Início » Arquivos para 10 de abril de 2026, 13:00h

abril 10, 2026


AGÊNCIA MAXMEIO É DESTAQUE NA MAIOR PREMIAÇÃO DO MARKETING DIGITAL NO BRASIL

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A Maxmeio reafirmou sua posição de destaque no cenário publicitário nacional ao conquistar o prêmio na categoria Mídia Online (tráfego pago) no Prêmio Abradi 2026, a maior premiação do marketing digital no Brasil.

A vitória, em uma das áreas mais técnicas e competitivas do setor, não foi o único feito da agência potiguar nesta edição. A Maxmeio também se destacou ao alcançar oito indicações como finalista, desempenho que a colocou como a 3ª agência mais indicada do país e a líder em indicações nas regiões Norte e Nordeste.

Disputando espaço com algumas das principais agências do Brasil, a Maxmeio demonstrou que sua qualidade estratégica e domínio técnico operam no mesmo nível das grandes operações do eixo Sul-Sudeste.

Para Flávio Sales, diretor da Maxmeio, o reconhecimento é resultado de um trabalho consistente ao longo dos anos. “Esse prêmio reforça a consistência do trabalho que a Maxmeio vem construindo ao longo dos anos e evidencia a qualidade técnica e estratégica do nosso time, refletindo a força dos projetos que desenvolvemos e o nível de excelência das nossas entregas. ”

O reconhecimento também reforça o posicionamento da agência no cenário nacional. “Estar entre os destaques nacionais na maior premiação de marketing digital do país, competindo com algumas das maiores agências do Brasil e com projetos de grandes marcas como iFood, Coca-Cola, Caixa Econômica e Natura, reforça a relevância do trabalho que a Maxmeio vem construindo. É a prova de que atuamos em alto nível e gerando resultados em qualquer cenário”, concluiu Arturo Arruda, sócio da Maxmeio.

João Daniel, sócio da Maxmeio, complementa que não é a primeira vez que a agência figura entres os destaques dessa importante premiação do marketing digital brasileiro, o que reforça que estamos sempre em busca das melhores soluções em um segmento muito desafiador e dinâmico, com reconhecimento dos nossos clientes e do mercado.

Com o resultado, a Maxmeio não apenas eleva o nível da publicidade regional, como também se consolida como um player estratégico de relevância nacional, reforçando a inteligência de dados e a performance como pilares da sua atuação.


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THIAGO LAJUS COMEMORA O TÍTULO DE CIDADÃO NATALENSE: “PERTENCIMENTO”

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Natural de São Paulo, Thiago Lajus chegou a Natal ainda adolescente e em solo potiguar construiu sua vida. Formado em publicidade pela UnP, Thiago é um velho conhecido do mercado e desde 2022 assumiu o desafio de ser o superintendente da InterTv, emissora filiada da Rede Globo no Rio Grande do Norte.

Em reconhecimento a essa trajetória, Lajus recebeu, na última quarta-feira (08), o título de Cidadão Natalense. Ao Diário do RN, ele falou sobre o simbolismo desta honraria. “Receber o título de Cidadão Natalense é, antes de tudo, um gesto de pertencimento. Natal não é apenas o lugar onde trabalho, é o lugar que escolhi para viver, construir família e dedicar minha energia profissional. Esse reconhecimento me toca profundamente porque ele não celebra uma trajetória individual, mas uma construção coletiva. Ele simboliza o trabalho de um time, de uma emissora, de um ecossistema de comunicação que acredita no poder de informar de maneira ética, de conectar pessoas e transformar realidades”.

Propositor da homenagem, o vereador Aldo Clemente destacou a trajetória profissional de Thiago Lajus e sua contribuição para o desenvolvimento da comunicação em Natal e no Rio Grande do Norte. “Thiago escolheu Natal, e Natal também o acolheu. É um profissional com experiência nacional e internacional que decidiu fixar residência aqui e contribuir com o crescimento da nossa cidade”, afirmou. Segundo o parlamentar, a concessão do título reconhece o impacto do trabalho desenvolvido. “É uma forma de retribuir a alguém que tem contribuído com a comunicação, com a transformação digital e com iniciativas que fortalecem não só Natal, mas todo o estado”.

O superintendente da Intertv destaca que esse reconhecimento reforça também sua atuação em defesa do jornalismo profissional e no fortalecimento do setor de mídia no Rio Grande do Norte.

“Esse reconhecimento reforça uma convicção que sempre esteve presente na minha atuação: comunicação não é acessório e tão pouco moeda de troca, é pilar de uma sociedade democrática e deve ser encarada com respeito e dignidade tanto por quem a produz como por àqueles que a consomem”, afirma Lajus, acrescentando que “defender o jornalismo profissional é defender a verdade, a apuração, o contraditório e, principalmente, a confiança. Em um ambiente cada vez mais contaminado por desinformação, o papel dos veículos sérios se torna ainda mais essencial”.

