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junho 19, 2026


NA FILADÉLFIA, POTIGUARES APOSTAM EM VITÓRIA DO BRASIL SOBRE O HAITI

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A busca pelo tão sonhado hexacampeonato segue mobilizando milhares de brasileiros nos Estados Unidos, sede da Copa do Mundo de 2026 ao lado de México e Canadá. Depois da estreia com empate em 1 a 1 diante do Marrocos, no último sábado (13), em Nova York, a Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19), na Filadélfia, para enfrentar o Haiti em uma partida considerada decisiva para as pretensões da equipe na competição.

O resultado da primeira rodada deixou o grupo equilibrado e aumentou a importância do próximo compromisso. Mais do que os três pontos, uma vitória convincente pode representar o impulso necessário para fortalecer a confiança da equipe e da torcida em busca do hexa. Entre os brasileiros que acompanham de perto a trajetória da Seleção nos Estados Unidos, o clima é de otimismo e expectativa por uma atuação mais segura do time.

Entre os torcedores presentes está o potiguar Raphael Nóbrega, integrante do Movimento Verde Amarelo (MVA), principal torcida organizada da Seleção Brasileira. Criado em 2008, o movimento reúne brasileiros de diferentes regiões do país e do mundo para apoiar a equipe nacional nos estádios.

Raphael participa da sua quarta Copa do Mundo e descreve a experiência como uma mistura de paixão, reencontros e amor pelo futebol.

Segundo ele, acompanhar a Seleção em um Mundial vai muito além dos 90 minutos de cada partida.

“Viver Copa do Mundo é maravilhoso para quem ama futebol. A gente encontra brasileiros de todas as partes do mundo, cria amizades e consegue levar um pouco do Brasil para qualquer lugar onde a Seleção esteja jogando”, afirmou.

Mesmo diante das críticas que cercam o futebol brasileiro nos últimos anos, Raphael acredita que o torcedor não pode abandonar a confiança na equipe. Para ele, a presença da torcida nas arquibancadas representa uma demonstração de apoio incondicional em um momento importante da competição.

Raphael acompanha a Seleção brasileira desde a Copa do Mundo de 2014, que aconteceu aqui no Brasil – Foto: Reprodução

Confiante em uma recuperação já na segunda rodada, o potiguar aposta em uma vitória confortável diante do Haiti. “A gente está animado para trazer o hexa na volta para o Brasil. Acho que o próximo jogo será uma goleada de 3 a 0. É importante fazer saldo de gols porque o grupo ficou muito equilibrado. Temos que aproveitar essa oportunidade”, avaliou.

Outro integrante do Movimento Verde Amarelo presente nos Estados Unidos é Emídio Mamede, que também acompanha a Seleção em sua quarta Copa do Mundo. Para ele, o ambiente vivido pelos torcedores brasileiros tem sido um dos pontos altos do torneio. “A festa está muito bonita. Os torcedores do Brasil sempre acreditam e continuam acreditando que o Brasil vai ser hexa.

Independentemente da fase, o Brasil sempre chega como favorito porque é uma seleção gigante”, afirmou.

Emídio avalia que a diferença técnica entre as equipes deve favorecer a Seleção Brasileira e permitir uma atuação mais tranquila do que a apresentada na estreia. Apesar de não prever uma goleada elástica, ele acredita em um triunfo sem maiores sustos. “A expectativa é de uma vitória mais fácil. O Haiti é uma equipe mais fraca e o Brasil tem condições de controlar o jogo. Meu palpite é 2 a 0”, disse.

Já André Augusto Dantas demonstra ainda mais confiança. Também em sua quarta participação em Copas do Mundo acompanhando a Seleção, ele acredita que o empate na estreia foi consequência da pressão natural de um primeiro jogo e do processo de evolução da equipe ao longo do torneio. “O primeiro jogo sempre é mais nervoso. Os jogadores sentem o peso da camisa do Brasil. Mas acredito que o time ainda vai crescer muito durante a competição”, analisou.

Para André, a partida contra o Haiti pode marcar o início de uma arrancada brasileira rumo às fases decisivas do Mundial. O torcedor não economiza no entusiasmo quando o assunto é o placar. “Agora vamos dar uma goleada. Meu palpite é 8 a 0 para esquentar as turbinas em busca do hexa. Vamos todos juntos buscar a sexta estrela”, declarou.

