Nesta segunda-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro disse que pediu ao TSE para ampliar o prazo para que ele apresente as provas que afirma ter de que as eleições foram fraudadas, como vem afirmando desde março do ano passado.
Bolsonaro declarou que iria se reunir hoje com um especialista que tem como provar a fraude, mas ele foi infectado com o coronavírus.
O presidente ainda inverteu o ônus da prova e afirmou que não há provas de que não há fraude, como se isso fizesse algum sentido.
“Alguns dizem que eu não tenho prova de fraude. Por outro lado, também não tem prova de que não houve fraude.”
Reunião acontece em meio a ataques do presidente da República contra ministros da corte, especialmente Luís Roberto Barroso, por causa do voto impresso
Jair Bolsonaro está neste momento reunido com Luiz Fux. A reunião entre os presidentes da República e do Supremo Tribunal Federal ocorre em meio a ataques do capitão reformado contra ministros da corte, especialmente Luís Roberto Barroso, por causa do voto impresso.
No último sábado (10), o presidente da República mentiu ao dizer que Barroso defende a redução da maioridade para estupro de vulneráveis. Em 2017, o ministro do STF Barroso fez o contrário do que o capitão reformado disse a seus apoiadores ao votar pela continuidade de um processo contra umjovem de 18 anos acusado de manter relações com uma menina de 13 anos.
Outras duas vítimas no STF dos ataques de Bolsonaro são Alexandre de Moraes e Edson Fachin.
Na sexta-feira, o presidente disse a apoiadores, sem citar nominalmente, que Moraes é um “otário”. A crítica foi feita devido ao andamento do inquérito dos atos antidemocráticos, onde o ministro afirmou existir um “organização criminosa que atenta contra a democracia”.
Sobre Fachin, Bolsonaro já criticou o ministro por conta da decisão que impediu operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro enquanto durar a pandemia.
Vale lembrar que Barroso é o atual presidente do TSE e que Alexandre de Moraes substituirá Edson Fachin na Presidência da corte eleitoral, em setembro de 2022.
Preocupado com o radicalismo, gerando que vem se consolidando a cada dia em todo o país e que gera a intolerância, o jornalista Paulo Tarcísio Cavalcante, em tom conciliatório e fazendo uma reflexão através de comentário intitulado “Ser livre é direito (sagrado) de cada um”, convoca a todos a prática de uma união em torno de problemas comuns a todos os brasileiros. Em seu texto, PTC assim se expressa:
“Criticar o radicalismo é defender a tolerância e reconhecer o direito de cada um ser livre e escolher para si a postura que bem quiser e entender. Numa comunidade, numa cidade, num Estado, num país, as decisões devem passar pelo crivo da maioria e, certamente, vão ter um apoio menor ou maior, na medida de suas consequências. Sob a minha visão, hoje, em cada recanto do meu país, dois problemas precisam ser superados unindo pessoas que divergem em outros pontos: o desemprego e a falta de moradias. Que tal buscarmos essa união? Voltarei ao assunto no próximo comentário”
O Blog Tulio Lemos recebeu a denúncia de que nesta segunda-feira (12), pela manhã, à margem da BR-406, km 121, a proprietária da Fazenda Lagoa Nova ficou indignada ao encontrar grande quantidade de medicamento criminosamente descartado naquele local. Eram seringas intactas e vacinas relativas à raiva humana, contra meningite, hepatite A e autoclaves hospitalares.
Sem entender aquele descarte criminoso, a proprietária Rosália Maria Medeiros de Paiva recebeu o auxílio de seu funcionário e conseguiu acomodar toda aquela medicação para levar até a Secretaria Municipal de Saúde de Taipu, que por sua vez deslocou um servidor para ir até o local e fazer relatório mais detalhado da medicação encontrada.
