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março 13, 2026


FÁTIMA: “O FEMINISMO É A LUTA PELA VIDA E PELA DIGNIDADE DAS MULHERES”

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No mês dedicado à reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade, o Diário do RN conversou com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), sobre sua trajetória política, os desafios de ocupar espaços historicamente dominados por homens e as inspirações que marcaram sua caminhada. Da infância em uma família pobre do interior à chegada aos principais cargos da política potiguar, deputada estadual, deputada federal, senadora e governadora, ela relembra as motivações que a levaram à militância, fala sobre referências femininas que moldaram sua visão de mundo e analisa o cenário atual da participação das mulheres na política.

Na entrevista a seguir, a governadora também comenta sua visão sobre o feminismo, os avanços conquistados e os obstáculos que ainda persistem para que mulheres ocupem, de forma mais ampla, os espaços de poder e decisão.

Diário do RN – Por que resolveu entrar na política?
Fátima Bezerra – Isso tem origem na minha própria condição de classe social. Venho de uma família muito pobre, que enfrentou muitas dificuldades na vida. Acho que isso está na essência de eu ter sido atraída para a militância política e social. De uma forma que não foi planejada, a política foi se apresentando para mim como um caminho para enfrentar a injustiça, a opressão e as desigualdades. Surgiu como uma forma de lutar em defesa dos excluídos, dos que foram destituídos do direito de viver com dignidade, cidadania e sem violência.

Minha entrada no PT se encaixou nesse contexto, pelo próprio DNA do partido, que nasceu para lutar pelos direitos do povo trabalhador. E imagine: que outro partido possibilitaria que uma pessoa com a origem que tenho pudesse chegar aonde cheguei? Essa essência continua até hoje me inspirando: o sentido de me juntar a outras pessoas para lutar por mais direitos, oportunidades, justiça e cidadania.

Um exemplo muito concreto disso é a conclusão da transposição do São Francisco. A alegria que tenho de, junto com Lula, entregar a conclusão das águas do São Francisco pelo caráter civilizatório dessa obra. Para quem, quando menina, sentiu a sede de perto, hoje poder celebrar um ato desses é reafirmar que a política vale a pena. A política feita com seriedade, com espírito público e compromisso com a coletividade, pensando em melhorar a vida do povo, vale a pena. E faz compensar inclusive as agruras que nós mulheres ainda enfrentamos na participação política, embora já tenhamos vencido muitas barreiras.

DRN – Quais foram as inspirações para iniciar na política, e quais são inspirações hoje?
Fátima Bezerra – Quem primeiro me inspirou foi D. Luzia, minha mãe. Uma mulher nordestina que enfrentou tempos muito difíceis e conseguiu cuidar da família e dos filhos com tanta amorosidade. Ela foi um exemplo permanente de dedicação ao próximo. Como parteira, passou a maior parte da vida cuidando e dando assistência a mulheres em um dos momentos mais sagrados da vida, que é o momento do parto. Minha mãe nos deu lições profundas de solidariedade e generosidade que até hoje estão marcadas em nosso coração como fonte e propósito de vida.

Tínhamos uma família pobre, mas ela sempre enxergava que havia pessoas ainda mais pobres do que nós. E quanto mais difícil era a situação de alguém, maior era o zelo e a dedicação dela para ajudar. Ao jeito dela, e sem conhecer esses termos, minha mãe fazia uma militância social e humana extraordinária. Era uma mulher com um profundo senso de justiça.

Hoje há inúmeras mulheres desbravadoras que me inspiram. Mas gostaria de citar Dilma Rousseff, pela resiliência, pela altivez e pela história de vida. E Michelle Bachelet [ex-presidente do Chile], que cunhou uma frase muito forte: “quando uma mulher entra na política, muda a mulher. Quando muitas mulheres entram na política, muda a política”.

DRN – Deputada estadual, federal, senadora e governadora, qual foi o cargo mais desafiador até agora como mulher na política?
Fátima Bezerra – Sem dúvida, o de governadora, pelas condições em que encontramos o Rio Grande do Norte. Era o estado mais violento do país, que não conseguia honrar seu compromisso mais básico, que era pagar os servidores públicos, e tinha serviços públicos essenciais completamente sucateados.