Além de superintendente da Intertv, Thiago Lajus é o primeiro presidente do Midiacom (Sindicato das Empresas de Rádio, Televisão, Jornais, Portais e Revistas do Rio Grande do Norte), criado em julho de 2025 para fortalecer e unificar o setor de comunicação local. “O maior desafio hoje é atravessar a transição de um modelo tradicional para um ecossistema cada vez mais digital, multiplataforma e orientado por dados, sem perder a essência do jornalismo. Estamos vivendo a era da atenção. Disputa-se tempo, relevância e credibilidade ao mesmo tempo. E isso exige que a comunicação evolua não apenas em tecnologia, mas em propósito. As prioridades são claras.

Fortalecer o jornalismo profissional, ampliar a presença digital com inteligência, garantir sustentabilidade econômica para os veículos e investir em inovação, especialmente na integração entre conteúdo, dados e distribuição. No Midiacom, o foco é estruturar o mercado, defender o setor e criar um ambiente mais justo e competitivo. No fim, tudo converge para uma missão maior: fazer com que a comunicação continue sendo um instrumento de desenvolvimento, identidade e transformação social para o nosso estado”, conclui Thiago Lajus.


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PEC DE ROGÉRIO AVANÇA NO SENADO E BLINDA VEÍCULOS POR FALAS DE ENTREVISTADOS

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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou, nesta semana, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 67/2023, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN) que estabelece um novo marco de proteção à atuação da imprensa no país. O ponto central da proposta, que agora segue para análise do plenário, é a garantia de que veículos de comunicação não poderão ser responsabilizados civilmente por declarações feitas por entrevistados, desde que não haja manifestação de opinião por parte do próprio veículo.

Na prática, a medida busca assegurar que jornais, rádios, TVs e plataformas digitais não sejam punidos por conteúdos atribuídos exclusivamente a terceiros, reforçando a distinção entre o papel do entrevistado e o do meio que veicula a informação. A proposta surge como resposta a entendimentos recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), que admitiram a possibilidade de responsabilização dos veículos em determinadas circunstâncias.

Durante a discussão da matéria, Marinho fez críticas diretas à interpretação adotada pela Corte.

“Infelizmente, eu preciso citar novamente a forma como o Supremo Tribunal Federal se comporta, porque no tema de repercussão 995, o Supremo entendeu que o veículo de comunicação poderia ser responsabilizado por uma opinião emitida, vejam, senhores, por um entrevistado”, afirmou.

O senador argumentou que esse entendimento abre margem para uma espécie de censura prévia indireta, ao transferir aos veículos a obrigação de filtrar conteúdos antes da publicação. “Aquele veículo deveria fazer, depois, uma verificação, uma avaliação ou uma censura para publicar ou não o que o cidadão falou, e se responsabilizar pelo que falou”, declarou.

Na avaliação do parlamentar, o ordenamento jurídico brasileiro já dispõe de instrumentos suficientes para coibir abusos individuais. “Nós temos, na nossa legislação, três elementos muito importantes que devem ser buscados sempre que houver necessidade, que é a calúnia, a difamação e a injúria”, disse, ao defender que a responsabilização deve recair sobre o autor da fala, e não sobre o veículo.

A proposta foi relatada pelo senador Oriovisto Guimarães (PODE-PR), a quem Marinho fez agradecimentos pela condução do parecer. Ao destacar o alcance da medida, o autor da PEC reforçou o papel da imprensa em regimes democráticos. “O cerne, a espinha dorsal de uma sociedade democrática é uma imprensa livre, desassombrada, sem receio de fazer a crítica ao governante de ocasião, sem receio de expor as mazelas de qualquer administração pública”, afirmou.

A expectativa agora é que o texto seja pautado para votação em plenário nas próximas semanas, etapa necessária para que a proposta avance no Congresso Nacional.


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“CADU PRECISA APRENDER A FALAR A VERDADE ANTES DE APONTAR O DEDO PARA ALGUÉM”

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O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, reagiu com firmeza às declarações de Cadu Xavier, que o acusou de mentir sobre a situação da saúde estadual e questionou se “vai ser a campanha toda com mentira”. Em tom direto, Álvaro devolveu a acusação e apresentou um conjunto de dados públicos para sustentar que o verdadeiro problema de credibilidade está do outro lado.

“Cadu é o rei da mentira, das contradições e do imposto!”, disparou o ex-prefeito de Natal e pré-candidato a governador, Álvaro Dias.