Confira imagens:
Vídeo: cedido
O caso indignou a proprietária da Fazenda Lagoa Nova uma vez que é sabedora que no caso dessa medicação estar vencida – o que não justificaria o desperdício – tudo deveria ser devidamente incinerado e não jogado em terreno baldio como foi feito. O fato também foi comunicado à Delegacia de Polícia de Taipu para apurar a responsabilidade, como relata Rosália Paiva nesse vídeo:
A instalação da CPI da Covid na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) pode causar a perda do mandato de um deputado que decidiu não seguir a orientação de seu partido. No caso, é o deputado governista Jacó Jácome, do Partido Social Democrático (PSD), que não quer aprovar a instalação da CPI da Covid que vai investigar as contas da governadora Fátima Bezerra com gastos na saúde.
O partido, o PSD, através de seu líder na ALRN, orientou que todos os deputados da sigla aprovem a instalação da CPI da Covid. O deputado estadual Jacó Jácome (PSD) que já vinha em litígio com a direção do Partido Social Democrático desde o registro de sua candidatura em 2018, entrou na justiça para não seguir a orientação da liderança da sigla na Assembleia Legislativa, teve o seu pedido indeferido e, agora o filho do pastor Antônio Jácome vai ter que seguir a orientação do deputado Galeno Torquato.
Vai ter que ficar “pianinho”, obedecendo o que o líder decidir. Caso contrário, Jacozinho poderá perder o mandato de deputado, uma vez que segundo a legislação eleitoral o mandato é do partido, no caso do PSD que em nível estadual é presidido pelo ex-governador Robinson Faria. Haverá desdobramentos.
A imprensa internacional ocupou grandes espaços para noticiar o movimento popular registrado pelas ruas de várias cidades cubanas, inclusive Havana, com repercussão por todo o mundo, pois desde que o revolucionário Fidel Castro derrubou o regime de Fulgencio Batista através do Movimento 26 de julho, não havia mobilização do povo em Cuba para contestar qualquer insatisfação.
Na movimentação desse domingo (11), a população foi às ruas gritando palavras de ordem “Abaixo a ditadura! ”, “Não temos medo”, enquanto exigiam vacinas, comidas e o fim dos constantes apagões registrado por todo o país. Segundo a revista Crusoé, o ditador Miguel Diaz acusou os Estados Unidos de serem responsáveis pelos atos: “Estamos convocando todos os revolucionários do país, todos os comunistas, a irem às ruas onde existirem esforços para produzir essas provocações”.
Enquanto o movimento cubano tomava conta da imprensa internacional, em sua mensagem espiritual de hoje, com pouco mais de 3 minutos de duração o padre Antônio Murilo, vigário de Parnamirim, fala do povo oprimido, em estratégias e até assegura que os norte-americanos estão dominando a América Latina.
Após um pedido de cumprimento de sentença feito pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a Justiça potiguar confirmou a retomada das aulas presenciais na rede pública de ensino do Estado para o próximo dia 19 de julho. A decisão da 2ª vara da Fazenda Pública de Natal foi publicada neste domingo (11).
A Justiça, também acatando pedido formulado pelo MPRN, alterou o prazo entre as fases de abertura proposto no Plano de Retomada apresentado pelo Governo do Estado, que caiu para 14 dias. Esse retorno às aulas será de forma híbrida, gradual e segura. O pedido de cumprimento de sentença foi proposto pelo MPRN em desfavor do Estado devido ao não cumprimento do acordo homologado pela 2ª vara da Fazenda Pública de Natal.
Pela decisão publicada neste domingo, os professores retornam às atividades presenciais na próxima segunda-feira (19), tendo a semana de acolhimento. Sobre a antecipação do tempo estabelecido para avanço das fases previstas no plano, a Justiça acatou o pedido do MPRN “tendo em vista o estado avançado de vacinação, em termos etários – atualmente em 39 anos ou com tendência a diminuir a idade da população geral – e da própria recomendação expedida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública, em Nota Informativa nº 16/2021, de 2 de julho”.
A Justiça já determinou a intimação do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Procuradoria Geral do Estado, da governadora do Estado e do secretário estadual da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer para cumprimento da decisão.