Jejum de 24 anos
A Copa do Mundo de 2026 marca um momento simbólico para o futebol brasileiro. Caso não conquiste o título, a Seleção completará 24 anos sem levantar a taça, igualando o maior período de jejum de sua história. O intervalo é exatamente o mesmo registrado entre o tricampeonato conquistado por Pelé em 1970 e o tetracampeonato liderado por Romário, em 1994.

Desde o pentacampeonato de 2002, o Brasil acumulou eliminações dolorosas em diferentes edições do Mundial. Em 2006, caiu nas quartas de final para a França. Em 2010, sofreu a virada da Holanda também nas quartas. Em 2014, vivendo a Copa em casa, protagonizou o traumático 7 a 1 diante da Alemanha na semifinal. Já em 2018, foi superado pela Bélgica, enquanto em 2022 acabou eliminado pela Croácia nos pênaltis após sofrer o empate na prorrogação.

Agora, em solo norte-americano, a Seleção tenta encerrar um dos períodos mais longos sem títulos de sua trajetória e transformar a esperança dos torcedores em realidade. Para quem atravessou continentes para acompanhar o time de perto, como os integrantes do Movimento Verde Amarelo, a crença permanece intacta: o hexa ainda é possível.


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PROCURADOR DA REPÚBLICA FERNANDO ROCHA LANÇA MANUAL DE DIREITO PENAL VOLTADO PARA OAB E CONCURSOS

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O procurador da República Fernando Rocha de Andrade acaba de lançar o livro “Manual de Direito Penal: Parte Geral Esquematizado para Concurso”, uma obra voltada para estudantes que se preparam para concursos públicos, para o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e para profissionais que atuam na área jurídica.

Resultado de quase vinte anos de experiência no Ministério Público Federal, o manual percorre todo o conteúdo da Parte Geral do Direito Penal em 27 capítulos, abordando desde os princípios fundamentais até a extinção da punibilidade. A publicação também reúne entendimentos atualizados do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), oferecendo ao leitor uma visão alinhada à jurisprudência mais recente.

Segundo Fernando Rocha, a ideia do livro nasceu de uma necessidade percebida ainda nos tempos de preparação para concursos.

“Mais do que um livro, é uma resposta a uma frustração antiga: a de não ter, quando eu estudava para concurso, o material que eu precisava. O objetivo foi fazer um manual acessível para concurso público e para a OAB, profundo sem ser hermético. Escrevi o livro que eu gostaria de ter tido em mãos”, afirma.

O procurador explica que o projeto teve origem em anotações e resumos produzidos durante sua própria trajetória como concurseiro.

“Quando estudava para concurso eu fiz um material condensando as principais teorias sobre delito.

Esse material foi aprimorado quando dei aula sobre a matéria. A ideia era fazer um texto que pudesse auxiliar esse público que estuda para concurso”, relata.

A proposta da obra é oferecer um conteúdo objetivo, sem abrir mão da profundidade teórica necessária para a compreensão dos principais institutos do Direito Penal. Entre os diferenciais destacados pelo autor está a preocupação em apresentar de forma direta os temas mais cobrados em concursos e exames profissionais.

“Procurei chegar direto ao tema essencial para quem se submete a concurso, com atualizações de jurisprudência”, ressalta.

Além das explicações conceituais, o manual reúne as principais teorias relacionadas aos institutos do Direito Penal, indicando quais são adotadas pela legislação brasileira e acolhidas pelos tribunais superiores.

Com ampla experiência na área jurídica e no universo dos concursos públicos, Fernando Rocha também compartilha orientações para os estudantes que enfrentam o desafio da aprovação na OAB.

Para ele, é fundamental compreender que a preparação para o exame exige estratégias distintas para cada fase.

“O estudante recém-egresso da faculdade precisa saber diferenciar a preparação para prova objetiva e prática. É preciso se preparar para dois tipos de provas diferentes. Saber o que e como estudar é fundamental”, orienta.

Sobre o medo que muitos candidatos enfrentam diante do exame, o procurador acredita que a familiaridade com o formato da prova pode reduzir a insegurança.

“O temor sempre é ligado ao que não se conhece. Buscar resolver provas anteriores reduz esse desconhecimento e permite ao estudante ter uma boa ideia do que é necessário para aprovação”, aconselha.