Mas, se foi o cargo mais desafiador, também é motivo de muito orgulho ter sido eleita e reeleita governadora pelo povo do Rio Grande do Norte. Tenho muito orgulho do trabalho que temos realizado junto à nossa equipe de governo e dos legados que estamos construindo.

Na segurança pública, na saúde, no enfrentamento à violência, conquistamos avanços importantes que impactam diretamente a vida das mulheres potiguares. Além disso, há obras estruturantes como a conclusão da transposição do São Francisco e a duplicação da BR-304. São entregas que dão sentido à nossa luta e ao nosso trabalho.

Sou eternamente grata ao povo do RN, que me acolheu de forma tão generosa e me permitiu ser deputada estadual, deputada federal, senadora e governadora, dando a oportunidade de defendê-los em todos os espaços que ocupei. É uma honra imensa trabalhar todos os dias para melhorar a vida do nosso povo.

Em todos os lugares onde estive e estarei, sigo guiada pela defesa dos interesses do povo, especialmente dos que mais precisam, fazendo política com dignidade, honestidade e com a cabeça erguida.

DRN – Quais são os desafios de ser uma mulher num espaço ainda majoritariamente masculino?
Fátima Bezerra – A política é um retrato da sociedade. Muitas das dificuldades que enfrentamos como mulher na política são enfrentadas pelas mulheres no mundo corporativo, jurídico, no mercado de trabalho de forma geral. Apesar dos avanços que conquistamos, a política ainda é um espaço onde as mulheres são minoria. Estamos sub-representadas.

Na eleição de 2018, por exemplo, fui eleita a única governadora em 27 estados do país. No parlamento também não chegamos sequer a 20% de mulheres na Câmara ou no Senado. E as que estão nesses espaços sofrem ataques, tentativas de desqualificação, ameaças e até processos de cassação de seus mandatos.

Há mulheres, como Marielle, que pagaram com a vida pela ousadia de fazer política. Mesmo assim seguimos firmes, porque sabemos que cada mulher que rompe essa barreira e ocupa um espaço de poder ajuda a abrir portas para outras.

Se o Brasil tem maioria feminina na população, essa representação precisa ser melhor distribuída. Essas vozes precisam ser ouvidas. Mulheres que defendem a democracia, quando chegam à política, governam e legislam de forma mais inclusiva e abrangente.

DRN – Como a sra enxerga o feminismo, o que entende pelo movimento? Se sente acolhida pelo feminismo?
Fátima Bezerra – O feminismo é a luta pela vida e pela dignidade das mulheres. Muitas conquistas que temos hoje no mercado de trabalho, na política e na sociedade são fruto dessa luta histórica. É um movimento cada vez mais necessário diante de tempos de misoginia, de discursos de ódio, de opressão e de violência que continuam ceifando a vida de tantas mulheres e deixando marcas profundas por meio da violência física, sexual, psicológica e patrimonial.

O feminismo nunca quis estabelecer uma rivalidade entre mulheres e homens. Ao contrário, ele busca respeito. É um movimento que defende igualdade, paz e não violência. Afirma que a vida das mulheres importa e que mulheres são seres humanos, não objetos de poder, posse ou dominação.

Também precisamos compreender que o machismo prejudica toda a sociedade. Ele impõe aos meninos modelos de masculinidade muitas vezes violentos e adoecedores. Para as mulheres, porém, o machismo significa medo, abuso e morte desde muito cedo. Por isso, toda a sociedade precisa se unir para enfrentar essa epidemia de feminicídios, estupros e violência doméstica.

O Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, lançado recentemente pelo próprio presidente da República e que convoca todos os poderes, é uma iniciativa extremamente necessária. A sociedade precisa se comprometer com essa luta.

Como governadora, não medi esforços para contribuir com a construção de um estado mais justo, democrático, inclusivo e acolhedor para todas as pessoas, em especial para as mulheres. Entre as ações realizadas, destaco a ampliação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, a criação da Casa Abrigo, a implementação da Patrulha Maria da Penha em todas as regiões do estado e o fortalecimento de programas como o Maria da Penha Vai à Escola e o Maria da Penha Vai às Cidades.