Contexto histórico
O MPRN vem acompanhando a questão da educação durante a pandemia desde o seu início. O Governo do Estado, desde março de 2020, vem expedindo decretos estabelecendo obrigações e restrições, para os setores público e privado, com o objetivo de enfrentar a situação de emergência da saúde pública. Assim, em 17 de março do ano passado, foi expedido o Decreto Estadual 29.524, estabelecendo em seu art. 2º a suspensão das atividades escolares presenciais nas unidades da rede pública e privada de ensino, no âmbito do ensino infantil, fundamental, médio, superior, técnico e profissionalizante. Seis meses depois, com a melhora da situação epidemiológica do Estado, por meio do Decreto 29.989, de 18 de setembro de 2020, foi autorizada a retomada das atividades escolares presenciais da rede privada de ensino.
Naquela oportunidade, no art. 1º do Decreto, restou determinada a suspensão das aulas presenciais na rede pública de ensino do Rio Grande do Norte, no ano de 2020, diante da criação do Comitê de Educação para Gestão das Ações de combate da Covid-19 no âmbito do Sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Norte, através do Decreto Estadual nº 29.973, de 9 de setembro de 2020, com o objetivo de construir diretrizes para orientar as redes de ensino na elaboração de protocolos e normas para o enfrentamento da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, com desdobramentos e tomadas de decisões para a Educação.
Ou seja, o Estado decidiu não reabrir as atividades escolares presenciais na rede pública de ensino no ano inteiro de 2020 com o fito de construir e implementar os protocolos sanitários para a reabertura gradual e segura das escolas da rede pública no ano de 2021. Em 1º de janeiro de 2021, sem qualquer impedimento normativo para a retomada das aulas de forma presencial na rede pública, seja do estado ou dos municípios, as escolas públicas em todo o estado permaneceram fechadas, sem a oferta de atividade presencial, com a previsão de retomada de alguns municípios no período de março a abril de 2021, tempo suficiente para concluir a implementação dos protocolos necessários nas unidades escolares.
Ocorre que, diante do aumento de casos de infecção pelo coronavírus, foi editado o Decreto 30.388, de 5 de março de 2021, suspendendo as aulas presenciais nas unidades das redes pública estadual e privada de ensino, excepcionando as escolas e instituições de ensino fundamental das séries iniciais e do ensino fundamental I (sem fazer distinção da rede pública e privada).
Com o agravamento da situação epidemiológica no estado, o decreto seguinte, de nº 30.419, de 17 de março de 2021, suspendeu todas as atividades presenciais da rede pública e privada de ensino, em seu art. 7º, com vigência até 2 de abril de 2021, mantendo em funcionamento todos os serviços considerados essenciais Diante desse decreto não ter considerado o serviço de educação como de natureza essencial, o Ministério Público Estadual expediu, em 31 de março passado, a Recomendação Conjunta n. 01/2021 ao Estado do Rio Grande do Norte, representado pela governadora de Estado, para que adotasse as medidas legais pertinentes para incluir as atividades/serviços educacionais presenciais, em todas as etapas da educação básica, das redes de ensino pública e privada, no rol das atividades/serviços essenciais nos decretos estaduais a serem expedidos acerca das medidas para o enfrentamento do novo coronavírus no âmbito do Estado e que confira às atividades educacionais presenciais o mesmo tratamento normativo em relação aos demais serviços essenciais quando da aplicação de medidas sanitárias restritivas.
Mesmo após a exposição de argumentos jurídicos e científicos ao Governo do Estado acerca da necessidade de se corrigir tamanha distorção, desproporcionalidade e ilegalidade em não considerar a educação como serviço essencial e impor às atividades educacionais medidas restritivas de funcionamento enquanto não se impõe medidas tão severas a outros serviços de natureza essencial. Ainda assim, não houve retorno das aulas presenciais na rede estadual de ensino público. Leia a decisão judicial na íntegra, clicando aqui.
Nesta segunda-feira (12), completa 70 anos da morte do governador Dix-sept Rosado em trágico acidente aéreo. O historiador Geraldo Maia resgata a história do empreendedor e político de Mossoró e do Rio Grande do Norte:
“Em 25 de março de 1911 nascia em Mossoró Jerônimo Dix-sept Rosado Maia. Mais um filho da já “numerosa e numerada” família do farmacêutico Jerônimo Rosado, um paraibano de Pombal que chegou a Mossoró em 1890, a convite do Dr. Almeida Castro, para instalar uma farmácia na cidade.
