos trabalhistas para defender a proposta. Segundo ele, os argumentos usados contra a mudança repetem discursos antigos.

“Quando o bolsonarismo fala, lembro das campanhas difamatórias contra o reajuste do salário mínimo e a criação do 13º salário, durante o governo João Goulart. Os argumentos eram parecidos: as empresas vão quebrar e a inflação vai subir. É a mesma política do medo usada agora pela extrema direita, 70 anos depois”, declarou.

Mineiro concorda que a discussão sobre a jornada de trabalho também terá impacto direto na disputa política nacional: “A máquina de desinformação bolsonarista segue fabricando mentiras.

Por isso, a eleição para a Câmara e o Senado é tão importante quanto eleger Lula pela quarta vez.

Precisamos de um Congresso que trabalhe em defesa do povo, e não contra o Brasil”, completou.

A proposta ganhou força no Congresso após ser abraçada por setores da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e por movimentos sociais que defendem mais tempo de descanso e qualidade de vida para os trabalhadores.

A pauta começou a ganhar visibilidade com o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), liderado pelo vereador carioca Rick Azevedo (PSOL), e ganhou forma legislativa com uma PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) em fevereiro de 2025. O texto propõe jornada semanal de até 36 horas, com quatro dias de trabalho e três de descanso.

Mesmo entre defensores da mudança, porém, há consenso de que o Congresso pode adotar uma redução mais gradual da carga horária. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, por exemplo, já defendeu publicamente uma transição para jornadas de até 40 horas semanais.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou que a proposta pode ser votada em plenário ainda em maio.

“esse governo safado quer quebrar o país”, dispara general girão
O debate também provocou reação entre parlamentares da oposição. Para o deputado federal General Girão (PL), a proposta pode provocar efeitos negativos na economia e no mercado de trabalho. Ele é um dos que devem atuar contra o projeto.

“O tema é complexo. Mexe com os empregos. Dependendo de como for feito, poderá gerar um desemprego em massa”, afirmou o parlamentar ao Diário do RN.

Girão argumenta que mudanças bruscas na jornada de trabalho podem elevar custos para empresas e afetar diretamente o preço de produtos e serviços. Na avaliação do deputado, a proposta tem motivação política e seria utilizada como estratégia eleitoral pelo governo federal.

“Quanto aos órgãos privados, isso vai causar danos no preço final de tudo: serviços, alimentos e tudo mais. Essa regra não pode ser aplicada sem prever os danos ao emprego. Esse governo safado quer quebrar o país. Aplicará a teoria do quanto pior, melhor”, criticou.

A resistência à proposta também é compartilhada por lideranças partidárias e representantes do setor empresarial. Presidentes de partidos como PL e União Brasil já indicaram, na esfera nacional, que devem atuar para atrasar a tramitação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça, avaliando que a pauta possui forte apelo popular e poderia ganhar força caso seja votada em ano eleitoral.

Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o texto precisa ser aprovado em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares, para entrar em vigor.

O Diário do RN buscou todos os nomes da bancada potiguar no Congresso Nacional. O deputado federal Sargento Gonçalves (PL) afirmou, através da assessoria de imprensa, que só vai se pronunciar com o andamento do projeto na Casa. Os demais não retornaram até o fechamento da edição.


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