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PF FLAGRA SÓCIOS DA DISMED DISCUTINDO PAGAMENTO COM AUXILIAR DE ALLYSON

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Documentos da investigação da Operação Mederi, da Polícia Federal, revelam a atuação de mais uma personagem dentro da estrutura investigada por suspeita de fraude na contratação de medicamentos pela Prefeitura de Mossoró na gestão Allyson Bezerra (UB). A servidora Poliana Rezende Dantas, que ocupou cargos na área financeira da Secretaria Municipal de Saúde entre 2024 e 2025, aparece citada em pelo menos nove interceptações ambientais realizadas entre maio e junho de 2025 na sede da distribuidora de medicamentos DISMED.

As informações fazem parte de documentos aos quais o Blog do Dina, do jornalista Dinarte Assunção, teve acesso com exclusividade. Segundo decisão do desembargador federal Rogério Fialho Moreira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), Poliana ocupa a quinta posição em uma estrutura formada por nove pessoas descritas no processo. Na decisão judicial, ela é apontada como “contato de confiança dentro da Secretaria Municipal de Saúde”, cuja participação seria considerada indispensável para a execução do esquema investigado.

Poliana foi nomeada pelo prefeito Allyson Bezerra por meio de portaria publicada em 31 de janeiro de 2025. O próprio documento judicial identifica o prefeito como o topo da estrutura investigada. Antes mesmo da nomeação, porém, já havia registros de contato entre a servidora e integrantes do grupo investigado.

Os autos obtidos pelo Blog do Dina apontam que 23 dias antes da nomeação, a servidora manteve troca de mensagens com Oseas Monthalggan Fernandes da Costa, sócio da DISMED e apontado como um dos principais operadores do esquema. Conforme os documentos, “verificou-se trocas de mensagens entre Poliana e o investigado Oseas Montalgghan, que foram realizadas nos dias 07, 08, 09, 14, 15, 16 e 17 de janeiro de 2025”.

O material indica que foram sete dias de conversas entre os dois. O conteúdo dessas mensagens não foi transcrito nos documentos disponibilizados à reportagem. Ainda assim, chama atenção o fato de que menos de um mês depois do último contato registrado, Poliana já estava oficialmente nomeada diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde.

A primeira menção direta ao nome da diretora nas interceptações ocorre em 9 de maio de 2025. Na conversa registrada pela investigação, Sidney, representante comercial que atuava como intermediário da DISMED, informa a Oseas que Mossoró havia recebido um ofício licitatório e que o documento tinha sido entregue à diretora financeira.

Na conversa interceptada, ele diz: “MOSSORÓ recebeu o ofício, viu, hoje! POLIANA, pra POLIANA, dá CARONA. Ela disse que segunda-feira respondia; a resposta de Oseas é direta: “Show de bola!”.

De acordo com os investigadores, a expressão “carona” refere-se à adesão a atas de registro de preços de outros entes públicos. Esse mecanismo permite que um município contrate produtos ou serviços a partir de licitações realizadas por outros órgãos, sem a necessidade de abrir um novo processo licitatório próprio. Segundo a investigação, o ofício mencionado seria o passo formal para ativar esse mecanismo, passando pela mesa da diretora financeira.

Quatro dias depois, em 13 de maio de 2025, uma nova interceptação registra Oseas planejando uma conversa reservada com Poliana. Pelo conteúdo da conversa, os investigadores inferem que a escolha do horário do almoço e a preocupação de encontrá-la sozinha indicariam a tentativa de estabelecer contato fora do ambiente institucional formal. A expressão “ver até onde vai dar pra ir” aparece no processo analisada dentro do contexto de tentativa de ampliar o volume das ordens de compra de Mossoró.