No Primeiro Cartório Judiciário de Mossoró, livro nº 05, folha 28v, sob o nº 19, foi a criança registrada, tendo como declarante Jerônimo Rosado, sendo o ato testemunhado por Júlio Coriolano Dias e José Cândido da Rocha. A infância do menino Dix-sept foi normal, em nada diferenciando da dos demais irmãos.
O escritor Hélio Galvão, o seu biógrafo, registra: “O menino Jerônimo, Dix-sept na ordem do nascimento, ia crescendo, sem incidente de saúde e sem destaque de nota entre os irmãos. Brincava como os outros, aqueles brinquedos rudes dos anos do primeiro decênio do século, em que nem se pensava na explosão dos plásticos sem graça e sem imaginação, feitos em massa pela sociedade de consumo”.
Já adolescente, passou a trabalhar na indústria de extração e comercialização de gesso fundada por seu pai, tornando-se, alguns anos depois, sob a razão social de S.A Mineração Rosado, acionista e principal dirigente.
Revelou desde cedo interesse pelo funcionamento de motores e máquinas, principalmente pelo desmonte e reparo de automóveis, atividade que passou a dominar, orgulhando-se por conhecer o estado do motor pelos seus movimentos, pelas vibrações ou pelo ruído, paixão que o acompanhou por muitos anos.
Não se contentando apenas com suas atividades empresariais, ingressou, em 1938, na firma Mossoró Comercial Ltda., gerenciando-a por quase 10 anos. Soube, no entanto, conciliar as suas atividades, tanto assim que expandiu a Mineração Jerônimo Rosado, criando no Rio de Janeiro a Gesso Mossoró Ltda., para comercialização do gesso de São Sebastião.
E outras empresas foram surgindo no itinerário do minério: frotas de caminhão, para transportar o produto até o Rio Mossoró e barcaças para levar até o porto de Areia Branca. Não era um homem culto; era um homem trabalhador. Contava no seu currículo escolar apenas com o curso ginasial, concluído por muita insistência da família.
Jerônimo Dix-sept Rosado chegando com a esposa Adalgisa no Ipirange em 1948
Mas era um empreendedor e excelente administrador. E um homem com tamanho talento para negócios, nascido e criado numa cidade como Mossoró, não podia escapar da política e foi esse o seu destino. Em 21 de março de 1948 foi eleito como terceiro prefeito constitucional de Mossoró, tomando posse do cargo no dia 31 do mesmo mês e ano.
Com o seu dinamismo, revolucionou todos os setores da vida pública e até mesmo privada do município, implantando uma administração arrojada. Não concluiu, no entanto, o seu mandato, que deveria terminar em 1951. Alçou voos mais altos, sendo eleito governador do Estado do Rio Grande do Norte a 6 de junho de 1950, quando já se encontrava licenciado, assumindo o governo em 31 de janeiro de 1951.
Era a coroação de uma carreira política brilhante e meteórica, para orgulho do povo mossoroense e para o desenvolvimento do Estado. Como Governador, formou um secretariado competente, escolhendo auxiliares técnicos da maior evidência no cenário político-administrativo do Estado. E impôs seu estilo de governo dinâmico e progressista, com muito trabalho e visão do futuro.
Mas decorrido apenas dois meses de sua administração, foi surpreendido com a notícia da morte de maneira trágica, num desastre de automóvel em Tacima, no Estado da Paraíba, de Mário Negócio, um de seus mais diletos auxiliares.
Inauguração do monumento Dix-sept Rosado na praça Vigário Antônio Joaquim, em 1953
Não sabia ele que a tragédia ditaria o rumo do seu governo, pois em 12 de julho de 1951, nas proximidades do campo de pouso de Aracaju, em Sergipe, cinco meses após a sua posse, morria Dix-sept Rosado Maia, em pleno exercício de suas atividades governamentais.