Sem rodeios, o ex-prefeito questionou a credibilidade do secretário e relembrou uma série de compromissos assumidos por ele desde que assumiu a área econômica do Estado, em 2023.

“Qual Cadu me chamou de mentiroso? O que disse que não atrasaria os consignados quando assumiu? O que prometeu usar o dinheiro da venda antecipada da folha dos servidores ao Banco do Brasil para resolver o problema e continuou atrasando?”, afirmou.

Álvaro também ampliou o ataque ao campo fiscal e administrativo do governo estadual, apontando atrasos em pagamentos e dificuldades na gestão financeira.

“Qual Cadu me chamou de mentiroso? O que disse que pagaria salários em dia, mas deixou aposentados e pensionistas com o 13º atrasado? O que fala em equilíbrio das contas e deixa médicos e fornecedores com meses de atraso? Esse senhor que só pensa em aumentar impostos precisa aprender primeiro a falar a verdade antes de querer apontar o dedo para alguém”, completou.

A reação de Álvaro se sustenta em uma linha do tempo de declarações e episódios envolvendo a gestão dos consignados no Estado — um dos pontos mais sensíveis da administração.

Em junho de 2023, Cadu Xavier afirmou publicamente: “Consignado para mim é folha… pagou folha, pagou consignado.”

A fala estabelecia um compromisso claro de alinhamento entre o pagamento dos servidores e o repasse aos bancos. No entanto, nos meses seguintes, o cenário mostrou instabilidade:
• Julho de 2023: bloqueio do crédito consignado por atraso nos repasses, com promessa de normalização em agosto;
• Setembro de 2023: em audiência na Assembleia, o próprio secretário admitiu atrasos e ajustou o discurso, afirmando que seu compromisso era “não acumular meses”;
• Outubro de 2023: nova suspensão do consignado, com reconhecimento público de “um mês de atraso” e previsão de instabilidade até o fim do ano.

O padrão registrado ao longo do segundo semestre — atraso, bloqueio, promessa de regularização e nova suspensão — expôs uma inconsistência entre o discurso inicial e a execução da política financeira.

CLIMA DE CONFRONTO
A troca de acusações evidencia o endurecimento do debate político no RN já no período de pré-campanha. O embate entre gestão fiscal e narrativa eleitoral deve se intensificar nos próximos meses, especialmente em temas sensíveis como salários, saúde e equilíbrio das contas públicas.

Nos bastidores, a avaliação é de que o confronto direto entre os dois pré-candidatos marca o início de uma disputa mais agressiva — com foco em credibilidade, gestão e confiança do eleitor.

Nesse embate, Álvaro ainda ressalta: “Saí da prefeitura do Natal com alto índice de aprovação, fiz o meu sucessor, entreguei várias obras e deixei dezenas de outras em andamento. Já Cadu foi o secretário que aumentou o ICMS, atrasou os consignados, negativou os servidores, deixou médicos sem salários, hospitais sem comida para servir aos profissionais e acompanhantes e saiu do Governo deixando um rombo nas contas públicas maior do que o que iniciou a gestão”.

Sobre as finanças estaduais, Álvaro Dias foi enfático: “A dívida do Estado saiu de R$ 1,75 bilhão em 2018 para R$ 6,3 bilhões. Os precatórios saltaram de R$ 900 milhões para R$ 5 bilhões. O orçamento de 2026 foi aprovado com um déficit estimado de R$ 1,5 bilhão. O Rio Grande do Norte é o estado que mais compromete receita com gasto de pessoal no Brasil — mais de 64%. Quem cuidou do cofre durante tudo isso? Cadu Xavier. Ele que era o secretário da Fazenda. Ele que criou a ‘supersecretaria’. E agora quer o cargo de governador para fazer o quê? Repetir?”

Álvaro Dias conclui: “Cadu Xavier foi secretário para cobrar imposto — e cobrou muito. Não construiu uma rua, não urbanizou uma comunidade, não entregou uma praça. Até empréstimo ele fez para tapar buraco. O Rio Grande do Norte precisa de quem saiba construir, não apenas de quem saiba cobrar. Nós fizemos. Está tudo documentado. Está tudo de pé.”


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JEAN PAUL SOBRE ALLYSON E ÁLVARO DIAS: “ACABAM SENDO A MESMA COISA”

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O ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates afirmou, nesta quinta-feira (09), que segue pré-candidato ao Senado Federal, pelo PDT. Em entrevista ao programa 12 em Ponto, da 98 FM, Jean Paul comentou pontos centrais do cenário político no Rio Grande do Norte, passando pelo campo aliado ao presidente Lula, a disputa interna no partido e o desenho das chapas no estado.

Ao analisar o cenário eleitoral para o governo do Rio Grande do Norte, Jean Paul avaliou que há equilíbrio entre as forças políticas, com três campos em disputa.

