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abril 29, 2026


MOVIMENTO POPULAR AUMENTA PRESSÃO POLÍTICA E QUER IMPEACHMENT EM MACAU

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Um movimento popular em Macau tem ganhado força nas últimas semanas ao defender o impeachment da prefeita Flávia Tavares. A mobilização, impulsionada principalmente por manifestações nas redes sociais e vídeos compartilhados por moradores, reflete o aumento da insatisfação com a atual gestão municipal.

Entre as principais críticas apontadas por integrantes do movimento estão problemas relacionados à limpeza urbana, infraestrutura de espaços públicos e promessas de campanha que, segundo eles, ainda não foram cumpridas. Registros em vídeo mostram áreas com acúmulo de lixo, estruturas deterioradas e equipamentos públicos sem manutenção.

Além disso, críticos afirmam que a cidade estaria passando por uma administração sem foco no interesse público, apontando um cenário de instabilidade política e institucional. Também são mencionados conflitos com o Ministério Público, além de denúncias e ações que, segundo os relatos, já estariam sendo analisadas pelo Judiciário. Até o momento, porém, não há confirmação oficial detalhada sobre o andamento ou o mérito desses processos.

Outro ponto que tem sido levantado por integrantes do movimento diz respeito ao histórico político familiar ligado à atual gestão. O ex-prefeito Flávio Veras, pai da prefeita Flávia Tavares, foi alvo de investigações no passado, chegou a ser preso no âmbito da Operação Máscara Negra e leva uma ficha histórica negativa de corrupção envolvendo recursos públicos.

Também são levantados questionamentos sobre decisões administrativas no início da gestão incluindo o uso de decretos de calamidade financeira e a realização de contratações pública, ampliando a possibilidade de contratações sem processos licitatórios convencionais.

Irregularidades já estão sendo apuradas por parte dos órgãos de controle em relação à atual gestão e eventuais denúncias devem ser apuradas por instituições competentes, como o Ministério Público e os tribunais de contas, garantindo o devido processo legal.

Enquanto isso, o cenário em Macau segue marcado pela polarização política, com aumento da pressão popular e expectativa sobre os próximos desdobramentos na administração da cidade.

PRESSÃO SOBRE VEREADORES DEVE AUMENTAR NO SEGUNDO SEMESTRE
A partir do segundo semestre, a tendência é de aumento da pressão popular sobre os vereadores de Macau. Diante do crescimento das críticas à gestão da prefeita Flávia Tavares, moradores e lideranças locais já articulam formas de cobrar um posicionamento mais firme por parte do Poder Legislativo.

Nas redes sociais, o tom das manifestações tem se intensificado, com cobranças diretas aos parlamentares e questionamentos sobre a atuação fiscalizadora da Câmara Municipal. Para parte da população, o momento exige respostas mais claras diante das denúncias e da insatisfação com os serviços públicos.

Nos bastidores, a avaliação é de que o segundo semestre poderá ser decisivo para o cenário político local, com possibilidade de maior mobilização popular, manifestações públicas e ampliação do debate sobre eventuais medidas institucionais.

Especialistas apontam que cabe aos vereadores analisar qualquer pedido formal dentro dos critérios legais, respeitando o devido processo. Ainda assim, o aumento da pressão popular tende a influenciar o ambiente político e a atuação dos parlamentares nos próximos meses.

O movimento tem sido liderado pelo influenciador Ailton Ramos, que tem ganhado destaque ao mobilizar e provocar debates entre os macauenses por meio das redes sociais.

Com vídeos e declarações de tom crítico, Ailton Ramos tem incentivado a população a refletir sobre a atual gestão municipal e a se posicionar diante do cenário político local. Sua atuação tem ampliado a repercussão do movimento e contribuído para intensificar as discussões na cidade.


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GESTÃO DE ALLYSON BEZERRA DERRUBOU O APRENDIZADO E O IDEB DE MOSSORÓ

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Os indicadores mais recentes da educação em Mossoró revelam um cenário de retrocesso ao longo da gestão do prefeito Allyson Bezerra, combinando queda no desempenho escolar, redução de matrículas e investimento abaixo do mínimo constitucional em momentos-chave da administração.

Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostram que o município não apenas deixou de avançar, como regrediu em indicadores considerados estratégicos. Nos anos iniciais do ensino fundamental, Mossoró saiu de 5,9 em 2019, na gestão Rosalba Ciarlini, para 5,6 em 2023, já sob a gestão Allyson Bezerra. Nos anos finais, a queda foi ainda mais acentuada, passando de 4,7 para 4,3 no mesmo período.

A retração nos índices ocorre em paralelo a um cenário de fragilidade no financiamento da educação. Informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) apontam que, em 2021, já sob a atual gestão, Mossoró registrou o menor investimento em educação da última década, com aplicação de apenas 19,16% dos recursos, abaixo do mínimo constitucional de 25%. O percentual representa descumprimento da exigência legal e marca o ponto mais crítico da série histórica recente.