Passou pela política norte-rio-grandense como um bólido, deixando em seus rastro o brilho da glória e a saudade do povo de Mossoró, que chorou e nunca esqueceu o seu filho mais ilustre: Jerônimo Dix-sept Rosado Maia.”
O governo Bolsonaro prova mais uma vez os investimentos que está fazendo em favor do Rio Grande do Norte, agora na área turística. A pauta é do ministro do turismo, Gilson Machado Neto que nesta segunda-feira (12), está visitando Natal e sua primeira incursão, ao lado do ministro Fábio Faria, das Comunicações e do ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional é na visita técnica ao Museu da Rampa, ao memorial do Aviador e mais quatro praças na capital que recebem investimentos do governo federal.
Em seu perfil no Twitter, o ministro Gilson Machado postou ontem, domingo,10:
“Partimos agora para Natal (RN) para uma missão conjunta nesta segunda-feira com os ministros Fábio Faria (Comunicação), que vai com a gente, e Rogério Marinho, que vai nos encontrar amanhã em terras potiguares. Lá faremos importantes visitas em pontos turísticos, como ao Forte dos Reis Magos e faremos vistoria técnica às obras do Museu da Rampa e Memorial do Aviador na cidade de Natal. Em seguida, faremos a entrega da restauração do Antigo Armazém Real da Capitania – Casa do Patrimônio. É isso! Nosso governo não para! Para nós, domingo é dia de trabalho”.
Mesmo sem estar na agenda, certamente os ministros Rogério Marinho e Fábio Faria aproveitarão a estada em Natal para confabular sobre as próximas eleições. É aguardar.
A variante B. 1.216 do novo coronavírus, até então ausente em território brasileiro, foi trazida por duas pessoas que vieram para a Copa América
A Argentina levou o troféu, nós ficamos com o vírus. Segundo o Estadão, “ao menos uma nova variante do coronavírus que não circulava no Brasil foi introduzida por causa da Copa América.
Amostras colhidas no Mato Grosso com duas pessoas diferentes, que estavam com a doença, foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, que identificou a variante de interesse B. 1.216, até então inédita em território brasileiro”. Um dos infectados veio da Colômbia, o outro do Equador.
Aos gritos de “Abaixo a ditadura!” e “Não temos medo”, os manifestantes exigiram vacinas, comida e o fim de apagões diários no país
Milhares de cubanos saíram às ruas neste domingo (11) em mais de 20 cidades do país, entre as quais Havana, em protesto contra a ditadura.
Aos gritos de “Liberdade”, “Abaixo a ditadura!” e “Não temos medo”, os manifestantes exigiram vacinas, comida e o fim de apagões diários no país. O protesto ocorre em meio a uma grave crise econômica e sanitária no país. Essa é a primeira vez na história que os protestos ocorrem em diversas cidades, segundo o cubano Liodanys Ramirez, presidente da Associação de Cubanos Livres. Ele disse à Crusoé:
“Muitas pessoas estão dizendo que só voltarão para suas casa depois de a ditadura cair.”
Em pronunciamento em rede nacional, o ditador Miguel Díaz-Canel acusou os Estados Unidos de serem os responsáveis pelos atos de hoje. “Estamos convocando todos os revolucionários do país, todos os comunistas, a irem às ruas onde existirem esforços para produzir essas provocações.”
Clique abaixo para assistir aos vídeos que circulam nas redes sociais:
🇨🇺 Circulam nas redes vídeos de protestos em várias cidades de Cuba na tarde deste domingo (11), no que já vem sendo considerado por opositores a maior onda de manifestações públicas contra o governo desde a revolução.pic.twitter.com/BfMyfxCQt5
El pueblo se moviliza frente a la campaña del imperialismo contra #Cuba. La solidaridad internacional y los cubanos residentes en el exterior organizan el apoyoa la Nación #EliminaElBloqueopic.twitter.com/hcRI3CciPS
Sob a gestão do general Eduardo Pazuello, o Ministério da Saúde pagou R$ 54,1 milhões a duas empresas cujos contratos são investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por suspeitas de sobrepreço e por favorecimento das contratadas.