“Vejo três campos: um ligado ao PT [Cadu Xavier], um de centro [Allyson Bezerra] e um bolsonarista [Álvaro Dias]. Também há forte presença de famílias tradicionais. É impossível fazer política sem dialogar com esses grupos. O problema é a concentração de poder quando todos se juntam em uma mesma chapa”, disse.

Ao comparar os principais nomes colocados na disputa, ele afirmou que as diferenças entre os grupos do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, e o do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, são reduzidas, fazendo uma alusão ao coronelismo no caso de Álvaro e às oligarquias no caso de Allyson.

“Eu acho que a diferença das outras duas chapas é quase nenhuma. Porque oligarquia e coronelismo, no fundo, acabam sendo a mesma coisa. Você só escolhe o século em que quer estar, se é o século XVII ou o século XVIII”, afirmou.

Diante desse cenário, Jean Paul evitou cravar projeções, mas indicou que o equilíbrio entre as forças políticas pode levar a uma definição apenas no segundo turno.

“Acho que há equilíbrio. Todos têm condições de disputar essa vaga. A polarização pode levar Cadu ao segundo turno, mas não dá para cravar quem será o adversário. Allyson, por exemplo, pode compensar a ausência de alinhamento nacional com força no centro e no campo conservador. Pode ser uma disputa muito apertada”, afirmou, reforçando que o cenário segue indefinido e competitivo. “A disputa está aberta. Todos têm condições de chegar ao segundo turno”.

DISPUTA NO PDT
Sobre a disputa interna no PDT com a chegada do ex-deputado Rafael Motta, Jean Paul negou qualquer recuo e defendeu o processo adotado pela legenda como democrático e coerente com sua própria trajetória recente.

“Não sei quem planta esse tipo de coisa o tempo todo. Nós colocamos um processo democrático, transparente dentro do PDT. Eu fui para o PDT justamente por discordar do processo de escolha no PT. Cheguei, me filiei em 12/12 [de 2025], simbolicamente, e fui lançado como pré-candidato.

Quando entramos na reta final das filiações, Rafael, que conheço há muitos anos, manifestou interesse em se filiar ao PDT e pleitear a candidatura ao Senado. Eu não posso reclamar disso. Afinal, fui para um partido justamente por isso. Então não houve recuo. Houve abertura democrática”, declarou.

Ele explicou que a definição do nome que representará o partido na disputa ao Senado será feita por meio de pesquisa, como forma de garantir objetividade.

“É normal um partido com dois ou três ativos políticos importantes discutir e buscar critérios objetivos, como uma pesquisa, para decidir quem vai concorrer. Não vejo nada de estranho nisso.

O partido definiu esse caminho, com participação da direção nacional. Isso é um processo interno do PDT”, disse.

Jean Paul também detalhou o entendimento prévio de composição entre os dois pré-candidatos, caso um deles não seja escolhido.

“Essa é uma decisão que ainda está em aberto. O que está previamente acertado é que um será o suplente do outro. Esse é o acordo. Só não haverá isso se um decidir disputar outro cargo. Existe um acordo entre nós”, afirmou.

Ele voltou a rebater a ideia de que teria entrado na disputa com intenção de ser suplente, embora reconheça que essa possibilidade faz parte da dinâmica partidária.

“Não estou preocupado com isso. Ninguém começa uma corrida dizendo que quer ser suplente. Isso é composição. Claro que estou aberto, porque política é missão. Mas meu plano é ser candidato ao Senado”, reforçou.

Ainda sobre o arranjo interno, o ex-senador mencionou a possibilidade de um mandato compartilhado entre titular e suplente, com regras previamente estabelecidas.

“Vamos fazer um acordo sobre compartilhamento de mandato. Não é mandato coletivo. É um titular e um suplente que acordam previamente exercer o mandato conjuntamente, com divisão de pautas, atuação e emendas. Isso é plenamente democrático e será transparente”, explicou.

REPRESENTANTES DO “LULAVERSO”
Ao abordar o posicionamento da senadora Zenaide Maia dentro do campo progressista, Jean Paul avaliou que há uma convergência em torno do projeto nacional, mas ressaltou que eventuais divergências podem gerar impasses políticos.

“Meu entendimento é que estaremos todos no ‘Lulaverso’. Seja eu ou Rafael com Samanda, todos estarão nesse campo. Quanto à Zenaide, ela pode votar em quem quiser como cidadã. Mas, se houver conflito com a candidatura nacional, ela pode ficar numa situação delicada, como já aconteceu com outros candidatos. Vai ter que resolver isso, ou assume o voto pessoal ou segue a orientação da coligação”, afirmou.


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