O nível de aprendizado também apresentou queda no período analisado, reforçando o cenário de retrocesso na educação municipal. Nos anos iniciais do ensino fundamental, o índice caiu de 6,26 em 2019 para 5,9 em 2023. Já nos anos finais, a redução foi de 5,5 para 5,14 no mesmo intervalo, evidenciando perda de desempenho tanto na base quanto na etapa final da formação escolar.

Retrato da Educação em Mossoró
Dados do Censo Escolar 2025, compilados pela plataforma QEdu, apontam retração em etapas fundamentais da rede municipal de ensino de Mossoró. A pré-escola perdeu 431 matrículas entre 2020 e 2025, caindo de 4.498 para 4.067 alunos. No ensino fundamental, a redução também é evidente, com queda de 8.065 para 7.603 estudantes nos anos iniciais e de 4.753 para 4.370 nos anos finais. O detalhamento das séries mostra diminuição especialmente no 3º, 4º e 5º anos, além de recuo no 6º, 7º e 8º anos, indicando dificuldades na permanência e progressão dos alunos ao longo da trajetória escolar.

A retração na base da rede dialoga diretamente com a queda no desempenho educacional observada nos indicadores mais recentes. O cenário mais crítico aparece na Educação de Jovens e Adultos, que praticamente desapareceu, passando de 231 matrículas em 2020 para apenas 8 em 2025. Relatórios do Tribunal de Contas do Estado reforçam esse diagnóstico ao apontarem falhas administrativas e dificuldades na execução de políticas públicas no município. No conjunto, os dados indicam uma educação que perdeu alcance e desempenho nos últimos anos.


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MINEIRO DESAFIA ÁLVARO DIAS E COBRA EXPLICAÇÕES SOBRE OBRAS TRAVADAS

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O debate sobre obras inacabadas em Natal ganhou novo capítulo após declarações do deputado federal Fernando Mineiro, que reagiu às críticas direcionadas ao governo federal e contestou a narrativa de responsabilização do PT pelos entraves em intervenções na capital potiguar.

Para o deputado, existe uma estratégia política em curso para deslocar o foco das responsabilidades do ex-prefeito da capital associando obras inacabadas ao governo federal. De acordo com o parlamentar, a narrativa ignora decisões administrativas locais. “O plano é claro, atribuir ao PT a responsabilidade por obras inacabadas, muitas delas inauguradas de forma apressada pelo próprio ex-prefeito. Isso não é coincidência, é estratégia de marketing eleitoral”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio a um contexto de cobranças da Prefeitura de Natal por liberação de recursos federais. Levantamento recente da gestão aponta cerca de R$ 41 milhões em repasses pendentes, vinculados a convênios nas áreas de mobilidade urbana, infraestrutura e saúde, o que tem impactado diretamente o andamento de obras consideradas estruturantes na cidade.

Na edição de ontem (28) do Diário do RN, o secretário municipal de Planejamento, Vagner Araújo, questionou critérios e deu como exemplo as obras na orla natalense: “Não dá para provar que há motivação política, mas está bem parecido, por conta dessa falta de explicação. Não é técnica. A obra da Praia do Meio, por exemplo, teve a última liberação em junho de 2024. De lá para cá não houve mais nada, então é muito esquisito”, afirmou.

Mesmo diante desse cenário, Mineiro sustenta que é preciso separar responsabilidades e dar transparência aos contratos. “A população está cansada de bravatas. O que se exige são soluções concretas. Por isso, lanço um desafio direto ao ex-prefeito, que apresente uma lista completa de todas as obras inacabadas em sua gestão e explique, de forma objetiva, em quais delas haveria responsabilidade do governo do PT”, disse.

O parlamentar também cobrou detalhamento técnico das intervenções. “Que detalhem os valores envolvidos, quanto foi gasto, qual era o custo inicial, de onde vieram os recursos, os convênios com o governo federal e, principalmente, onde estaria, de fato, a suposta culpa do PT”, acrescentou.

Como exemplo, Mineiro citou o Hospital Municipal de Natal, inaugurado ainda durante o período eleitoral de 2024, mas que não entrou em funcionamento pleno. Para ele, o caso simboliza problemas de planejamento e execução. “Se conseguirem provar que isso é responsabilidade do governo do PT, coloco meu mandato à disposição para, pessoalmente, percorrer ministérios em busca dos recursos necessários”, afirmou.

Ao final, o deputado elevou o tom ao cobrar responsabilidade no debate público: “Caso não consigam sustentar essas acusações, o mínimo que se espera é um pedido público de desculpas à população de Natal pelas inverdades propagadas. O que se vê é o retrato de uma gestão marcada pela incompetência e pelo uso irresponsável do dinheiro público”, concluiu.


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