A Topmed Assistência à Saúde Ltda. e a Talktelecom Comércio de Equipamentos de Informática e Serviços Empresariais S/A receberam, respectivamente, R$ 32.062.181,67 e R$ 22.037.333,87, de acordo com dados do Portal da Transparência. No primeiro contrato, o valor foi pago mesmo após fiscais do Ministério da Saúde reprovarem nota fiscal. No segundo, a pasta chegou a adiantar pagamento de R$ 4,1 milhões, embora a Advocacia-Geral da União (AGU) tenha indicado a possibilidade de rejeitar o serviço, devido às suspeitas de irregularidades.
Servidores do ministério denunciaram, com exclusividade ao Metrópoles, que foram pressionados pelo alto escalão da pasta a autorizar os pagamentos, em um modus operandi parecido – e até mesmo mais avançado, uma vez que as transferências chegaram a ser efetuadas – ao da negociação para aquisição da vacina indiana Covaxin. Os funcionários pediram para não serem identificados, por medo de represálias.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, que apura ações e omissões do governo federal durante a pandemia, tem se movimentado para apurar essas denúncias e enviou série de requerimentos ao Ministério da Saúde.
Os contratos foram firmados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre o fim de março e o início de abril de 2020, ainda durante a gestão do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, hoje crítico ácido do chefe do Executivo federal e aspirante a candidatura ao Planalto.
Ambos os acordos foram assinados após dispensa de licitação devido à pandemia do novo coronavírus. No total, o acordo com a Topmed era de R$ 144 milhões, e, com a Talktelecom, de R$ 46,8 milhões. O primeiro foi rescindido em meio às investigações do Tribunal de Contas e após diretoria da própria pasta apontar uma série de fragilidades, já na gestão de Pazuello. Ainda assim, foram transferidos R$ 32,1 milhões.
“Graves irregularidades”
Em maio de 2020, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) abriu duas investigações (TC 018.717/2020-9 e TC 018.977/2020-0) para apurar indícios de “graves irregularidades” nos contratos firmados pelo Ministério da Saúde com as empresas de telessaúde.
Neste domingo (11), o jornalista Jânio Vidal trouxe mais uma reflexão coerente: desde 2014, o Brasil leva 7×1 em vários aspectos, desde a violenta polarização política no país, consumindo até mesmo a energia vibrante da torcida do Brasil, ao partidarizarem a camisa da Seleção Brasileira. Por meio do seu perfil nas redes sociais, ele escreveu:
“Acredito que há algo de inconsciente coletivo na apatia que substituiu a empatia de torcedores na sua relação com a seleção da CBF, desde quando as camisas amarelas da copa do 7 x 1 começaram a ser usadas com novos significados, equivocados, partidários, perigosos e alucinados“.
Jânio Vidal
Acredito que há algo de inconsciente coletivo na apatia que substituiu a empatia de torcedores na sua relação com a seleção da CBF, desde quando as camisas amarelas da copa do 7 x 1 começaram a ser usadas com novos significados, equivocados, partidários, perigosos e alucinados.
O número de vítimas fatais da doença no Brasil chegou a 533.488 neste domingo (11)
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 595 mortes por Covid e 20.937 novos casos, de acordo com o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). Assim, a semana terminou com o menor número de óbitos desde fevereiro deste ano. Foram 9.306 mortes acumuladas nos últimos sete dias.
Já o número de vítimas fatais da doença no Brasil chegou a 533.488, e o total de casos aumentou para 19.089.940.
O requerimento de prorrogação dos trabalhos da comissão teve o apoio de 34 senadores
O senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid, disse à CNN Brasil que Rodrigo Pacheco fará na próxima terça-feira (13) a leitura do requerimento que garante a prorrogação da comissão.
No final do mês passado, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues, apresentou pedido de prorrogação das investigações por mais 90 dias. O requerimento teve o apoio de 34 senadores, sete a mais que o número mínimo exigido. Apesar disso, Pacheco disse que iria analisar a solicitação apenas em agosto.