De acordo com outra interpretação dos investigadores, de 15 de maio de 2025, a diretora teria fornecido um modelo oficial de documento em formato Word, retirado do sistema da prefeitura, para orientar a distribuidora na apresentação da documentação exigida. Para a Polícia Federal, esse episódio reforçaria o papel de facilitadora atribuído a Poliana dentro da estrutura investigada.

Uma das escutas consideradas mais diretas envolve uma nota fiscal de R$ 231 mil. Em 2 de junho de 2025, Moabe Zacarias Soares, outro sócio da DISMED, liga para o telefone de Poliana. O pedido principal era para que ela localizasse no sistema da prefeitura a nota paga em 28 de abril de 2025 e desse baixa na contabilidade.

Minutos depois, em outra escuta do mesmo dia, Oseas comenta sobre a mesma nota: “Essa nota aqui só tem comissão de 15 mil, de Mossoró”. Para os investigadores, o valor de R$ 15 mil corresponderia à comissão ou propina vinculada ao pagamento.

Em 29 de maio de 2025, as interceptações registram sinais de tensão na relação entre o grupo investigado e a diretora. Em uma das conversas, Oseas tenta ligar para Poliana sem sucesso e comenta que ela poderia estar desconfiada. Minutos depois, outra conversa trata da necessidade de autorização dela para o andamento de determinada licitação comentada por eles.

Segundo informações administrativas da prefeitura, Poliana recebia salário base de R$ 3.020,00, acrescido de R$ 4.530 de representação pela função de gestora de contratos, totalizando R$ 7.550 mil mensais.

Dados do Portal da Transparência da Prefeitura de Mossoró indicam que a DISMED Distribuidora de Medicamentos recebeu R$ 4.978.999,75 do município entre 1º de julho de 2024 e 1º de julho de 2025, período que coincide com a atuação de Poliana em cargos ligados à área financeira da Secretaria de Saúde.

Nas escutas interceptadas pela investigação, os próprios sócios da empresa descrevem uma divisão percentual dos contratos: 15% para o prefeito, 10% para a assessora, 25% de lucro da empresa e 50% em medicamentos fornecidos.

Aplicando essa fórmula ao volume de contratos registrados no período, a estimativa de propina gerada pelos contratos de Mossoró poderia chegar a R$ 1.244.749,94, sendo R$ 746.849,96 atribuídos ao prefeito Allyson Bezerra. Os próprios documentos da investigação ressaltam, no entanto, que os valores são projeções baseadas nas conversas interceptadas e não foram confirmados individualmente pelos investigadores.

A defesa da servidora foi procurada pelo Blog do Dina para comentar as citações nas investigações, mas informou que, como o processo tramita sob sigilo, não poderia se manifestar sobre o conteúdo.


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“TEM GENTE MAIS PREOCUPADA COM O GÊNERO DO QUE COM FEMINICÍDIO”

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A eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados provocou reações divergentes no cenário político nacional.

Em Natal, a vereadora Thabatta Pimenta (PSOL) saiu em defesa da parlamentar e classificou como “criminosa” a fala do apresentador Ratinho, que questionou a identidade de gênero da deputada durante programa exibido no SBT, em reação à escolha da deputada em presidir o colegiado.

Aliada política e amiga pessoal de Erika Hilton, Thabatta afirmou ao Diário do RN que o episódio expõe preconceitos ainda presentes na sociedade e reforça a necessidade de ampliar o debate sobre os direitos das mulheres em suas diferentes realidades.

“Primeiro que transfobia é crime. Essa é uma fala totalmente criminosa, porque coloca corpos dissidentes, que somos nós pessoas trans e travestis, como se nem mulheres a gente pudesse ser, mas nós somos mulheres. É necessário dizer que nenhuma mulher é igual, todas nós somos diferentes. A questão é todinha em cima de preconceito, é apenas puro preconceito”, afirmou.

A parlamentar natalense alerta que o episódio também revela uma distorção nas prioridades do debate público: “Quando a gente debate as mulheridades numa comissão como a Comissão da Mulher, a gente precisa falar das violações que esses corpos sofrem. A gente vive num país com uma pandemia de feminicídio e de transfeminicídio, mas tem gente mais preocupada com a identidade de gênero dessa mulher”, disse.