Mestre em Direito Internacional Público pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fernando Rocha acumula uma carreira de destaque no serviço público. Atualmente, integra o Ofício Especial de Cooperação Jurídica Internacional da Procuradoria-Geral da República e exerce função na área eleitoral.

Ao longo da carreira, também atuou como promotor de Justiça no Rio Grande do Norte e foi aprovado em diversos concursos públicos, entre eles os de procurador da República, juiz substituto do Estado da Bahia, promotor de Justiça do RN, advogado pleno da Petrobras, procurador federal da Advocacia-Geral da União (AGU) e procurador municipal do Recife.

Sua formação acadêmica inclui especializações em Cooperação Jurídica Internacional, Direito Penal Econômico pela PUC Minas, Ciências Criminais e Direito Processual Civil.

Raízes, valores e esperança
Por trás do currículo extenso, Fernando Rocha faz questão de destacar as lições recebidas ainda na infância. Natalense, de uma família com raízes no sertão potiguar, ele perdeu o pai ainda cedo, mas encontrou na mãe a principal referência para sua formação.

“Tive uma ótima formação de meus pais. Perdi meu pai muito cedo, mas minha mãe conseguiu preencher essa ausência, especialmente estimulando a ética e os estudos”, recorda.

Ao refletir sobre os sonhos da infância, o procurador afirma que sua principal meta sempre foi honrar os ensinamentos familiares.

“Meu sonho basicamente foi jamais desapontar minha mãe e minhas raízes. Tenho tentado manter esse sonho sempre vivo”, enfatiza.

Entre as marcas que carrega da infância até os dias atuais, ele destaca uma em especial: a esperança.


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PRÉ-CANDIDATOS ESTÃO OTIMISTAS PARA O HEXA E APOSTAM EM GOLEADA HOJE

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A segunda partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (19), contra o Haiti, na Filadélfia (EUA), também mobiliza os pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte. Em conversa com o Diário do RN, os três principais nomes já postos na disputa estadual disseram acreditar em uma ampla vitória e mantêm a confiança de que o Brasil pode finalmente conquistar o tão aguardado hexacampeonato, aguardado desde a Copa de 2006.

O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), aposta na força da tradição brasileira e na qualidade do elenco para superar o tropeço da estreia e iniciar uma trajetória de crescimento na competição. “Estou muito confiante na Seleção Brasileira. Temos um grupo qualificado, jogadores de alto nível e uma camisa que sempre pesa em Copa do Mundo. Acredito que o Brasil vai fazer um grande jogo contra o Haiti, vencer por 3 a 0 e ganhar ainda mais confiança para a sequência da competição. Copa se ganha passo a passo, e vejo o Brasil com plenas condições de chegar forte na disputa pelo título e brigar pelo hexa campeonato”, afirmou, avaliando que uma atuação segura diante do Haiti pode servir como ponto de virada para uma campanha mais consistente nas próximas fases do Mundial.

Já o ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato do União Brasil, Allyson Bezerra, de forma sucinta, não escondeu o otimismo. Além de prever uma goleada, associou o sucesso da Seleção ao momento político que espera viver no Rio Grande do Norte em 2026. Além disso, o pré-candidato arriscou um placar ainda mais amplo: “Brasil campeão da Copa e o RN vai mudar no mesmo ano. 4×0”, declarou, reforçando tanto no desempenho brasileiro quanto no cenário eleitoral que começa a se desenhar para as eleições deste ano.

Pelo lado governista, o ex-secretário estadual da Fazenda e pré-candidato do PT, Cadu Xavier, assim como Allyson, aposta em uma vitória larga, por 4×0. Para ele, o confronto desta sexta-feira pode representar o início da caminhada rumo ao sexto título mundial. “Estamos muito otimistas. O Brasil vai fazer um grande jogo, vai ter uma grande vitória e vai dar o primeiro passo rumo ao hexa campeonato.

O Brasil vai ganhar de 4 a 0”, projetou na expectativa que o resultado devolva tranquilidade à equipe e fortaleça a confiança dos torcedores para o restante da competição.

Apesar das divergências políticas, os três pré-candidatos convergem para um mesmo sentimento: de uma vitória confortável, que pode levar a Seleção a reagir e confirmar o favoritismo diante do Haiti, alcançando posição favorável no grupo em que está inserida.