Neste domingo (11), por meio do seu perfil nas redes sociais, o senador Jean Paul (PT/RN) reforçou que política não é lugar para arengueiro. Ele disse: “Na hora que o país tá no maior bafafá, aperriar o outro não adianta muita coisa. É a partir do diálogo, que deve incluir todas as parcelas da sociedade, que se estabelece o consenso para que tudo possa dar certo, com tudo bem aprumado”.
Além disso, ele acrescentou que, em política, é preciso falar menos e escutar mais, ceder – quando for necessário – para avançar sempre que possível, respeitar o adversário e, principalmente, saber que o povo deve ser o único beneficiário do trabalho.
“De vez em quando a gente encontra uma turma que gosta mesmo é de bagunçar tudo, achando que vai se dar bem nas eleições de todo jeito. O eleitor tem que ficar desconfiado nessa hora porque é ai que os cabras se aproveitam pra acabar com a nossa democracia e com o bem do povo”.
Senador Jean Paul
Para encerrar, ele disse: “cuidado com esse pessoal que anda meio solto por aí na política. Fujam dos babão – esses são os piores. Eles esquecem que é o povo que o político tem que cuidar. Para esse pessoal, o que a gente mostra é o trabalho e o compromisso de quem realmente está ao lado da classe trabalhadora”.
Por Senador Jean Paul (PT-RN), líder da Minoria no Senado
Na temporada de aniquilamento de patrimônio público, os Correios são a bola da vez. Bolsonaro e seu guru da liquidação, o ministro da Economia Paulo Guedes, estão prontos para jogar na bacia das almas 100% do capital da estatal cujas raízes remontam ao ano de 1663.
A ideia de torrar integralmente a participação estatal nos Correios não desceu nem pela garganta do procurador-geral da República, Augusto Aras – que não costuma ser nota dissonante nas cantigas entoadas pelo Palácio do Planalto.
É que a Constituição Federal – ainda em vigor, apesar da pertinaz objeção de alguns – obriga a União a manter um serviço postal e um correio aéreo nacional. Daí a advertência da PGR, divulgada na última quarta-feira (7) sobre a inconstitucionalidade de mais essa aventura privatista.
Alerta semelhante é feito pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect). A entidade ressalta que a liquidação de 100% dos Correios só poderia ser concretizada por meio de Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
E o governo Bolsonaro tem pressa: o plano é votar a privatização dos Correios na Câmara dos Deputados até o próximo mês de agosto.
Como no caso da Eletrobrás, cuja privatização foi recentemente sacramentada por escassa maioria no Senado, o dogmatismo ultraliberal permanece absolutamente surdo diante de argumentos fundados no bom senso: não se vende patrimônio quando o mercado está em baixa e o país paralisado por uma pandemia e não se liquida a preço de banana um ativo rentável.
Segundo alguns moderninhos, os Correios estariam “ultrapassados” e precisariam de investimentos vultosos para se adequarem ao Século 21.
Não sei onde essa gente se informa, até porque não se exibem mais filmes de capa e espada na Sessão da Tarde, onde cartas escritas com penas e despachadas com lacre vermelho e sinetes eram despachadas em lombo de cavalos montados por audazes ginetes.
Se o WhatsApp substituiu as cartas, hoje o mundo chega às nossas casas por meio do comércio eletrônico – e entregar esses produtos é um negócio muito lucrativo.
Com um contingente de cerca de 100 mil trabalhadores, os Correios são insubstituíveis no campo logístico cumprindo um papel estratégico que vai muito além de entregar 15,2 milhões de correspondências e encomendas por dia, como fez no ano passado – ainda que bastassem essas duas funções, especialmente quando se pensa em comércio eletrônico e sua logística.
Verdadeira central de serviços presente onde, em geral, os serviços não chegam, a estatal Correios está presente nos 5.570 municípios, atuando como correspondente bancário, emitindo CPFs e guias para pagamento de IPTU, e atendendo segurados da Previdência, entre uma miríade de outras atividades.
No mundo inteiro, a partir do advento da internet, as empresas postais precisaram se reinventar para se converterem em grandes corporações logísticas. Se é verdade que os Correios precisam acelerar para fazer frente aos novos desafios, também é verdade que um elemento essencial nessa modernização – em todo o planeta – é conseguir chegar às localidades mais longínquas, como já faz a nossa estatal postal.