A vereadora relatou que conversou com Erika Hilton logo após a repercussão das declarações e manifestou apoio à decisão da deputada de acionar o Ministério Público Federal para investigar o caso. “Ontem ela mesma disse que já ia entrar com a ação e ela entrou hoje, por danos coletivos, porque a fala dele não afeta só a Érika, ele afeta todas nós, mulheres trans e travestis”, disse.

Erika Hilton foi eleita nesta quarta-feira (11) para comandar a comissão da Câmara com 11 votos favoráveis contra dez votos em branco, tornando-se a primeira mulher trans a presidir o colegiado. No discurso de posse, a deputada afirmou que pretende conduzir os trabalhos com diálogo e foco na diversidade das mulheres brasileiras. Para Thabatta Pimenta, a eleição da parlamentar é legítima e reflete uma escolha política feita pelas próprias integrantes da comissão.

“Qual mulher mais não teria legitimidade como ela? Erika levou, por exemplo, o debate da escala 6×1. Ela está mostrando que nós não nos resumimos à pauta LGBT, como muitas vezes querem nos colocar. A comissão pauta todos os direitos de todas as mulheres”, afirmou.

A vereadora também destacou que a eleição foi resultado de votação entre deputadas e deputados que integram o colegiado, incluindo mulheres cisgênero.

“Ela não chegou ali por acaso. Foi escolha de muitas outras mulheres que também não são trans.

Essas mulheres que votaram para que ela presidisse a comissão sabem que ela é um corpo importante naquele lugar e legítimo para pautar diversas questões”, acrescentou.

Thabatta avalia ainda que parte das críticas à eleição de Erika Hilton ignora a diversidade de experiências femininas e pode acabar reproduzindo exclusões: “Quando alguém diz que só é mulher quem gesta, quem pare ou quem amamenta, também ataca outras mulheres cis que não conseguem passar por isso. O maternar não se resume a isso. É muito triste ver outras mulheres legitimando esse discurso de ódio”, afirmou.


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COM WALTER ALVES, JADER FILHO ANUNCIA NOVAS UNIDADES HABITACIONAIS PARA O RN

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O presidente do MDB no Rio Grande do Norte, Walter Alves, esteve reunido nesta quinta-feira (12) em Brasília com o ministro das Cidades, Jader Filho. Ele ouviu do ministro que, em breve, serão anunciadas novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida para o Rio Grande do Norte.

Walter Alves agradeceu ao ministro as 12 mil unidades com as quais o estado já foi contemplado e as 6 mil contratadas. Ele explicou que o pleito agora é para que seja agilizada a construção e a entrega dessas casas. E pediu também por novas unidades.

“Eu recebo os prefeitos, os vice-prefeitos e é aquele pleito: Walter, fala lá com o Ministério das Cidades para apressar as casas aqui. E não só o beneficiário, Jader, como também a economia gira rápido. Então, assim, a gente está muito animado com a perspectiva auspiciosa com relação a isso também”, disse o presidente do MDB.

O ministro Jader Filho elogiou o “grande trabalho que tem sido feito pelo nosso governador Walter Alves em defesa do povo do Rio Grande do Norte”. Ele explicou que a meta traçada pelo presidente Lula era de 2 milhões de casas por todo o país, mas que essa marca já foi superada.

“Nós já temos contratadas 2.220.000 casas, gerando emprego, renda e realizando o sonho da casa própria das famílias, tanto no Brasil como no nosso querido Rio Grande do Norte. E dizer que a gente vai ampliar ainda mais”, afirmou.

Jader Filho lembrou que atualmente está aberta uma seleção do Minha Casa Minha Vida Rural e do Minha Casa Minha Vida Entidades. “Atenção as entidades e as prefeituras que quiserem ter casas tanto na área rural quanto também na zona urbana, estamos aqui neste momento finalizando o processo”, alertou.

E acrescentou, anunciando mais unidades para o RN: “Vamos fazer a seleção e, daqui a pouquinho, a gente anuncia mais casas para o povo do meu querido estado do Rio Grande do Norte”.


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