Estreia apertada
A confiança dos pré-candidatos vem após uma estreia abaixo das expectativas. No último sábado, em Nova York, o Brasil empatou por 1 a 1 com o Marrocos, resultado que aumentou a importância do duelo desta sexta-feira, visto que uma vitória não apenas encaminha o Brasil para a classificação, mas também pode representar o impulso que a Seleção precisa para caminhar rumo ao hexa.


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AZEVEDO ELOGIA POLÍCIA DO CEARÁ E CRITICA GOVERNO DO RN NA SEGURANÇA

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Após a repercussão negativa de uma entrevista concedida ao programa Show de Notícias, da rádio 97 FM, sobre a prisão dos suspeitos de participação no atentado contra o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró, o Diário do RN procurou o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) para esclarecer uma declaração que chamou atenção pela forma como tratou a atuação das forças de segurança do Rio Grande do Norte.

Ao comentar a prisão de José Antônio da Costa e Vinicius Gabriel da Silva Freitas, detidos em um trecho da CE-040, no município de Beberibe, no Ceará, o parlamentar parabenizou a atuação da polícia do Ceará e classificou a participação da PM do RN como “interação”.

“A polícia do Ceará prendeu, mas imagino eu que tenha havido algum tipo de interação com a polícia do Rio Grande do Norte. Então, nossos guerreiros, os policiais cearenses recebam nossos parabéns”.

A declaração gerou questionamentos sobre o reconhecimento à atuação das forças de segurança potiguares na operação. Procurado pela reportagem para esclarecer se os elogios não deveriam se estender também à polícia do Rio Grande do Norte, Azevedo respondeu, por meio da assessoria, que os cumprimentos eram destinados às corporações dos dois estados.

A resposta veio acompanhada de uma nota na qual o deputado ampliou as críticas ao Governo do Estado e ao Partido dos Trabalhadores.

“Após o vereador Cabo Deyvison ser baleado e o cinegrafista Allyson ser assassinado, as polícias do Rio Grande do Norte e do Ceará trabalharam conjuntamente para prender os faccionados autores do atentado terrorista”, afirmou.

Na sequência, Azevedo atribuiu a rapidez da operação exclusivamente ao trabalho das corporações policiais.

“As prisões aconteceram rapidamente, mas muito pelo mérito das polícias dos dois estados e, talvez, porque não tenha dado tempo de os ideólogos do PT tentarem influenciar as ações policiais”, declarou.

O trecho mais contundente da nota veio logo em seguida, quando o parlamentar afirmou acreditar que integrantes do PT tentariam interferir na captura dos suspeitos.

“Tenho certeza absoluta de que, se algum elemento ideológico do Governo do PT (desses que chegaram ao poder com os votos dos bandidos) tivesse tido tempo para influenciar as decisões de captura, a influência teria sido no sentido de preservar a integridade física e os direitos humanos dos assassinos”, escreveu.

“Governo Fátima é uma tragédia”
Questionado pelo Diário do RN se os elogios pela prisão dos suspeitos também deveriam alcançar o Governo do Estado, Coronel Azevedo descartou qualquer reconhecimento à gestão estadual.

“O Governo Fátima é uma tragédia e não é digno de elogios na questão das facções. Não merece parabéns porque, até agora, não atendeu ao nosso requerimento para pedir a Lula que trate as facções como grupos terroristas”, afirmou o deputado.

A declaração reforça uma estratégia recorrente do parlamentar de dissociar o trabalho das forças policiais da atuação do Governo do Estado. Enquanto reconhece o mérito das corporações de segurança pelo resultado da operação, Azevedo direciona as críticas à administração estadual e ao PT.

Azevedo e a negociação com PCC durante Rebelião em Alcaçuz
As declarações de Coronel Azevedo sobre o tratamento dado a criminosos também remetem a um episódio de sua atuação na segurança pública. Em 2017, durante a crise provocada pela rebelião no presídio de Alcaçuz, quando era comandante-geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Azevedo foi fotografado conversando com um detento em meio às tentativas de controle do conflito.

À época, a imprensa local e nacional, classificou a imagem como uma “negociação” de Azevedo com um membro de facção.

O episódio volta a ser lembrado no momento em que Azevedo adota um discurso de forte enfrentamento às facções criminosas.


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