Para o Estado brasileiro, poder continuar assegurando a presença dos Correios em todo o seu território – não apenas onde a operação dá lucro – para entregar encomendas e prestar outros serviços é estratégico. É questão de soberania.
Também pode ser um grande negócio. Basta olhar o ranking mundial dos aeroportos de carga, totalmente influenciado pela presença de empresas postais. Só como exemplo, cito o primeiro da lista, o Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, onde estão estabelecidos a DHL e o Deutsche Post. O segundo é o Aeroporto de Memphis, nos EUA, onde está o “hub” da Fedex, uma das maiores empresas de carga aérea do mundo.
Em torno dessa atividade, floresce uma cadeia gigantesca de atividades. Gravitam centros de distribuição, de montagem de equipamentos eletrônicos ou médicos, conteinerização e embalagem, só para citar algumas.
O controle da estatal Correios e a consequente capacidade de escolher os “hubs” de operação das atividades da empresa são ferramentas imprescindíveis para a indução da atividade econômica nas diversas regiões brasileiras.
Ferramenta da qual não se abre mão quando se tem uma economia a ressuscitar depois que essa crise feroz for debelada.
Por tudo isso, afirmo: privatizar os Correios é mais um péssimo negócio que o governo Bolsonaro quer deixar de herança para o Brasil. Vamos impedi-lo!
Neste domingo (11), em sua entrevista ao jornal O Globo, o agora ex-ministro do STF Marco Aurélio Mello declaro que o presidente da Câmara, Arthur Lira, precisa dar sequência aos pedidos de impeachment de Jair Bolsonaro.
“Se observado o precedente sobre a instalação da CPI, o nosso presidente da Câmara terá que dar sequência aos pedidos que lá estão na prateleira, se não estiverem na gaveta. Que se dê sequência! Se a comissão que for criada vai se pronunciar pelo arquivamento e a Casa no colegiado maior concluir da mesma forma, aí nós estamos com a questão liquidada. O que não dá é para receber e bancar o todo poderoso e engavetar ou deixar na prateleira e não dar sequência. Isso não se coaduna com a organicidade parlamentar.”
Em Natal, a partir desta segunda-feira(12), as pessoas a partir de 37 anos sem comorbidades poderão se vacinar em um dos quatro drives ou nas 35 UBS com vacinação Covid-19. Trabalhadores da indústria, a partir de 29 anos, exclusivo no Sesi. No site https://vacina.natal.rn.gov.br/ a pessoa tem acesso aos endereços e horários de funcionamento de todos os pontos de vacinação Covid-19 em Natal.
“A documentação necessária para o público por faixa etária é comprovante de residência, documento com foto e cartão de vacinação. Para agilizar a inserção no sistema é importante que o público faça antecipadamente o cadastro no RN Mais Vacinas”, disse George Antunes, secretário de Saúde.
O líder do governo na Câmara voltou a criticar o adiamento de seu depoimento na CPI da Covid
Na tarde deste domingo (11), o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), voltou a criticar o adiamento do seu depoimento na CPI da Covid sem nova data definida. Ele escreveu no Twitter:
“COVARDIA. Meu nome já foi citado 96 vezes na CPI. Todos os depoentes me isentaram. O dono da Precisa já disse que não me encontra há 3 anos. Reafirmo que não participei das negociações da Covaxin. Por que a CPI só me ataca e não me dá direito à defesa?! Isso tem nome: COVARDIA.”
Confira publicação:
COVARDIA. Meu nome já foi citado 96 vezes na CPI. Todos os depoentes me isentaram. O dono da Precisa já disse que não me encontra há 3 anos. Reafirmo que nao participei das negociações da COVAXIN. Por que a CPI só me ataca e não me dá direito à defesa?! Isso tem nome: COVARDIA. pic.twitter.com/nMaoOKc4r1
Na semana passada, Barros pediu ao ministro Ricardo Lewandowski o agendamento do seu depoimento na comissão para antes do recesso parlamentar, que começa em 17 de julho.